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Mundo Pet

O cachorro com coceira pode estar com hipersensibilidade alimentar

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Sabe aquela coceirinha sem fim, que às vezes chega a sangrar a pele do seu cão? Fique atento, porque, entre outros diagnósticos, o cachorro com coceira pode estar com uma hipersensibilidade alimentar
, ou seja, ele pode ser alérgico a certos ingredientes da alimentação que você está oferecendo.

Leia também: A importância de uma boa alimentação para cães idosos

Em geral, o cachorro com coceira
causada por fatores da alimentação é intolerante a um determinado alimento porque não tem as enzimas necessárias para metabolizar esse alimento.


O cachorro com coceira pode estar com hipersensibilidade alimentar
Reprodução

O cachorro com coceira pode estar com hipersensibilidade alimentar

Os animais, como pessoas, também podem ser alérgicos a certos alimentos ou ingredientes. “A maioria das alergias alimentares é devido a certas proteínas presentes no leite, carne e peixe, mas também há alguns cães com intolerância aos aditivos alimentares”, explica a veterinária Amanda Friedeck, em pesquisa realizada e publicada na Texas A&M University.

Carnes como vitela (novilho) e cordeiro, alimentos como leite e até mesmo cereais como o trigo e milho, estão entre os alimentos que mais causam reações alérgicas em cães. Também pode haver reação por causa de corantes, aromatizantes e conservantes em grandes quantidades nos produtos oferecidos aos pets.

Lembre-se de não fazer o “diagnóstico caseiro ou do vizinho”, ou seja, “um amigo ou parente falou que isso é dermatite, que é normal e só dar um remedinho que sara”. Fuja disso!

A dermatite é um termo genérico e por isso, muito amplo, e pode ser causado por diversos fatores, como bactérias ou vírus, sensibilidade a produtos e ingredientes e, pode ser crônica ou temporária. Por isso, consulte o veterinário para diagnóstico e exames corretos
, e avaliar corretamente a gravidade e o melhor tratamento.

Quais os sintomas da hipersensibilidade alimentar?

O mais comum é a coceira. Observe se o seu cão se coça com muita frequência e, se isso causa inflamação da pele, descamação e se apresenta simultaneamente quaisquer sintomas gastrointestinais, como vômitos ou diarréia.

É preciso prestar atenção também em sinais como:

  • Pele vermelha, úmida ou ressecada;
  • Secreção ao redor dos olhos;
  • Coceira na região lombar e ao redor do rabo;
  • Ouvidos inflamados ou o cachorro raspando a orelha no chão;
  • Lamber e morder as patas ou outras partes do corpo.

Um cachorro adulto não está livre de desenvolver uma reação alérgica aos alimentos, mesmo que anteriormente não tenha apresentado. Assim, o problema pode aparecer em qualquer idade, apesar de ser mais comum entre o primeiro e o terceiro ano de vida. Também não existem raças específicas mais propensas, desta forma, todas estão sujeitas a desenvolver dematopatias.

Como a Alimentação Natural pode auxiliar no tratamento da hipersensibilidade alimentar?

Ficando comprovada que a causa da coceira é alimentar, é hora de tratar.

O primeiro passo é descobrir qual ou quais alimentos são os causadores dessa hipersensibilidade e, para começar o tratamento serão realizadas dietas de eliminação. Como o próprio nome sugere, serão oferecidos alimentos e analisadas as reações do peludo a eles. É aí que entra a Alimentação Natural
.

Leia também: Alimentação natural melhora a qualidade de vida dos pets

Nessa fase, a dieta terá somente uma fonte de proteína, como galinha, peru, coelho, peixe, rã, entre outros; adicionado apenas um tipo de carboidrato. Se possível, que sejam ingredientes que o cachorro nunca tenha experimentado, evitando expor o pet a ingredientes causadores da alergia.


A alimentação natural balanceada pode ajudar na adaptação da alimentação do cachorro com  hipersensibilidade alimentar
PetNut

A alimentação natural balanceada pode ajudar na adaptação da alimentação do cachorro com hipersensibilidade alimentar

Durante o período experimental é estritamente proibido oferecer qualquer outro tipo de alimento ou petisco, principalmente industrializados. Sempre que possível, é importante evitar medicamentos que possam interferir nas análises.

Avise todos os amigos, familiares, cuidadores e adestradores sobre a dieta que está sendo oferecida ao cão e proíba os “presentes saborosos”.

Havendo melhora e, após o desaparecimento do quadro alérgico, é hora de introduzir outra fonte de proteína, agora uma que o cão esteja mais familiarizado. Havendo reação alérgica, exclui-se imediatamente essa proteína.

O mesmo para outros carboidratos, assim, paulatinamente serão incluídos, testados e analisados novos ingredientes, até conseguir formar uma lista de alimentos hipoalergênicos, ou seja, aqueles que não causam reações alérgicas para seu pet.

Com esta lista em mãos, o veterinário com atuação em nutrologia poderá formular uma dieta balanceada, com muitas variações de ingredientes, evitando que o cachorro desenvolva novas sensibilidades aos alimentos.

