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Novo Mercedes-Benz GLB é revelado por completo, com sete lugares

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Mercedes-Benz GLB
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Mercedes-Benz GLB acaba de ser revelado por completo, já em sua versão final, com sete lugares e novas tecnologias

Após dois meses depois da revelação do conceito no Salão de Pequim (China), a Mercedes-Benz mostra versão final do inédito GLB. Mesmo com a mesma plataforma MFA II, da linha compacta de Classe A Sedan, Classe B e CLA, tem capacidade para levar até sete ocupantes. Com isso, vai se posicionar acima do GLA e logo abaixo do GLC. A produção do SUV será na na China e México, com previsão de chegar ao Brasil em 2020.

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Visualmente, o Mercedes-Benz GLB é praticamente igual ao protótipo, que foi pensado para ser uma releitura mais quadrada do maior Mercedes GLC . A dianteira é mais vertical e traz faróis retangulares com bordas arredondadas. Já o capô é longo, com linhas que realçam sua robustez.

As laterais são mais suaves e se destacam por detalhes discretos, exemplo do terceiro vidro com base ligeiramente mais elevada que os demais. O caimento do teto é suave e pensado para não prejudicar o espaço para as cabeças na terceira fileira. Já a traseira é bem reta e conta com lanternas horizontais, formadas por blocos de LEDs.

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Para adiantar um pouco mais das dimensões do Mercedes GLB , mede 4,62 metros de comprimento, 1,82 m de largura, 1,65 m de altura e 2,83 m de entre-eixos. O porta-malas vai de 560 litros a 1.755 l. E como principais rivais, o novo GLB terá Volvo XC60, Audi Q3, BMW X1 e o novo Discovery Sport. No interior, segue a tendência das novidades da marca.

O painel de instrumentos digital se funde com a central MBUX em duas telas e a central multimídia foi atualizada, porém continua a ser ativado ao falar “Hey, Mercedes”. Entre outros equipamentos, tem à disposição inúmeros recursos de ajuda ao condutor, como controle de cruzeiro adaptativo, assistente de mudança de faixa e estacionamento semi-autônomo.

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Mecânica e estrutura

Mercedes-Benz GLB
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Interior foi pensado para oferecer acabamento superior ao dos rivais, além do sistema de conectividade atualizado

O SUV médio também usa as motorizações da gama compacta. Inicialmente foram mostradas as versões GLB 200 e GLB 250. A primeira traz o motor 1.3 turbo, de 150 cv, câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas. São números para acelerar de zero a 100 km/h em 9,1 segundos. Já a segunda versão é equipada com o 2.0 turbo, de 224 cv e 35,7 kgfm e câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas, com zero a 100 km/h em 6,9 segundos.


O Mercedes-Benz GLB foi projetado em cima da arquitetura de tração dianteira, mas também terá opção de tração integral 4Matic. Esse sistema distribui variavelmente a força às quatro rodas, em função do modo de condução selecionado. No Eco/Comfort, a proporção é de 80:20, sendo 80% para a dianteira e 20% para a traseira. No Sport, a conta pula para 70:30. Já no Off-Road fica 50:50, com o torque repartido igualmente entre os eixos.

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Fonte: IG Carros
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Com lançamento previsto para o fim do ano, Audi SQ8 é apresentado com 435 cv

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Audi SQ8
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Audi SQ8 será o SUV mais veloz da marca, mas não deixará de lado os atributos luxuosos

Depois de um vídeo flagra no ano passado, a Audi finalmente lança o SQ8, versão mais esportiva do SUV-cupê topo de linha. Como um integrante autêntico da “família” S, se baseia no modelo convencional, mas adiciona itens esportivos. No caso, quatro saídas de escape, entradas de ar redesenhadas e as rodas de 22 polegadas, opcionais. Por dentro, os assentos são revestidos de Alcantara e couro, além das inscrições S. Entre outros itens, o carro também vem com pedaleiras de aço inox e soleiras de portas de alumínio.

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Debaixo do capô, o SQ8 usa o mesmo 4.0 V8 biturbodiesel do  SQ7 . Com isso, o SUV-cupê da Audi produz 435 cv e brutais 91,8 kgfm de torque já a 1.000 rpm. O movimento vai às quatro rodas através de um câmbio automático de oito marchas.

Além disso, traz um sistema híbrido leve, pensado especificamente para impulsionar a novidade em velocidades abaixo dos 22 km/h. Funciona através da alimentação por uma bateria de 48V, que também abastece o compressor elétrico, ajudando os turbos em baixas rotações e em acelerações de baixa velocidade.

