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Número de linhas pós-pagas cresce e celulares que usam 4G são maioria no Brasil

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Anatel registra crescimento de linhas pós-pagas nos celulares de todo o Brasil no acumulado dos últimos 12 meses
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Anatel registra crescimento de linhas pós-pagas nos celulares de todo o Brasil no acumulado dos últimos 12 meses

O número de celulares com linhas pós-pagas cresceu no último ano Brasil. De acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (1ª) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), foi registrado aumento de 13,16% nas contratações desse modelo de serviço no período entre setembro de 2017 e setembro de 2018.

Leia também: Celulares irregulares de dez estados começarão a ser bloqueados pela Anatel

Os dados confirmam a tendência observada nos últimos meses de mudança das linhas pré-pagas para as linhas pós-pagas
, que, em tese, são mais caras. Em julho deste ano, a agência informou que 59% eram do sistema pré-pago e 41% eram linhas de celular pós-pagas. Tudo indica que, no próximo levantamento, a distância entre os sistemas será menor.

Aparelhos celulares que usam tecnologia 4G
 já correspondem a mais da metade do mercado, (54% do total), com mais de 125 milhões de linhas. O ranking dos sistemas mais utilizados pelos brasileiros é completado pelo 3G, com 63 milhões (27%); pelo 2G, 26 milhões (11%); e pelas linhas voltadas a aplicações máquina-máquina (M2M), que totalizam 18 milhões de unidades, respondendo por 8% do mercado.

Leia também: Telefonia fixa continua em queda no país e despenca 4,42% em relação a 2017

Ainda de acordo com a Anatel
, o Brasil registrou 234,25 milhões de linhas móveis em operação em setembro de 2018. Esse número indica redução de 111.806 linhas ante o mês imediatamente anterior. Nos últimos 12 meses, a redução já chega a 6,8 milhões de linhas no País, o que poderia preocupar as operadoras de telefonia móvel.

No entanto, o que equilibra a situação é a transferência de pré-pagos para pós-pagos. Como o segundo sistema é mais caro, mesmo com a redução de linhas no geral, não há grandes deficits por conta disso.

O estado de Roraima, contrariando a tendência nacional, registrou o maior aumento no número de linhas percentualmente. Ao todo, houve entrada de 38.406 novas linhas móveis, o que representa aumento superior a 8% na comparação entre os meses da pesquisa dos últimos 12 meses, que vai de setembro de 2017 e 2018. 

Leia também: Tecnologia 4G já é utilizada por mais de 50% dos usuários brasileiros

Amazonas, Espírito Santo, Pará e Acre também registraram aumento no número de linhas, enquanto todos os demais estados e o Distrito Federal apresentaram redução. A maior queda do Brasil foi vista justamente no estado que abriga a capital federal, Brasília, que teve uma redução de 431.014 entre linhas pré-pagas e linhas pós-pagas
, valor equivalente a 8,4%.

*Com informações de Agência Brasil 

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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