Por todas as razões e etapas necessárias para detectar e substituir os ingredientes da dieta que causam alergia, as rações hipoalergênicas disponíveis no mercado podem não atender às necessidade e especificidades de todos os cães alérgicos.

Durante todo esse processo, os veterinários especialistas em dermatologia animal também devem ser consultados para avaliar e auxiliar no tratamento.

A PetNut,
para facilitar a vida de tutores e auxiliar nos tratamentos, produz e fornece dietas preparadas conforme a prescrição dos veterinários, podendo ser fracionada por quantidade de refeições ou por dia. Atualmente, na Região Metropolitana de Campinas, é possível fazer pedidos semanais, mantendo ainda mais frescos os ingredientes para os peludos e reduzindo os espaços de armazenamento dos tutores.

Dicas para cães alérgicos a alguns alimetos

  • As alergias por certos alimentos não são incomuns: entre 20% e 35% de prurido ou condições em pele não sazonal em cães estão relacionados com alergias alimentares, de acordo com o estudo de ‘Sensibilidade Alimentar em cães’, que aparece nas a publicação científica da Associação Veterinária do Reino Unido, em 2014.
  • Intolerâncias alimentares, alergias e hipersensibilidade a certos alimentos podem causar reações perigosas no corpo canino, como prurido e colapso.
  • As reações alérgicas mais freqüentes no cão sensível ao alimento incluem coceira em áreas como as pernas, face e virilha. Como resultado, o animal vai arranhar e morder com insistência.
  • Estas alergias alimentares em cães, além disso, geralmente não demoram a aparecer: 1 em cada 3 cães alérgicos a certos alimentos geralmente desenvolvem sua intolerância aos filhotes, antes de atingir um ano de idade.
  • Qualquer suspeita de alergia alimentar na lata, deve ir ao veterinário, a fim de identificar a fonte de intolerância e de mudar a dieta para outro mais apropriado para ele.
  • Em caso de alergia, os alimentos hipoalergênicos para cães devem ser recomendados por veterinários com especialização em nutrologia animal.

Assim, se você notar seu cachorro com coceira
, fique atento aos sintomas que ele dá. Não faça um diagnóstico precipitado ou ofereça medicamentos sem orientação veterinária. Todo o problema pode estar sendo causado por um simples alimento que está sendo oferecido para o animal. 

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Mundo Pet

Mulher que fez ‘brincadeira da farinha’ com os cães é multada e nega maus-tratos no PR

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Após a repercussão negativa na internet do vídeo em que faz a brincadeira da farinha com dois cães de pequeno porte em Londrina (PR), Júlia Claudenari Oguido reconheceu ter feito uma “brincadeira infeliz, desnecessária, com seus animais de estimação”, mas negou que tenha havido maus-tratos. O vídeo foi postado em sua conta pessoal do Instagram e provocou a ira de celebridades defensoras da causa animal, como Luísa Mell.

A Polícia Civil abriu procedimento investigatório para apurar as circunstâncias e possíveis maus tratos aos cachorrinhos e a Sema (Secretaria Municipal do Meio Ambiente) também avalia aplicação de multa administrativa e até mesmo apreensão dos animais.

Em nota enviada pelo escritório jurídico de defesa, Júlia afirma que os cães não sofreram machucaduras e que a brincadeira a que foram expostos é “atual e usual” na internet e redes sociais, mas que não vai mais adotar as brincadeiras da internet, seja com seus animais, seja com familiares. O texto ainda afirma que ela é apoiadora e contribui há mais de cinco anos com movimentos sociais de proteção aos animais em Salvador (BA).

A defesa ainda diz que Júlia e seus parentes foram alvos de agressões e ameaças de morte por parte de internautas e até de ameaças de sanções de autoridades. A nota diz que estas pessoas serão processadas e ameaça acionar as corregedorias dos órgãos para apurar as condutas.

 

 

 

 

Fonte:Bonde

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Mato Grosso

Cachorro “frentista” vira sensação em posto de combustíveis de MT

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Uniforme, crachá e muitas selfies. Essa é a nova rotina do cachorro Stopa que, nesta segunda-feira (3), foi “promovido” de cão de abrigo para frentista de um posto de combustíveis de Sinop.

Aliás, a julgar pelo sucesso que ele tem feito com os clientes, logo Stopa vai ocupar o cargo de gerente de marketing. A presença dele na empresa tem atraído mais motoristas interessados em abastecer no local. O gerente do posto, Daniel Trindade contou que Stopa chegou por meio de uma cliente, que o ofereceu para adoção. Ela é voluntária na Associação Protetora dos Animais do Município de Sinop (Apams).

“Todos se apaixonam. Ele é super mansinho e carinhoso. Faz a alegria aqui. O uniforme o identifica e gera curiosidade dos visitantes”, conta Daniel.

A oferta foi recebida sem pensar duas vezes. É que o posto já teve um mascote canino, que apareceu por lá, possivelmente, depois de fugir de sua casa original.

Após aparecer em uma reportagem na televisão, os donos – duas crianças – o localizaram e foram buscar o cãozinho, que voltou para o antigo lar. Stopa herdou, além do cargo, caminha e uma área verde para brincar. Em horários de baixo movimento, é autorizado a circular pelo pátio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte:OLivre

 

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