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Economia

Novo calendário de saques do auxílio começa nesta segunda; veja quem tem direito

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Leonardo Sá/Agência Senado

Saques do terceiro lote da primeira parcela do auxílio emergencial começam nesta segunda-feira (6)

Começa nesta segunda-feira (6) o calendário de saques em dinheiro da primeira parcela do auxílio emergencial. Isso mesmo, a primeira parcela. Enquanto milhões já receram os R$ 600 em três oportunidades , outros tantos começam a poder sacar os recursos ditos emergenciais somente três meses após o início do programa, em abril .

O terceiro lote da primeira parcela do auxílio estará disponível para saques em espécie e transferências a partir desta segunda para os nascidos em janeiro, grupo que reúne cerca de 400 mil pessoas, segundo a Caixa Econômica Federal, quem faz os pagamentos. Assim como nos pagamentos anteriores, os saques serão divididos pelos meses de nascimento dos beneficiários. Ao todo, vão receber o novo lote atrasado da primeira parcela cerca de 6,1 milhões de pessoas.

As liberações de saques e transferências, iniciadas nesta segunda (6), vão até o próximo dia 18 de julho, quando começam as retiradas do calendário original do auxílio, que engloba a maior parte dos inscritos no programa.

Além do terceiro lote, já há um quarto lote do auxílio emergencial . Para esse grupo, os depósitos terminaram no sábado (4), e os saques ainda não começaram. Confira o calendário do terceiro lote:

Terceiro lote – saques e transferências da 1ª parcela

  • 6 de julho – 400 mil nascidos em janeiro;
  • 7 de julho – 400 mil nascidos em fevereiro;
  • 8 de julho – 400 mil nascidos em março;
  • 9 de julho – 400 mil nascidos em abril;
  • 10 de julho – 400 mil nascidos em maio;
  • 11 de julho – 400 mil nascidos em junho;
  • 13 de julho – 400 mil nascidos em julho;
  • 14 de julho – 400 mil nascidos em agosto;
  • 15 de julho – 400 mil nascidos em setembro;
  • 16 de julho – 400 mil nascidos em outubro;
  • 17 de julho – 400 mil nascidos em novembro; e
  • 18 de julho – 500 mil nascidos em dezembro.

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Economia

Bolsonaro permite que Guedes teste apoio à nova CPMF, mas não defenderá imposto

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bolsonaro e paulo guedes
Marcos Corrêa/PR

Jair Bolsonaro decidiu dar chance para Paulo Guedes testar apoio a novo imposto no Congresso

O presidente Jair Bolsonaro, que sempre demonstrou resistência à criação de um  novo imposto nos moldes da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), decidiu dar sinal verde para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, teste a popularidade do tributo sobre transações digitais, a ‘nova CPMF’, no Congresso. A informação é do blog de Gerson Camarotti no G1 .

Apesar de dar a chance a Guedes, Bolsonaro não deve defender a nova CPMF publicamente, segundo auxiliares. “Se colar, colou. Mas o presidente não vai ficar levantando a bandeira da volta da CPMF ou algo do gênero. Ele tem instinto político”, disse um auxiliar de Bolsonaro ao blog de Gerson Camarotti.

No Palácio do Planalto e na Câmara dos Deputados, a sensação é de que a rejeição ao novo imposto deve prevalecer, impedindo sua aprovação, apesar da insistência do Ministério da Economia com a pauta e o apoio do setor industrial. Criar um novo imposto é uma ideia que enfrenta resistência em diversos setores.

A ideia de Guedes é usar a nova CPMF como forma de bancar a desoneração da folha de pagamentos e reduzir outros impostos. Segundo o ministro, seria possível diminuir até 10 tributos . O novo imposto incidiria sobre transações digitais e teria alíquota de 0,2%, tendo como intenção ampliar a base de cobrança e aumentar os itens que seriam taxados, que passariam a ser mais variados.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz ser  “radicalmente contra” criar um novo imposto e que o aumento da arrecadação deveria vir do crescimento econômico, não da nova CPMF . Ele já chegou a dizer, inclusive, que pode recriar a campanha “Xô, CPMF” , que ajudou a excluir o tributo, bastante impopular, em 2007.

“Se a gente achar que vamos dar mais um jeitinho, criando mais imposto , nós vamos estar taxando mais a sociedade, e aí vamos ter que discutir despesa pública. Você arranjou espaço de R$ 100 bilhões de receita. Vai colocar em qual teto?”, questionou Maia. “Não vai passar, na minha opinião, e eu vou votar contra”, completou o presidente da Câmara.

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Auxílio emergencial elevou renda pré-pandemia de beneficiários em 24%

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Agência Brasil

auxílio emergencial
Divulgação

Auxílio emergencial elevou renda pré-pandemia dos beneficiários, em média, em 24%

As pessoas que recebem o auxílio emergencial , pago pelo governo federal durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), tiveram seus rendimento aumentados em 24% em relação ao que recebiam usualmente antes da pandemia. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (30), são do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV).

O impacto do auxílio emergencial é maior no caso dos empregados informais, cuja elevação de renda proporcionada pelo auxílio chegou a 50%, passando de uma média de R$ 1.344 (pré-pandemia) para R$ 2.016.

“Para aqueles que receberam o auxílio emergencial, o acréscimo de renda mais do que compensou, pelo menos até o momento, as perdas de renda derivadas da crise. Isso não significa que o auxílio emergencial seja excessivo, mas sim que o nível de pobreza e desigualdade do Brasil é muito alto”, destaca o texto do estudo.

O levantamento mostra que alguns profissionais foram mais afetados pela pandemia, como cabeleireiros e manicure, que perderam, sem levar em conta o auxílio emergencial, 42% da renda usual. Vendedor ambulante (-38%), motorista (-36%), vendedor a domicílio (-33%), e artesão, costureiro e sapateiro (-33%), também tiveram quedas acentuadas em seus rendimentos.

De acordo com o estudo, o auxílio emergencial já foi pago a cerca de 64 milhões de brasileiros, de um total de 104 milhões de solicitações. “O número de pessoas que solicitaram o auxílio mostra que o volume de recursos do Bolsa Família pode não ser suficiente. Existe uma parcela da população que é bastante vulnerável, que não está sendo atendida”, destacou o coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV, e um dos autores do estudo, Lauro Gonzalez.

“São pessoas que não são pobres suficientemente para estarem no Bolsa Família, mas que são pobres também, estão sujeitas aos efeitos negativos de choques, como esse que a gente teve na pandemia. Um mecanismo mais adequado [para corrigir isso] seria alguma coisa na linha de uma renda básica , abrangendo um número maior de pessoas”, acrescentou.

O levantamento foi feito com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19 realizada em junho de 2020 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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