conecte-se conosco


Economia

Número de pessoas em extrema pobreza cresce e chega a 15,2 milhões no Brasil

Publicado


Extrema pobreza no Brasil aumentou de 6,6% para 7,4%, de acordo com o IBGE
Agência Brasil/Fernando Frazão
Extrema pobreza no Brasil aumentou de 6,6% para 7,4%, de acordo com o IBGE

O número de pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil cresceu em 2017, atingindo 15,2 milhões. Os dados são da Síntese dos Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento do IBGE, a quantidade de pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil
passou de 13,5 milhões em 2016 (ou seja, 6,6% da população) para 15,2 milhões em 2017 (7,4% da população). Atualmente, o País tem 207 milhões de pessoas.


O salto, que representa um crescimento de 13% e de quase dois milhões de pessoas em um ano, é calculado a partir da definição de extrema pobreza
do Banco Mundial (BM), que considera pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia (cerca de R$ 7,33), o equivalente a R$ 140 por mês.

A pesquisa também avaliou o número de pessoas atingidas pela pobreza, que abrange brasileiros com rendimento inferior a US$ 5,5 por dia (cerca de R$ 21,23), o equivalente a R$ 406 mensais.  
Entre eles, o crescimento foi de quase 4%: eram 52,8 milhões de pobres em 2016 (25,7%) da população) que, em 2017, somaram 54,8 milhões (26,5% da população total).

Pobreza no Brasil é maior no Nordeste


Entre as pessoas em situação de pobreza no Brasil, quase metade mora no Nordeste
Agência Brasil/Fernando Frazão
Entre as pessoas em situação de pobreza no Brasil, quase metade mora no Nordeste

Entre as cinco regiões do País, o nordeste é o que apresenta o maior número de pessoas tanto em situação de extrema pobreza (renda de até R$ 140 por mês)  quanto de pobreza (renda de R$ 406 mensais). 

Leia mais:  Bolsonaro comemora concessão de rodovia e fala em geração de 4 mil empregos

São 14,7% dos nordestinos que estavam vivendo em extrema pobreza em 2017 contra 13,2% no ano anterior. Entre a população em situação de pobreza, o Nordeste abrange quase metade do índice: tem mais de 25 milhões de nordestinos nessas condições, enquanto o número total do Brasil é de 54,8 milhões.

*Em atualização

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Governança corporativa como sistema de gestão; entenda

Publicado

por

Os princípios e práticas de boa Governança Corporativa aplicam-se a qualquer tipo de organização, independente do porte, natureza jurídica ou tipo de controle (3º setor, cooperativas, sociedades limitadas e sociedades anônimas).

Leia também: Empreender e Inovar – É preciso ter criatividade , foco e grandes ideias



Governança corporativa é primordial para todas as empresas
shutterstock
Governança corporativa é primordial para todas as empresas

Governança Corporativa
é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, envolvendo os relacionamentos entre proprietários, Conselho de Administração, Diretoria e órgãos de controle.

As boas práticas de Governança Corporativa convertem princípios em recomendações objetivas, alinhando interesses com a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização.

Desta forma, Transparência passa ser a palavra de ordem. Mais do que a obrigação de informar é o desejo de disponibilizar as partes interessadas, e aqui incluem-se os “agentes” acionistas, funcionários, investidores, bancos, clientes, fornecedores e etc.

Informações claras e objetivas que resultem em um clima de confiança, tanto internamente quanto nas relações da empresa com terceiros devem ser absoluta prioridade, portanto, não deve restringir-se ao desempenho econômico-financeiro, contemplando também demais fatores (Inclusive intangíveis) que norteiam a ação gerencial.

Leia também: Raio-x corporativo: Com que você gasta sua energia na empresa?

Sendo assim, normalmente os objetivos da Governança Corporativa são: Posicionar a empresa entre as “boas empresas” para se investir, envolver gestores e colaboradores na busca contínua dos processos que lhes são afetos, provocar a mudança de “Cultura”, onde todos entendam a real necessidade de Transparência
, da ética de da busca por tudo que é virtuoso.

Leia mais:  Receita abre consulta a lote da malha fina do IR

Governança Corporativa – Transparência, Princípios Éticos e Reputação

Os princípios éticos correspondem ao ambiente institucional informal estabelecido por “regras” que permitam a condução dos negócios de forma legal, transparente e com objetivos claros a serem atingidos. A reputação da empresa juntos aos “agentes” não se consolida apenas pela imagem que ela transmite aos mesmos, mas sim por um esforço coletivo (e aqui representa gastos/custos com a implantação) e uma apresentação clarificada do seu modelo de gestão. Desta forma, a reputação pode ser construída com palavras ou com ações, enquanto as palavras custam menos, as ações costumam ter mais impacto.

A Transparência na condução dos negócios implica em adoção de “gestão profissional” através da delegação (integral/parcial) criteriosa da gestão (sobretudo a gestão executiva) pelo controlador a profissionais experientes, motivados e intimamente comprometidos com as metas e resultados a serem alcançados, devendo ainda contribuir para a melhoria da imagem e do desempenho (fontes de fornecimento, escoamento da produção e margens de resultado) da organização, favorecendo sua longevidade, função social e, enfim, gerando maior valor aos acionistas.

Governança Corporativa como referência e modelo de Organização para empresas em crescimento

Você investiria seu dinheiro em uma empresa sem um modelo Transparente de gestão
?

Você confiaria em uma empresa que não apresenta de forma clara sua metas e objetivos a serem alcançados?

