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Policia Federal

Operação Maleficent combate organização criminosa voltada para o narcotráfico e crimes violentos

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Rio Branco/AC – A Força-tarefa de Segurança Pública, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar, deflagrou nesta quinta-feira (21/10) a Operação MALEFICENT, em continuidade às ações operacionais direcionadas contra organizações criminosas atuantes no narcotráfico e crimes violentos que operam dentro e fora do sistema prisional do estado do Acre.

A operação conta com 50 policiais federais, civis e militares que cumprem 37 ordens judiciais expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco, sendo 12 de busca e apreensão domiciliar e 25 de prisão preventiva. Os mandados foram cumpridos no município de Rio Branco, Porto Acre, Feijó, Sena Madureira e Rondonópolis/MT.

A ação é decorrente de uma investigação que teve início ainda em 2020, oportunidade em que policiais federais prenderam em flagrante por tráfico interestadual de drogas um indivíduo, no Aeroporto de Rio Branco, no momento em que iria embarcar num voo com destino a João Pessoa/PB levando consigo cerca de 4 kg de cocaína.

Policiais da Força-tarefa deram continuidade às investigações decorrentes dessa prisão e descobriram que o indivíduo preso no aeroporto pertence a uma organização criminosa com origem no Rio de Janeiro e forte atuação no estado do Acre.

Com base em novos elementos de prova colhidos durante a investigação, outros integrantes da mesma organização criminosa foram identificados e hoje foram alvo de uma operação deflagrada pela Força-tarefa de Segurança Pública do Acre.

A maioria dos indivíduos presos já responde por delitos graves como tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Agora, eles serão indiciados pelo crime de integrar organização criminosa (artigo 2º da Lei 12.850/2013), cuja pena varia de 3 a 8 anos de prisão.

A operação foi batizada de MALEFICENT (Malévolo), nome com o qual o principal investigado era conhecido na organização criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Fone: (68) 3212-1200 / 3212-1211/ 3212-1213
E-mail: [email protected]

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Policia Federal

Operação Juriti combate desmatamento em Terra Indígena Urucu-Juruá

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São Luís/MA – A Polícia Federal deflagrou na quinta-feira (2/12) a OPERAÇÃO JURITI, visando combater a extração ilegal de madeira no interior da Terra Indígena Urucu-Juruá, situada no município de Itaipava do Grajaú/MA. Foi realizado sensoriamento remoto da região e constatou-se, por meio dos alertas do Planet – Programa Brasil M.A.I.S., um incremento no desmatamento desse território indígena no segundo semestre do corrente ano. Ademais, levantamentos indicaram dois ramais madeireiros com intensa atividade madeireira ilegal e tráfego de caminhões carregados com toras.

Cabe destacar que a madeira extraída ilegalmente dessa área protegida abastece serrarias e movelarias clandestinas localizadas no entorno, principalmente no município de Grajaú, as quais processam, beneficiam e comercializam os insumos florestais oriundos da T. I. Urucu-Juruá, infringindo a legislação pátria, promovendo a degradação ambiental, a invasão em território indígena, expondo a população local a risco de doenças, bem como tornando escassos os recursos naturais da área para a subsistência dos povos indígenas.

Ressalte-se que a Terra Indígena Urucu-Juruá possui uma área de 13 mil hectares e é habitada por uma população indígena de aproximadamente 1.500 membros da etnia Guajajara.

Durante a Operação Juriti, três indivíduos foram presos em flagrante delito pelo corte de árvores nativas no interior da Terra Indígena Urucu-Juruá e pelo uso de motosserra sem licença da autoridade competente. Deverão responder pelos crimes previstos nos artigos 50-A, 51 e 52 da Lei 9.605/98, com penas que podem chegar a 6 anos de reclusão.

Os conduzidos confessaram que haviam acabado de efetuar a derrubada de sete árvores de grande porte na Reserva Indígena e que voltariam com um caminhão para a retirada da madeira. Foram apreendidas duas motocicletas, aparelhos celulares dos envolvidos e motosserra. As investigações terão continuidade.

Participaram da Operação Juriti aproximadamente 25 servidores dos seguintes órgãos: Polícia Federal, MPF, IBAMA, PRF, ICMBio e Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

Telefones: (98) 31315105 (98) 991286428

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Policia Federal

Operação Arroz Verde combate o tráfico internacional de drogas e de armas em Foz do Iguaçu/PR

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Foz do Iguaçu/PR – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (3/12) a Operação Arroz Verde*, para desarticular grupo criminoso especializado no tráfico internacional de drogas e de armas.

Cerca de 40 policiais federais cumpriram 11 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de prisão preventiva nas cidades de Foz do Iguaçu/PR, Missal/PR e Conceição das Alagoas/MG.

Além da prisão dos líderes do grupo criminoso, foram sequestrados dinheiro, veículos e imóveis dos investigados e de empresas em nome deles e em nome de laranjas, supostamente obtidos em razão das práticas criminosas ou utilizados para tráfico de drogas ou de armas.

A investigação foi iniciada em maio de 2021, a partir de apreensões de cargas de maconha, de cocaína e de armas, oriundas do Paraguai e destinadas a estados da região sudeste e nordeste. Verificou-se que o grupo criminoso estaria relacionado com, ao menos, sete ocorrências de tráfico internacional de drogas e de armas, nas quais foram apreendidas aproximadamente 5 toneladas de maconha, 254 kg de cocaína e 30 armas de fogo, além de vários caminhões utilizados para transporte.

Os investigados possuem frota de cerca de 50 veículos, entre cavalos mecânicos, carretas, caminhonetes e veículos de passeio, a maior parte deles em nome de laranjas. Os veículos do grupo, além de realizarem transporte de cargas lícitas, eventualmente transportavam também drogas ou armas, geralmente em meio a cargas de arroz para não levantarem suspeitas das equipes de fiscalização.

Ao longo das investigações, surgiram indícios de que um dos investigados era foragido da Justiça Brasileira, utilizando identidade falsa desde 2012.

Os investigados supostamente cometeram os crimes de tráfico internacional de drogas, de associação para o tráfico, de tráfico internacional de armas e de lavagem de dinheiro. Se condenados, poderão receber penas de até 61 anos de prisão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

[email protected]

 *O nome da operação faz referência ao modo utilizado pelo grupo criminoso de transporte de grandes quantidades de maconha em meio a cargas de arroz.

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