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Mulher

O que é traição para ela nem sempre é traição para ele; veja diferenças e opine

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O que você considera uma traição? Para homens e mulheres, isso pode significar coisas bem diferentes. Enquanto para elas uma simples paquera já é considerada uma forma de trair o parceiro, para eles o adultério só acontece quando há sexo fora do relacionamento
, por exemplo.


O que pode ser considerado traição para um pode não ser para o outro. Isso é o que indica uma nova pesquisa
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O que pode ser considerado traição para um pode não ser para o outro. Isso é o que indica uma nova pesquisa

Isso é o que indica uma pesquisa conduzida pela “BBC Radio 5 Live”, do Reino Unido, que contou com a participação de mais de 2 mil adultos. De acordo com os resultados, metade dos homens (50%) acredita que beijar outra pessoa não é uma traição
, mas 73% das mulheres pensam exatamente o contrário. E você, qual a sua opinião?



Beijar outra pessoa na boca é traição?

A mesma quantidade de homens também acredita que o sexo virtual não é uma infidelidade, já as mulheres, novamente, tem uma opinião contrária. 75% das entrevistas acreditam que essa seja, sim, uma forma de trair. Com quem você concorda?


Sexo virtual é traição?

Segundo o portal britânico “The Independent”, o coach de relacionamento James Preece fez uma análise dos dados da pesquisa e sua conclusão é de que isso mostra que homens e mulheres têm pensamentos muito diferentes quando se trata de ter  intimidade com outra pessoa
fora da relação.

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O especialista explica que, independente do sexo, quando uma pessoa beija outra e acha que não está sendo infiel
porque não avançaram para o sexo, ela está demonstrando uma falta de respeito com a pessoa com quem ela se relaciona e com o relacionamento em si. “Se você não se importa o suficiente com suas ações ou com a reação do seu parceiro ou parceira, então você está com a pessoa errada”, afirma James.

Traição é apenas quando envolve sexo? 


Beijo, sexo, usar aplicativos de relacionamento, fazer sexo virtual, tudo isso pode ser considerado traição para as pessoas
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Beijo, sexo, usar aplicativos de relacionamento, fazer sexo virtual, tudo isso pode ser considerado traição para as pessoas


Como era esperado, a pesquisa também indica que 91% das pessoas consideram traidor quem tem relações sexuais
fora do relacionamento. Usar aplicativos de relacionamento escondido é considerado uma forma de traição para 40% dos entrevistados, levando em ambos os sexos.

Outro dado interessante é que 47% das pessoas acreditam que deveria ter uma atualização na forma como a educação sexual
é ensinada nas escolas. Para os entrevistados, essa disciplina presente nas escolas do Reino Unido não as preparou para suas vidas sexuais e talvez, por isso, a opinião de homens e mulheres sobre a traição
 seja tão distinta.

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Mulher

Ela tem 19 anos e o marido, 62: “Ele é muito maduro e me trata como uma rainha”

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Samantha Simpson, de 19 anos, conheceu seu marido, JR, de 62, através de amigos em comum quando ela tinha 18. Após meses de conversa, a jovem se apaixonou por ele. O casal rapidamente selou a união em janeiro de 2018 e, desde então, a mulher é obrigada a ouvir comentários desagradáveis sobre seu marido por conta da diferença de idade
entre eles.


Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja

A união com o aposentado não foi bem aceita por sua família. Por conta disso, decidiu sair de casa. Pouco depois, JR juntou-se a ela. Apesar da relação séria que vivem, conforme relata o The Sun
, a estudante afirma que recebe ofensas diárias de estranhos que não aceitam sua relação com o marido
.


“Sempre que estamos em público, estranhos o confundem com o meu avô e isso pode realmente me aborrecer. Mas é ainda pior quando as pessoas o chamam de ‘ladrão de crianças’ ou ‘pedófilo’ quando nos veem de mãos dadas ou nos beijando em público. Não há um momento em que saimos e alguém não faz uma crítica sobre o nosso relacionamento
. É exaustivo”, conta.