Leia também: Saiba como Empreender e ter Sucesso

Leia mais:  Bolsonaro comemora concessão de rodovia e fala em geração de 4 mil empregos

Como citado, a Governança Corporativa
é sinônimo de Transparência.  A implantação deste modelo de gestão implica em investimentos/custos elevados. Ressaltei no início que todas as empresas deveriam buscar este modelo, mas de acordo com a limitação financeira de cada uma, pelo menos devem buscar exemplos positivos de gestão que pavimentem o crescimento de sua empresa de forma sustentável e confiável, pois quando chegar o momento de consolidação de mercado e participação relevante no mesmo através do seu próprio crescimento, a Cultura da empresa já estará alinhada com as melhores práticas de Administração.

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Doria vai buscar comprador para fábrica da Ford no interior paulista

Publicado

por



Valter Campanato/Agência Brasil
“Até o final deste ano os empregos [na fábrica da Ford] estão assegurados”, anunciou o governador João Doria (PSDB)

Após o anúncio do fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo (SP), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), se reuniu nesta quinta-feira (21) com o CEO da Ford América do Sul, Lyle Watters. Após o encontro, Doria afirmou que, na semana que vem, o governo vai buscar um comprador para a fábrica para manter os empregos.

Leia também: Ford anuncia fechamento de fábrica em São Paulo e fim do Fiesta no Brasil


“Foi uma reunião longa e dura”, disse Doria à imprensa. “[Decidimos] que governo de São Paulo vai buscar comprador para essa fábrica da Ford
para a preservação dos empregos, ainda que com uma nova marca assumindo o parque industrial”, acrescentou.

Segundo Doria, não há preocupação imediata dos funcionários da montadora porque o fechamento da fábrica acontecerá de forma gradual, ao longo de 2019. “[A operação] Vai continuar normalmente. Até o final deste ano os empregos estão assegurados, mas vamos, de forma célere, buscar um potencial comprador para essas instalações”,  disse o governador.

O tucano ainda garantiu que a fábrica de Taubaté, onde há 1,6 mil trabalhadores, e as sedes de Tatuí e Barueri, com 270 e 170 funcionários, respectivamente, não serão afetadas. O centro administrativo da montadora em São Bernardo do Campo
também será mantido, segundo anunciado pela Ford e confirmado por Doria.

Leia mais:  Guedes e Maia reúnem-se hoje à tarde no Ministério da Economia

Leia também: Doria volta a falar em privatização do Porto de Santos, aeroportos e rodovias

A reunião aconteceu no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Também estiveram presentes o vice-presidente de Assuntos Governamentais, Comunicação e Estratégia da Ford na América do Sul, Rogelio Golfarb; o vice-governador e secretário de governo, Rodrigo Garcia; o secretário da Fazenda e Planejamento, Henrique Meirelles
; o assessor da secretaria da Fazenda e Planejamento, Gustavo Ley; e o prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando (PSDB).

Sindicatos de fora


Sindicalistas criticaram o governo paulista e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião
Roberto Parizzoti/CUT
Sindicalistas criticaram o governo paulista e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião

Nenhum representante de sindicato dos trabalhadores foi convidado ao encontro. Em vídeo divulgado no site do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente Wagner Santana criticou o governo e a Ford por não convidarem os trabalhadores para participar da reunião.

“Ficamos sabendo, através da imprensa, que ocorrerá uma reunião com o governador, o presidente da empresa e também o prefeito da cidade. Solicitamos que a gente pudesse, como trabalhadores, os mais afetados por essa decisão, participar dessa reunião. Recebemos o retorno do gabinete do governador dizendo que eles não nos queriam”, disse o sindicalista.

Leia também: Sindicatos anunciam protestos e pressão a deputados contra nova Previdência

João Doria
confirmou que o governo não convidou os sindicalistas para participar da reunião. “Não foi feito convite porque não era o momento para ter o sindicato participando da reunião. Primeiro, precisávamos ter o diagnóstico. Saímos de uma reunião de forma positiva. Agora, temos um cenário melhor, mais tranquilizador. Oportunamente eles serão convidados”, afirmou.

Leia mais:  Bolsonaro comemora concessão de rodovia e fala em geração de 4 mil empregos

A decisão da Ford


A Ford vai encerrar as atividades em São Bernardo do Campo e deixará o mercado de caminhões na América do Sul
Divulgação/Ford
A Ford vai encerrar as atividades em São Bernardo do Campo e deixará o mercado de caminhões na América do Sul

A Ford anunciou, na última terça-feira (19), que vai encerrar as atividades na fábrica de São Bernardo do Campo e que deixará o mercado de caminhões
na América do Sul. No Brasil, deixará de comercializar as linhas Cargo, F-4000, F-350 e Fiesta, assim que terminarem os estoques. A planta de São Bernardo será desativada ao longo de 2019.

Além da fábrica no interior paulista, a Ford tem outras duas em Camaçari (BA) e Taubaté (SP), e um campo de provas em Tatuí (SP). Em São Bernardo do Campo há 2.800 empregados, segundo o sindicato da categoria. “Sabemos que essa decisão terá um impacto significativo sobre os nossos funcionários e, por isso, trabalharemos com todos os nossos parceiros nos próximos passos”, disse Lyle Watters, CEO da Ford América do Sul.

Leia também: Os números que explicam o que levou a Ford a fechar sua fábrica em São Paulo

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a decisão da Ford
afetará cerca de 4 mil trabalhadores diretos e terceirizados. Após uma assembleia realizada na terça-feira (19), os trabalhadores decidiram entrar em greve. Uma nova assembleia foi marcada para próxima terça-feira (26).


*Com informações da Agência Brasil

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana