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Policia Federal

Operação Monster investiga organização criminosa responsável por comercialização de moeda falsa

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Palmas/TO – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (10/9) a Operação Monster, visando desarticular grupo criminoso responsável por colocar em circulação moeda falsa mediante uso de mídias sociais.

Aproximadamente 15 policiais federais cumprem três mandados judiciais de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 4ª Vara Federal de Palmas, todos na cidade de Palmas/TO.

A investigação teve início após prisões em flagrante de pessoas envolvidas com repasse de moeda falsa na capital em setembro de 2018. Segundo as diligências efetuadas em decorrência dos flagrantes, observou-se que o grupo criminoso comercializava as cédulas falsas em grupos de mídias sociais. As encomendas do dinheiro falso eram postadas no grupo e, após o envio do comprovante de pagamento, os criminosos postavam as cédulas junto aos Correios.

Os investigados devem responder pelo crime de circulação de moeda falsa, cuja pena pode chegar a 12 anos de reclusão.

O nome da operação faz alusão ao codinome utilizado por um dos integrantes da quadrilha em redes sociais.


* Não será realizada coletiva de imprensa.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF prende casal portando cocaína no Aeroporto do Galeão

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Rio de Janeiro/RJ – Na última sexta-feira (17/1), em mais uma ação de combate ao tráfico internacional de drogas, a Polícia Federal prendeu em flagrante um casal que tentava transportar para o exterior droga escondida em sua bagagem.

O casal foi preso no momento em que tentava embarcar em voo para a França. Foram encontrados no fundo falso de duas malas mais de 4 kg de cocaína.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro


[email protected] | www.pf.gov.br
(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF combate fraudes em títulos de terras públicas em Vitória da Conquista

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Vitória da Conquista/BA – A Polícia Federal deflagra nesta terça-feira (21/1) a OPERAÇÃO ARCAICO, que visa combater crimes relacionados a fraudes em títulos de propriedade de terrenos da União em Vitória da Conquista. Cerca de 20 policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de intimação nos municípios baianos de Salvador e em Vitória da Conquista.

A operação decorre de uma investigação iniciada em janeiro de 2019, quando a Polícia Federal tomou conhecimento de que um casal de ex-juízes de direito do Estado da Bahia, uma advogada e um corretor de imóveis estariam comercializando, como se donos fossem, terrenos que haviam sido destinados pela Secretaria de Patrimônio da União – SPU, para a construção das novas sedes da Delegacia de Polícia Federal em Vitória da Conquista, do Ministério Público do Trabalho e do Ministério do Trabalho e Emprego.

A fraude teve início em 2016, com a confecção de uma certidão falsa do 3º Tabelionato de Notas de Vitória da Conquista, que atestava a existência de uma suposta escritura pública de compra e venda da área em questão, datada de 1994, cujo livro havia sido extraviado. A partir dessa certidão, teria sido feito um registro imobiliário no 1º Ofício de Imóveis de Vitória da Conquista, em um livro que, coincidentemente, estaria totalmente danificado e ilegível, impossibilitando a sua verificação.

Os investigados conseguiram, então, em curto espaço de tempo, cancelar administrativamente a matrícula da propriedade da União e a partir daí o casal, a advogada e o corretor passaram a ameaçar algumas pessoas que ocupavam irregularmente a área, exigindo pagamentos em troca da manutenção de suas residências e negócios.

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Nesta fase do inquérito, os investigados foram indiciados pelos crimes de associação criminosa, estelionato, extravio de livro ou documento, prevaricação, falsidade ideológica, falsificação de documento público, extorsão e alienação ou oneração fraudulenta de coisa própria.


Outras informações poderão ser obtidas com a Comunicação Social da Delegacia de Polícia Federal em Vitória da Conquista no turno matutino.

 

Fonte: Polícia Federal
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