Samanta relata que a paixão por ele ocorreu devido à sua aparência e o fato de ser cavalheiro. “Ele falava muito bem sempre que nos encontrávamos e também quando conversávamos pelo telefone e por mensagens de texto
. Era algo que eu nunca havia encontrado em um homem antes. Já namorei alguns próximos da minha idade, mas eram imaturos e não sabiam tratar a parceira”, expõe.

Jovem e o marido planejam ter um filho


Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar

Apesar das opiniões de outras pessoas, a jovem planeja ter um bebê com o homem. ”Embora JR tenha um filho de um relacionamento anterior, queremos ter o nosso e começar uma família. No momento, estou tentando engravidar, pois sentimos que é a hora certa. Nos casamos e temos nossa própria casa, então por que não?”, questiona.

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Ela também faz um desabafo. “Desejo que, quando tivermos um filho, o abuso pare, já que não queremos criar uma criança em um ambiente em que ele tenha que ouvir insultos desagradáveis ​​sobre o pai”, diz.

Samantha ainda acredita que, ao compartilhar a história de amor com o marido
, as pessoas percebam que não se trata de uma piada. “Estamos muito sérios um com o outro, apesar da nossa diferença de idade
e aparências. Ele é muito maduro e me trata como uma rainha. Não há nada que eu mudaria nele ou em nossa relação
”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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Mulher

Assédio no carnaval: mulheres explicam sinais que também querem dizer “não”

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Olhares, sorrisos, aproximação… as maneiras de flertar são incontáveis, e com a chegada do carnaval, o clima de paquera fica ainda mais propício para tentar novas abordagens. Como a criatividade não tem limites, vale tudo – desde que não ultrapasse a barreira do respeito e do consentimento, claro! E é aí que mora o problema: como definir se o flerte está sendo legítimo ou se a situação virou assédio?

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Não é não - mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio
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Não é não – mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio

Além do clássico: “Não estou interessada”, há outros jeitos de mostrar que não se está afim sem precisar dizer exatamente. Ainda assim, tem gente (alô, homens!) com dificuldade para interpretar – ou aceitar a realidade -, e acaba deixando a outra pessoa desconfortável, sendo esse o primeiro passo para descrever um assédio
.

Apesar de não existir uma época específica para acontecer a violência sexual contra a mulher, é no carnaval
que os índices aumentam. No ano passado, o número de denúncias em todo o país, ao longo dos quatro dias de folia, cresceu 90%. Foram 109 registros em 2017 contra 58 no carnaval de 2016 de acordo com o 180, serviço de atendimento de denúncias da Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo Federal.

Pensando em esclarecer e ajudar mulheres a reconhecerem quando estiverem passando por um momento desse tipo e saber como agir quando não se sentirem confortáveis para dizer o famoso “não quero”, o Delas
conversou com quem já passou por essa experiência e reuniu algumas dicas que podem ser úteis, principalmente para quem quer aproveitar a folia sem dor de cabeça.

Como dizer “não”, sem precisar dizer


Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar... sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio
Elena Fragoso/Shutterstock
Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar… sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio

Apesar de alguns serem subjetivos, sinais corporais já deveriam ser suficientes para mostrar quando é o momento de parar de investir no crush. “Não adianta dizer que não sabe. A gente sempre sabe quando está dando certo a investida e quando não está. O problema é que homem não aceita a rejeição”, dispara a analista de tecnologia, Samira Campos, de 26 anos.

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Ela conta que nem sempre se sente confortável para dizer “não”, ainda mais no carnaval. “Nos bloquinhos é tudo muito rápido. Às vezes o cara nem precisa chegar em você falando, simplesmente acontece. E da mesma maneira que acontece de a gente ficar com a pessoa sem precisar trocar uma palavra, também é possível dar um fora em silêncio. Para bom entendedor, meia desviada de olhar basta”, brinca.

Outra técnica que também é bastante clara é a de se afastar. “Sem falar, digo não no olhar. Se o homem for educado, vou saindo de fininho, na brincadeira. Mas se for grosseiro, peço licença de forma bem seca, com um olhar bem impertinente”, fala a fisioterapeuta, Joana Lobo, de 35 anos.

