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Policia Federal

Operação Madoff investiga atividade ilegal de investimentos em criptomoedas

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal cumpriu hoje (15/5) cinco mandados de busca e apreensão, em decorrência de investigação que visa apurar a atividade ilegal de administração de investimentos em criptomoedas, exercida por empresa sediada no Espírito Santo.

Os mandados foram cumpridos no Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Acre, contando com a participação de 43 policiais.Além dos mandados de busca, a Justiça Federal determinou a suspensão das atividades da empresa, incluindo a remoção de páginas na internet, e o bloqueio de seus ativos, como contas bancárias, carros e imóveis, tendo o juiz determinado, ainda, o bloqueio das criptomoedas existentes em exchanges.

A Justiça também autorizou a apreensão de criptomoedas em carteiras, físicas ou digitais, que estavam com os investigados durante as buscas, sendo que esse procedimento foi o primeiro desse tipo no Brasil.

Os investigados poderão vir a responder pelos crimes previstos no art. 4º (gestão fraudulenta), no art. 7º, II e IV (negociação de valores mobiliários sem autorização ou registro prévio), art. 16 (fazer funcionar instituição financeira sem autorização legal), todos da Lei 7.492/86, e art. 288 do Código Penal (associação criminosa).


Haverá entrevista coletiva hoje,  às 14h, na Superintendência da Polícia Federal, em São Torquato – Vila Velha/ES.

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

Operação Intramuros desarticula organização criminosa voltada para o tráfico de drogas no Maranhão

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São Luís/MA – A Policia Federal deflagrou nesta terça-feira (15/10), nas cidades de São Luís/MA, Imperatriz/MA e Codó/MA, a Operação INTRAMUROS, com a finalidade de reprimir organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas no estado do Maranhão.

Cerca de 150 policiais federais deram cumprimento a 32 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão, todas expedidas pela 1.ª Vara Criminal de São Luís/MA.

As investigações identificaram a atuação de facções criminosas no Estado do Maranhão. O grupo criminoso era dividido de forma estruturada e piramidal e possuía um setor responsável por planejar e realizar tráficos de drogas, armas e outros crimes no estado. Foram identificadas também as principais lideranças da organização criminosa no Maranhão e em outros estados.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de armas e organização criminosa, previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006, artigos 14 e 16 da Lei n° 10.826/03 e o Artigo 2º da Lei nº 12.850/2013.


A operação foi denominada INTRAMUROS em razão da constatação algumas lideranças comandarem as práticas de criminosas do interior dos presídios.

 

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF combate difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 15/10, a Operação MÉTIS, com objetivo de combater a difusão de arquivos contendo exploração sexual de crianças, por meio da internet.

Cerca de 21 policiais federais cumpriram 4 mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados no Município de Vitória. Três pessoas foram presas em flagrante em razão de terem sido encontrados arquivos contendo exploração sexual e pornografia de crianças e adolescentes. Tal conduta configurou o crime de posse disposto no art.241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente.

ENTENDA O CASO

Em face de rastreamento da rede mundial de computadores promovido por policiais federais, foram detectados usuários compartilhando arquivos com o conteúdo supracitado, durante as investigações.

O inquérito policial foi instaurado com trabalho permanente de vigilância na rede mundial de computadores. Foi verificado ao todo, somado os quatro investigados, um total de 894 arquivos compartilhados na internet, contendo exploração sexual e pornografia de crianças e adolescentes, apenas durante o período investigado.

No cumprimento do mandado de busca, foram apreendidas diversas mídias dos investigados, que serão submetidas à perícia para elaboração de laudo, com o fim de identificar os arquivos desta natureza armazenados e compartilhados, se existe algum indicativo de abuso sexual e se existe outros suspeitos praticando o delito.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados, responderão pelos crimes de compartilhamento de arquivos contendo pornografia infantil, presente no art.241-A da Lei 8.069/90, com pena que varia de 2 a 6 anos de reclusão. Poderão ainda responder pelo crime de posse de arquivos, no caso de flagrante, presente no art.241-B, cujas penas variam de 1 a 4 anos de reclusão.

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 DO NOME DA OPERAÇÃO


Métis (em grego: Μήτις, transl.: Métis, “habilidades”), na mitologia grega, é a deusa da saúde, proteção, astúcia, prudência e virtudes.

 

Fonte: Polícia Federal
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