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Policia Federal

Operação Érebo combate atuação de facção criminosa que atuava em presídios

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Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou hoje (27/11) a Operação *Érebo, que tem o objetivo de desarticular  lideranças regionais de facção criminosa que atua dentro e fora do sistema prisional em todo o país.

A PF cumpre 45 mandados de prisão preventiva e 4 mandados de busca e apreensão, no município de Boa Vista/RR e em Mossoró/RN. Os mandados foram expedidos pela Vara de Entorpecentes e Organizações Criminosas da Justiça Estadual em Roraima, após representação da Autoridade Policial pelas medidas.


Com as investigações, iniciadas em 2017, a PF identificou e mapeou a estrutura da organização criminosa em Roraima, monitorando as principais lideranças que agiam no estado. Os elementos angariados em Inquérito Policial permitiram a identificação dos mentores responsáveis pelos diversos atentados que ocorreram em Roraima entre 29 e 31 de julho deste ano, além do cometimento de outros crimes, principalmente o próprio crime de participação em organização criminosa, o tráfico de drogas e a associação para o tráfico.

No período foram realizados ataques a diversos órgãos públicos e empreendimentos particulares em vários municípios do estado, inclusive a uma delegacia de polícia e a um destacamento da PM, além de bancos e outros.

As ordens para os atentados partiram de dentro da Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, maior penitenciária de Roraima, e foram dadas após a autorização do responsável pela organização no Estado, que se encontrava preso no Presídio Estadual de Piraquara, no Paraná.

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O monitoramento dos líderes na região permitiu, ainda, que a PF, em parceria com outros órgãos de segurança pública do estado – a PM e a Divisão de Inteligência e Captura da Secretaria de Justiça de Roraima – impedisse o acontecimento de outros atentados planejados pelos investigados, destacando-se o incêndio do pátio onde ficam os ônibus de transporte coletivo de Boa Vista e a destruição dos veículos e maquinários envolvidos com a coleta e o processamento de lixo do estado. Foi impedida, ainda, uma fuga em massa da Penitenciária Agrícola programada para 29 de julho deste ano.

A operação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate a Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público do Estado de Roraima, do Departamento Penitenciário Nacional, da Divisão de Inteligência e Captura e de Agentes Penitenciários da Secretaria de Justiça e Cidadania de Roraima.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

[email protected]

Contato: (95)3261-1500

 

*Érebo, na mitologia grega, é nascido do Caos e reina na escuridão. O nome da operação faz alusão ao surgimento e crescimento da facção no caos do sistema prisional.

 

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Policia Federal

PF e MPF deflagram a 2ª fase da Operação Data Leak

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Cuiabá/MT – A Polícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram nesta quinta (21/2) a segunda fase da Operação Data Leak, que apura o comércio ilícito de bases de dados públicas sigilosas da DataPrev, Siape, Prefeituras e Exército.

Estão sendo cumpridos simultaneamente cinco mandados de prisão temporária e dez de buscas e apreensões, nas capitais dos estados de Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Um dos mandados de prisão se refere a funcionário da DataPrev do Rio de Janeiro, suspeito de prática de corrupção, violação de sigilo funcional e vazamento de dados sigilosos.


Na primeira fase dos trabalhos, ocorrida no dia 11/12/18, foram cumpridos outros sete mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 5ª Vara Federal de Cuiabá.

O nome Data Leak faz referência ao vazamento de dados sigilosos que chegam ao poder de pessoas que praticam o comércio clandestino de informações financeiras e pessoais de funcionários públicos e segurados do INSS.

Os receptadores dos dados, por sua vez, comercializam as informações com escritórios de advocacia, contabilidade, financeiras e empresas de cobrança, dentre outras, auferindo expressivos lucros na transação.

A Polícia Federal apurou que essas empresas chegam a faturar mais de R$ 2 milhões por mês com o comércio dos dados públicos sigilosos. O Ministério Público Federal pretende obter o sequestro de bens que superam o valor de R$ 10 milhões. Na primeira fase foram apreendidos vários veículos de luxo pertencentes aos investigados.

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Os investigados estão sendo indiciados e responderão criminalmente por vazamento e receptação de dados públicos sigilosos, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e participação em organização criminosa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Mato Grosso

Contato: (65) 99284-8987

Fonte: Polícia Federal
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Policia Federal

PF cumpre mandados em investigação do caso Marielle Franco

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Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal cumpre hoje (21/2), na cidade do Rio de Janeiro/RJ,  oito mandados de busca e apreensão, expedidos nos autos da investigação que apura possíveis ações que estariam sendo praticadas com o intuito de obstaculizar as investigações dos homicídios de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorridos em 14/3/2018.

As medidas constituem fase intermediária de investigação de caráter sigiloso e foram autorizadas pela Justiça Estadual, após submetidas ao Ministério Público do Rio de Janeiro.


Em razão das circunstâncias do caso e necessidade efetiva de manutenção do sigilo das investigações em curso, não haverá qualquer manifestação da equipe encarregada dos trabalhos, até sua integral conclusão, quando serão informados os resultados diretamente ao Ministério Público e Poder Judiciário.

Ressalte-se que as investigações a cargo da Polícia Federal se restringem à identificação de entraves e obstáculos dirigidos à investigação dos crimes, estando a cargo dos órgãos de segurança do Estado do Rio de Janeiro a apuração da autoria, motivação e materialidade de tais eventos criminosos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

Contato: (21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407
E-mail: [email protected] (atendimento à imprensa)

Fonte: Polícia Federal
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