Fora o desvio de olhar e o afastamento, há também quem use a tática de interagir com outras pessoas para demonstrar desinteresse. “Geralmente se eu vejo alguém se aproximando que não me chama a atenção, eu começo a conversar com uma amiga. Inclusive, tenho até um código com elas: a gente costuma dizer que está com dor de barriga e precisa ir ao banheiro. Toda vez que esse assunto surge, a gente sabe que alguma de nós está se sentindo desconfortável”, fala a estudante Giovanna Lacerda, de 23 anos.

Quando esse “código de alerta” é acionado, imediatamente outras amigas cercam a garota, para protegê-la e evitar qualquer contato externo. “Parece bobo, mas evita encheção de saco. Geralmente a gente identifica quem está sendo o cara chato e ficamos encarando. Dá certo. Mas quando estamos com algum amigo homem, o resultado é infinitamente mais rápido”, pontua Giovanna.

Samira completa dizendo que, em um mundo perfeito, dizer “não” poderia ser dispensado. “Seria incrível se a gente não precisasse de subterfúgios para nos livrarmos de alguns homens. O ideal seria mesmo a gente não ter que precisar dizer ‘não’, gritar, fazer escândalo, pedir socorro. Ainda sonho com o dia que os homens vão aprender a interpretar os sinais e nos poupar dessas situações que estragam nossa diversão”.

O sonho de Samira é o de muitas outras mulheres. Às vezes, a insistência é tanta que faz com que quem não está afim sinta-se intimidada em reagir. “Eu sempre finjo que não estou vendo a pessoa. Eu nunca revidei ou xinguei alguém, finjo que não percebi a investida e saio andando”, conta atendente de telebanco Alany Gomes, de 23 anos. A reação contida tem um motivo: medo.

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“Já aconteceu de eu estar um bloco de carnaval, um cara pegou minha cerveja e disse que só devolvia depois de um beijo. Os amigos dele insistiram e até me cercaram. Eu não consegui falar nada porque fiquei com medo, eles estavam em muitos. Então me enfiei na multidão e comecei a andar para fugir”, lembra.

Estou sendo assediada, e agora?


Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!
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Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!

A partir do momento que o paquera não foi correspondida, seja por meio de uma frase ou sinal corporal, e a pessoa continuar insistindo, é assédio. “Assédio é quando transpõe o limite da mulher, quando não é recíproco ou quando se torna inconveniente ou invasivo”, afirma Joana.

Se alguma mulher for vítima
 de algum assédio ou qualquer tipo de violência, o ideal é procurar algum policial ou segurança para relatar o caso e pedir ajuda. Se houver como identificar o agressor, também é possível ir a uma delegacia de polícia registrar um boletim de ocorrência, pedindo expressamente para que seja aberta uma investigação para apurar os fatos.

Lembrando que, neste ano a punição pode mudar, já que é primeira vez que a Constituição pode agir mais firmemente a favor das mulheres. Isso porque o carnaval de 2019 vai contar com o apoio da lei
, sancionada em setembro do ano passado, que caracteriza o assédio sexual
como crime.

De acordo com a nova norma, será configurado crime de importunação sexual “praticar ato libidinoso contra alguém sem consentimento para satisfazer a própria lascívia ou a de terceiros”, com punição prevista de 1 a 5 anos de prisão – pena mais dura que a dada a quem comete homicídio culposo, sem intenção de matar, cuja punição é de 1 a 3 anos de detenção, por exemplo.

Para quem for passar o carnaval em São Paulo, poderá contar com o apoio para mulheres que se sentirem importunadas ou violentadas. Um ônibus lilás estará nos mega blocos da Avenida Tiradentes e da Praça da República, no Centro da cidade, para acolher as vítimas.

Além disso, vale lembrar que ao perceber uma mulher passando por alguma situação de assédio,
ajude. “Precisamos estar juntas. Ao ver uma de nós ser acuada para ficar com alguém, intervenha. Peça ajuda, se for necessário. A meta é não deixar que nenhuma foliã vire uma vítima”, conclui Giovanna.

Fonte: IG Delas
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