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Desempenho esportivo

Audi SQ8
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Foi desenhado com linhas agressivas, mas que não abandonam os ares conservadores dos veículos da fabrivante alemã

O resultado de toda essa tecnologia agregada é uma aceleração até 100 km/h em 4,8 segundos e velocidade máxima limitada eletronicamente de 250 km/h. E para garantir que os ocupantes irão conseguir chegar à salvos em casa, o sistema de freios é composto de série pelo conjunto de pastilhas e discos de carbono e cerâmica e pinças vermelhas.

Entre outros equipamentos, vem de série com suspensão adaptativa a ar, com um modo dinâmico extra no seletor de condução Drive Select. O esterçamento das quatro rodas é um opcional, assim como o conjunto que inclui um diferencial esportivo e barras estabilizadoras ativas.

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Mesmo que não se fale muito em Brasil por enquanto, o Audi SQ8 começa a ser vendido na Europa no fim do ano. A versão a gasolina V6 3.0 TFSI chegará em mercados como o dos Estados Unidos. Ainda não se falam em preços, mas é esperado algo em torno de 85.000 euros (R$ 370 mil).

Fonte: IG Carros
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Descobrimos como é ser dono de um carro híbrido seminovo no Brasil

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Prius
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O Toyota Prius é carro híbrido mais vendido no mundo e já está presente no mercado brasileiro

Você toparia desembolsar R$ 85 mil em um Toyota Prius 2017 que já sofreu sua depreciação mais abrupta? É quase o preço de um VW Polo Beats novinho. Muitas pessoas até consideram, mas ainda ficam apreensivas com os custos de se manter um carro híbrido seminovo no Brasil. Enquanto o debate sobre eletrificação ganha espaço entre as empresas de mobilidade, alguns motoristas já se arriscam na compra de um usado. Estes são os “early adopters” da nova tecnologia de segunda mão no Brasil.

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Apenas contextualizando o termo, os “early adopters” são os primeiros alvos de qualquer inovação. Eles estão na primeira etapa do que, no meio do marketing, é chamado de “curva de adoção”. Ou seja, pessoas que absorvem mudanças, se engajam em novidades e estão à frente de todos os avanços tecnológicos.

Portanto, ainda que o mercado de híbridos seminovos seja nebuloso, eles não têm medo de enfrentar as novidades. “É um segmento pequeno, de frota quase irrelevante no Brasil”, destaca Alessandro Rubio, supervisor de pesquisa e conteúdo do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária). “Entre os 65 milhões de veículos de passeio que circulam no território brasileiro, apenas 12 mil são híbridos ou elétricos. Ainda não temos um mercado sólido para compreender como ele funciona”

Os proprietários também explicam os seus motivos. “Eu gosto muito de tecnologia, e quis experimentar a dirigibilidade e o silêncio do motor elétrico”, diz Clayton Oliveira, de São Paulo (SP), proprietário de um Toyota Prius 2015 há cinco meses. “Levei em conta que economizaria combustível e não teria rodízio na capital paulista”

Clayton também diz que não teve medo de trocar seu Hyundai Elantra por um Prius, e conta com a popularização da nova tecnologia para o futuro. “O sedã marcava 8,5 km/l de média, enquanto o híbrido faz 18 km/l. Meu único receio é a hora da revenda. Sei que será mais difícil, pois é um gosto bem específico. Como carros elétricos e híbridos estão cada vez mais conhecidos, acredito que isso será acelerado com o tempo”, diz ele. “Só trocaria meu Prius por outro híbrido”.

De fato, o mercado de híbridos e elétricos está em uma crescente. De acordo com a Anfavea (Associação Nacional de Distribuição de Veículos), a categoria cresceu 5% entre janeiro e maio de 2019. A maior parte dos modelos mostrados no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado já chegaram às lojas, ou estão disponíveis para encomendas. Além disso, muitas frotas apostaram no Renault Zoe como opção de aluguel.

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Prius de gravata

Lexus CT 200 h
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O Lexus CT 200h é o único hatch médio híbrido do Brasil. A Volkswagen virá atrás, com o futuro Golf GTE

Com tantas opções, muitas pessoas já se sentem confortáveis para comprar o segundo ou terceiro veículo híbrido. É o caso de Michiro Kaizu, morador de Curitiba (PR). “Fui proprietário de um Prius 2016. Minha real intenção era comprar o Corolla Altis, mas como conhecia a tendência dos modelos híbridos, acabei optando por ele”, conta. “Existem alguns pecados no que diz respeito ao refinamento interno e qualidade dos materiais do Prius. Acabei trocando o Toyota aos 46 mil quilômetros por um Lexus CT 200h , que tem o mesmo motor”.

