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Nuvem de gafanhotos faz Ministério da Agricultura declarar emergência

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Nuvem de gafanhotos


A nuvem de gafanhotos  que mobiliza as redes sociais desde o começo da semana se aproxima do Brasil podendo atingir os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Cantarina levando o Ministério da Agricultura a declarar estado de emergência  fitossanitária. 


A portaria Nº 201, DE 24 DE JUNHO DE 2020 que declara emergência foi publicada na madrugada desta quinta-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU), assinada pela ministra Tereza Cristina Correa da Costa Dias.

“Declara estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto da praga Schistocerca cancellata nas áreas produtoras dos Estado do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, para implementação do plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais”, diz o texto.

Neste momento a nuvem de gafanhotos ainda está na Argentina, mas avança em direção ao Brasil e está a 130 km em linha reta de atingir o município de  Barra do Quaraí, no oeste do Rio Grande do Sul, de acordo com o último levantamento do governo argentino. O dia da chegada da praga ao Brasil vai depender das condições climáticas dos estados do sul nos próximos dias.

O governo federal estuda a utilização de 400 aviões agrícolas para controle dos insetos para conter a praga . O sindicato que representa as empresas de aviação agrícola (Sindag) colocou à disposição do Ministério da Agricultura os 426 aviões pulverizadores que o Rio Grande do Sul possui. O Brasilpossui a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, com 2280 equipamentos.  

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MP de Rondônia apura fraude no tratamento da Covid-19

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Agência Brasil

Pacientes de Covid-19 em hospital de Rondônia
Daiane Mendonça/Governo de Rondônia

Pacientes de Covid-19 em hospital de Rondônia

O Ministério Público de Rondônia informou, nesta terça-feira (26), que está apurando a suposta fraude na divulgação do número de leitos para tratamento da Covid-19  no estado. Em nota, o órgão disse que a discrepância nos dados pode ter ocorrido para “evitar que o estado regredisse de fase” no plano de enfrentamento à pandemia. 

De acordo com a avaliação preliminar do MP, a suspeita é de adulteração nos relatórios diários que foram divulgados nos dias 6 e 8 deste mês pelos órgãos locais. Segundo o MP, teriam sido inseridos na contagem leitos que não estavam disponíveis por falta de médicos . Os fatos serão investigados por meio de um inquérito civil público. 

“A conduta fez com que a capital regredisse da fase 3 para a fase 2 , enquanto que, se tivessem sido utilizados dados reais, haveria retrocesso direto para a fase 1, que é a mais restritiva. Tal prática foi aplicada em outra ocasião, quando, apesar de haver leitos disponíveis em relatório, inexplicavelmente, mais de 30 pacientes aguardavam em fila por UTI no estado”, afirma o MP. 

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RJ: operadora corta internet do governo e justiça determina retorno do serviço

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Durante pandemia, Detran-RJ retoma atendimentos gradualmente em postos
Detran-RJ / Divulgação

Durante pandemia, Detran-RJ retoma atendimentos gradualmente em postos

O Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) determinou que a operadora de telefonia Oi restabeleça os serviços de internet do governo do estado do Rio, que foram interrompidos no final da noite de segunda-feira (25). O corte afeta sistemas do Detran , incluindo identificação civil, além das secretarias de Educação, Fazenda, Polícia Militar, Polícia Civil e a própria sede do governo estadual. A liminar foi concedida após uma ação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

De acordo com a PGE, o corte afeta mais de cinco mil pessoas que seriam atendidas pelo Detran nesta terça-feira, além de causar prejuízo ao atendimento em todas as delegacias do estado e aos sistemas de matrícula da rede estadual de ensino.

O contrato emergencial com a operadora de telefonia foi firmado em junho do ano passado, e tinha validade até o dia 14 de dezembro de 2020. Segundo a ação da PGE, uma sindicância interna identificou indícios de sobrepreço de até 40 vezes nos valores, como revelou a coluna do jornalista Guilherme Amado, da ÉPOCA, em comparação com contratos feitos por outros órgãos estaduais.

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Segundo a procuradoria, uma sindicância foi instaurada no final de outubro do ano passado, e só no fim de novembro o Tribunal de Contas do Estado (TCE) autorizou a licitação definitiva para os serviços de internet e telefonia. Ainda de acordo com a PGE, não havia tempo hábil para a substituição dos serviços até o fim do contrato emergencial, em 14 de dezembro, e o Governo teria iniciado uma negociação para que ele fosse prorrogado com valores menores até a conclusão da licitação, marcada para o início de fevereiro.

“Mesmo após diversas reuniões e tentativas de formalização de novo contrato emergencial com preço de serviços compatíveis com o mercado, a demandada, ciente de que aos autores não havia alternativa a não ser a contratação emergencial, insistiu nos exorbitantes valores”, diz a ação. O documento destaca ainda que o contrato emergencial previa a continuidade dos serviços até a substituição por outra empresa escolhida em licitação.

Outro lado

Em nota, a operadora Oi afirmou que a iniciativa de não renovar o contrato foi do governo do Rio. “Sem suporte contratual, e a despeito de todas as comunicações formalmente enviadas pela Oi a Proderj e ao Governo do Estado, a Oi se viu obrigada a descontinuar a prestação do fornecimento de linhas telefônicas e links de dados que atendem áreas administrativas do Governo. A companhia manterá, mesmo sem contrato, os serviços ativos considerados essenciais à população, como os que atendem aos bombeiros, polícia militar e civil, hospitais, presídios e Degase”, diz a nota.

Segundo a operadora, o governo acumulou cerca de R$ 300 milhões em dívidas, e está à disposição para renegociar os valores e contratos. “A Oi esclarece que, há meses, tem realizado diversas tratativas para que a inadimplência e o encerramento dos contratos existentes não gerem impacto na prestação de serviço, não tendo obtido sucesso”, completa

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