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Policia Federal

Operação Lacuna combate fraudes no sistema de crédito de reposição florestal no Amapá

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Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (14/5) a operação Lacuna, com objetivo de apurar fraude no sistema de Documento de Origem Florestal (DOF), referente à inserção de mais de quatro mil metros cúbicos de créditos fictícios de madeira de lei, de alto valor econômico, no Amapá.

Policiais Federais dão cumprimento a um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão no município de Porto Grande/AP.

A ação é fruto de uma investigação em conjunto com o Ministério Público Federal e do desdobramento da Operação Quantum Debeatur, deflagrada em abril de 2017, que desvendou um complexo esquema de geração e comércio de créditos florestais falsos, a partir de manipulações no Sistema DOF.

A investigação iniciou com uma vistoria realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA/AP) nas áreas indicadas pela empresa madeireira e objetivou comparar os dados contidos no Sistema DOF com as informações de campo, a fim de verificar possíveis irregularidades. Durante a fiscalização, não se observou qualquer indício de exploração madeireira, no entanto, as informações do sistema indicavam diversas emissões de guia de transporte de madeira que chegavam a um total de 206 guias DOF fraudulentas.

O investigado responderá, na medida de sua responsabilidade, pelos crimes de falsidade ideológica, dificultar a fiscalização no trato de questões ambientais e lavagem de dinheiro. Se condenado, poderá cumprir pena de até 21 anos de reclusão. 


O nome da operação, Lacuna, é uma alusão à falta de correspondência entre a informação inserida no sistema DOF e a exploração de madeira na área.

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Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF investiga lavagem de dinheiro no Espírito Santo

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Vila Velha/ES – A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, deflagrou na terça-feira (20/8) a Operação Masqué, com objetivo de investigar crime de lavagem de dinheiro praticado por casal de empresários capixabas, sócios de empresas que atuavam no comércio exterior.

Cerca de 22 policiais federais e membros da Receita Federal cumpriram 4 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados, em Vila Velha/ES e São Paulo/SP. A Justiça Federal determinou ainda o sequestro de imóveis, embarcações e valores, além da indisponibilidade de automóveis dos investigados.

A ação de hoje é um desdobramento de investigação que identificou a prática de evasão de divisas, entre os anos de 2009 e 2010, num total de cerca de U$ 100 milhões em 1178 contratos de câmbio fraudulentos. Com a participação de funcionários de uma corretora de câmbio, o grupo então investigado promovia a saída de divisas para o exterior repetindo as mesmas declarações de importação e faturas em vários contratos de câmbios diferentes.

Dessa forma, usando uma mesma declaração de importação em vários contratos de câmbio, os investigados simulavam diversas importações usando a documentação referente a apenas uma operação regular. Os pagamentos repetidos serviam, na verdade, para mandar dinheiro ilegalmente para fora do país.

Com o objetivo de investigar a ocultação e lavagem dos valores obtidos com as atividades ilegais dos investigados, a Operação Masqué possibilitou a identificação de 76 imóveis e 2 embarcações registradas em nomes de laranjas, um patrimônio oculto que supera os R$ 40 milhões. Todos esses bens foram sequestrados por determinação judicial.

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Segundo dados da Receita Federal, as pessoas físicas e jurídicas investigadas possuem um débito já inscrito em dívida ativa no valor de R$ 894 milhões.

Além do casal de empresários, também é investigado um advogado que atua em São Paulo/SP, contratado para oferecer uma espécie de proteção contra a atuação de órgãos como a Receita Federal e a Polícia Federal, o qual já foi preso, no ano de 2017, em ação do GAECO do estado de São Paulo, por fatos análogos aos investigados na OPERAÇÃO MASQUÉ.


Os investigados responderão pelos crimes de lavagem de capitais (Lei 9.613/98).

 

 

Fonte: Polícia Federal
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Operação Cossacos investiga grupo criminoso responsável por arrombamento de agência dos Correios

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 Cabedelo/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (20/8) a Operação Cossacos, com a finalidade de desarticular organização criminosa responsável pelo arrombamento da Agência dos Correios de Cabedelo/PB, na data de 13.04.2017.

 ENTENDA O CASO

No dia 13 de abril de 2017, um grupo de homens arrombou e subtraiu quantia em dinheiro da Agência dos Correios de Cabedelo/PB. Após uma criteriosa análise da cena do crime, a Polícia Federal chegou a um suspeito como sendo um dos autores do crime. Destaca-se que a mesma Agência dos Correios de Cabedelo/PB foi arrombada em 09.07.2017 por outras pessoas. Nesta ocasião, os indivíduos, também oriundos de Cuiabá/MT, foram presos em flagrante.

A PF investiga a conexão entre as duas ações criminosas, muito similares, ocorridas no mesmo local e cometidas por pessoas de mesma origem. A ordem de prisão foi expedida pelo Juízo da Vara Federal Criminal de João Pessoa/PB.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão, dentre outros, pelo crime de furto qualificado (Art.155, §4º, I e Art.288 do Código Penal Brasileiro), cuja pena poderá chegar à oito anos de reclusão.

 

Contato: (83) 3269-9422


 

 

NOME DA OPERAÇÃO O nome da operação é uma alusão aos notórios bandoleiros que atuavam nas estepes da Rússia, conhecidos por sua voracidade em se apropriar de bens alheios.

Fonte: Polícia Federal
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