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“Ainda que seja mais luxuoso, o CT 200h também peca em alguns tópicos. Seu consumo é um pouco pior na comparação com o Prius e o freio de estacionamento é um pedal, além de não contar com Apple CarPlay”, finaliza Michiro.

Nos classificados online, já encontramos unidades 2017 do CT 200h por algo na casa dos R$ 100 mil. O preço pode variar, de acordo com o estado de conservação e quilometragem, mas ainda pode ser uma boa escolha pelo custo-benefício.

Ele traz o confiável 1.8 a gasolina (com 99 cv de potência), junto de outra unidade elétrica que gera a força combinada de 136 cv. Por conta do ciclo Atkinson, o conjunto retarda ao máximo o fechamento das válvulas de admissão, reduzindo o esforço do pistão para chegar ao seu ponto mais alto. Dessa forma, o Inmetro diz que o CT200h é capaz de aferir números como 15,7 km/l na cidade – onde se sente mais confortável – e honestos 14,2 km/l na estrada.

Os números de consumo são ótimos, mas como foi dito pelo proprietário nos parágrafos acima, o Prius ainda é melhor com 18,9 km/l na cidade e 17 km/l na estrada.

Fique atento!

híbrido
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Alguns carros híbridos, como Mini Countryman e Porsche Cayenne, contam com kit de recarga

Para o supervisor de pesquisa do CESVI, existem alguns cuidados especiais na hora de adquirir um veículo híbrido seminovo. “Além de todos os detalhes sobre estado de revisões, conservação e funilaria, o cliente deve ficar atento à quilometragem e o tempo de uso da bateria”, diz Rubio. “Se for um veículo plug-in , o kit de recarga fornecido pela montadora precisa estar no porta-malas”.

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De acordo com ele, o futuro proprietário também precisa estar esperto aos componentes originais do carro. Se a roda de um veículo híbrido for trocada por outra de diâmetro diferente, por exemplo, ele poderá gastar mais combustível.

“Ainda é difícil apontar dados sólidos sobre reparabilidade uma vez que a demanda por eles é baixíssima. Mas os motores a combustão de veículos híbridos são menos acionados e, dessa forma, evitam desgastes mecânicos. Ou seja, o tempo de vida útil do motor a combustão de um carro híbrido é maior”, diz Rubio.

Híbridos nos aplicativos de corrida

Uber
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Parceiro do Uber conta suas experiências com o Toyota Prius 2013 e compara despesas com outros veículos

O motorista João Miguel, de Santos (SP), utiliza um Toyota Prius 2013 seminovo para suas corridas desde dezembro do ano passado. Além de dirigir para Uber e 99 há três anos, também presta serviço para uma seguradora e empresas de home care. “Iniciei nos aplicativos com um New Fiesta 2012 que era muito econômico e confortável, mas, infelizmente, me roubaram. Troquei por uma Chevrolet Spin LTZ, de sete lugares, que também agradou, mas acabei gastando uma fortuna na conversão para o kit-GNV”, diz o motorista. “O Prius já era um sonho de consumo antigo”.

No segundo mês com o veículo, João Miguel enfrentou os primeiros empecilhos mecânicos. “Tive um problema sério no sistema de tração e regeneração do Prius. Levei o carro até a oficina da Toyota, onde orçaram um reparo de R$ 20 mil”, lamenta o motorista. “Entrei em contato com a concessionária que me vendeu o carro e acabaram resolvendo o problema por completo, mas fiquei 30 dias sem ele. O prejuízo foi enorme.”

Apesar dos problemas, o motorista continua satisfeito com o seu Toyota Prius. De acordo com ele, a Spin tomava algo entre 35 e 45% dos ganhos brutos no mês em despesas, enquanto o Prius leva de 5 a 15%. “Mesmo com os problemas inconvenientes que tive no começo, eu compraria outro Toyota Prius no mesmo estado e condições. Não teria a Spin de volta”.

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As pessoas que conversaram com nossa reportagem, compartilhando suas experiências sobre seus veículos híbridos, parecem bem satisfeitas. Ao fim do ano, finalmente teremos um carro que figura no “top 10” do ranking de vendas do Brasil com uma versão híbrida, o novo Corolla. As vendas da categoria deverão ser alavancadas com a sua chegada, aumentando a confiabilidade dos modelos híbridos seminovos no futuro.

Fonte: IG Carros
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