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Novo laboratório tem o maior nível de biossegurança para patógenos agrícolas e animais

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai inaugurar no dia 7 de dezembro, em Campinas (SP) o primeiro laboratório da América do Sul de alta segurança para diagnóstico de doenças aviárias, localizado dentro do Laboratório Nacional Agropecuário (Lanagro/SP). O novo centro de análises possui nível de biossegurança 3 AG (agricultura), o mais alto nível de biossegurança para laboratório que trabalha com patógenos agrícolas e animais.

A nova unidade irá aumentar a capacidade de diagnóstico do Lanagro, possibilitando melhor atendimento ao setor produtivo nacional e internacional. O projeto foi focado na identificação de doença de aves, mas concebido para ser multipropósito, podendo ser utilizado para diagnóstico de outras doenças dos animais, em caso de necessidade.


Nos 300 metros quadrados de área biocontida (que impede escape de vírus), será executado, de forma segura, o circuito completo de isolamento e definição do grau de multiplicação de microrganismos. A utilização de métodos moleculares possibilitará a identificação rápida de doença em caso de emergência sanitária.

Além de ser unidade de referência para o diagnóstico animal, o laboratório pode apoiar pesquisas acadêmicas, resultando na descoberta de novas vacinas e métodos de detecção de doenças.

A localização da unidade é estratégica, devido a sua proximidade com o Aeroporto Internacional de Viracopos, que agiliza o recebimento de amostras para análise laboratorial.

O Lanagro SP, onde foi instalada a nova unidade, já é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como um dos dez laboratórios do mundo a atuar como referência no diagnóstico da Influenza Aviária e Doença de Newcastle.

Leia mais:  ETANOL/CEPEA: Pela segunda semana, hidratado e anidro sobem no mercado paulista

Hub Laboratorial

A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) trabalha na implantação do sistema Hub Laboratorial para centralizar todas as informações de amostras dos seis Lanagros existentes e da rede de 450 laboratórios credenciados no país. A cada ano, são feitas cerca de 33 milhões de análises laboratoriais pela rede do Mapa e credenciados. O secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, avalia que o Hub irá proporcionar maior grau de transparência, reivindicado por importadores. O sistema é voltado ao combate de fraudes ou quaisquer desvios de finalidade em análises laboratoriais. O foco inicial do sistema são as análises de Salmonella e Listeria em carcaças de frango.

O Hub Laboratorial vai rastrear as amostras desde a coleta na propriedade até o resultado final da análise. As informações serão acessadas em tempo real, com acompanhamento da custódia da amostra (guarda), manutenção do material, insumos aplicados, análises realizadas, permitindo o controle e a auditoria de todas as ações envolvidas. Os laboratórios, por sua vez, poderão planejar melhor seu trabalho.

Mais informações à Imprensa
Coordenação geral de imprensa
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Investimentos do Plano Agrícola e Pecuário têm crédito adicional de R$ 791 milhões

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Os produtores rurais terão mais R$ 791 milhões para seus investimentos no Plano Agrícola e Pecuário 2018/19, com a autorização de remanejamento de verbas, dada pelo BNDES, por solicitação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A medida é destinada a atender a demanda por empréstimos que superou os R$ 40 bilhões (somadas todas as fontes de recursos além do BNDES) que estavam programados para os investimentos nesta safra.

O Moderfrota receberá o maior volume de recursos com injeção de R$ 470 milhões (R$ 390 milhões com juros de 7,5% ao ano e R$ 80 milhões com taxas de 9,5% anuais). O segundo maior beneficiado foi o Programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono) demais finalidades com R$ 95 milhões; Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) com R$ 76 milhões; o Prodecoop com R$ 43 milhões; Moderagro, R$ R$ 29 milhões; Pronamp Investimento, Moderinfra e Inovagro R$ 26 milhões para cada um.


 Os juros aplicados as linhas são de 5,25% e 6% anuais no PCA; 6% a/a no Pronamp, ABC e Inovagro; 7% no Moderinfra, Moderagro e Prodecoop. O prazo de carência médio é de três anos.

 Segundo o diretor do Departamento de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola, Wilson Vaz, “a medida concede fôlego adicional ao crédito de investimento, principalmente para o Moderfrota, cuja expectativa de contratações é alta, por ocasião das próximas feiras agropecuárias, que intensificam a venda de máquinas e implementos agrícolas”.

 

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A divisão dos R$ 791 milhões a seguir:

 • Pronamp Investimento: R$ 26 milhões

• Moderagro: R$ 29 milhões

• Moderfrota à taxa de 7,5% a.a.: R$ 390 milhões

• Moderfrota à taxa de 9,5% a.a.: R$ 80 milhões

• Prodecoop: R$ 43 milhões

• Programa ABC demais finalidades: R$ 95 milhões

• Inovagro: R$ 26 milhões

• PCA: R$ 76 milhões

• Moderinfra: R$ 26 milhões

 

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (20) e pode ser acessada neste link: http://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/64161131

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

 

Fonte: MAPA GOV
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Ministra afirma que questão do leite em pó está superada

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A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, afirmou nesta quinta-feira (21) que a questão da taxa de importação do leite em pó da União Europeia “está superada”. Em entrevista a jornalistas após a abertura do Seminário Boas Práticas de Fabricação e Autocontrole, a ministra disse que o assunto está sendo monitorado diariamente.

A ministra comentou que o tema foi tratado ontem em reunião com o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, e que “as coisas estão evoluindo muito bem”. Ela lembrou que problema maior do leite para o Brasil é com o Mercosul.


“Nós estamos aguardando uma resposta da União Europeia, se ela não responder, deverá vir da OMC (Organização Mundial do Comércio). E nós estamos caminhando. Para mim, a questão do leite com a União Europeia está superada. Nós temos outras questões no Mercosul, que é onde mais nos atinge. Na verdade, é o leite que vem da Argentina e do Uruguai”.

Tereza Cristina comentou que o governo brasileiro já conversou com com o governo da Argentina e o assunto está sendo analisado por um grupo de trabalho formado depois da visita da comitiva do país vizinho ao Brasil.

Tereza explicou que o aumento da tarifa do leite em pó proposto pelo Mapa há duas semanas ainda não saiu devido aos trâmites e procedimentos legais necessários para formalizar a sobretaxa. O governo está fazendo um acompanhamento diário sobre as guias de importação. O objetivo é saber se a aplicação de nova tarifa será necessária.

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A ministra confirmou que tratou também com o Ministério da Economia sobre problemas de importação de outras culturas, como o alho. Ela reiterou que os dois ministérios estão alinhados e farão reuniões frequentes para avaliar assuntos que tenham impacto no comércio exterior.

“Os dois ministérios têm que andar muito alinhados para que a gente trabalhe numa agenda de abertura, mas sabendo cada lado os prós e contras do encaminhamento dessas ações no mercado internacional”, comentou.

 

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Agricultura estuda medidas para minimizar impactos do fim do antidumping na produção de leite em pó

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
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Fonte: MAPA GOV
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