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Mato Grosso

Nove são presos por tráfico de drogas em várias cidades do Estado

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Nove pessoas foram presas por tráfico de drogas em Barra do Garças, São Pedro da Cipa, Jaciara, Alta Floresta e Mirassol D’Oeste. As prisões aconteceram durante abordagens realizadas em rondas e atendimentos de ocorrências, entre sábado e segunda-feira (09 e 11).

Em Barra do Garças, os policiais prenderam, na segunda-feira (11.02), dois suspeitos por tráfico e recuperaram materiais roubados no sábado. A ocorrência iniciou com abordagem de F.K.R.A.V. (15) e L.F.L. (21), que estavam em uma boca de fumo, no bairro Santo Antônio. Com eles foram apreendidos 140 pedras e uma porção de substância análoga à pasta base; além de dois celulares e uma bolsa. Na Central de Flagrante, a vítima do roubo que aconteceu no sábado identificou os materiais apreendidos e os suspeitos.

Em São Pedro da Cipa, policiais da 7ª Companhia receberam denúncia de que um veículo roubado, em Jaciara, estava parado em frente a uma residência. No local, os policiais abordaram L.D.S.M. (16) e apreenderam um revólver calibre 22, com nove munições intactas, 27 pedras de substância analóga à pasta base e uma porção de maconha. O menor e o material foram encaminhados à delegacia da cidade.

Em São Pedro da Cipa foram apreendidos um revolver 22, nove munições intactas, 27 pedras de pasta base e uma porção de maconha. Foto PMMT

Em Jaciara, na madrugada de domingo, policiais da 7º Companhia prenderam M.V.S.A na área central da cidade. Os policiais relatam no boletim de ocorrência que o suspeito conduzia uma moto Honda e teria fugido para não ser abordado. Durante perseguição, o suspeito joga uma porção de pasta base de cocaína. Já no período da noite, M.V.S.A abordou um policial e pediu desculpas por não ter parado. Até então, ele não sabia que os policiais tinham encontrado a droga no caminho. Ele foi encaminhado à delegacia.     

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Em Alta Floresta, policiais do 8º BPM prenderam mãe e filha, em uma boca de fumo, no bairro Cidade Bela, no sábado. Com a dupla foram apreendidas porções de substância analóga à maconha e cocaína e R$ 1.450 em dinheiro. E.R.P (41) e L.D.P. (17) foram encaminhadas à delegacia.

Policiais da 1ª Companhia de Mirassol D´Oeste prenderam S.B.G.S. (18), no sábado, e apreenderam uma porção de substância análoga à maconha. O suspeito possui várias passagens criminais e é conhecido dos policiais. Ainda em Mirassol D’Oeste, na noite de sábado, no bairro Morumbi, policiais prenderam M.L.S.S., que estava com mandado de prisão em aberto. Uma porção de maconha e um cachimbo foram encontrados com o suspeito.

Em Jaciara, o suspeito não sabia que os policiais recuperaram a droga jogada durante perseguição. Foto: PMMT 

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Sema e MPE devem acompanhar enchimento de reservatório da UHE Sinop e limpeza do rio

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Uma equipe multidisciplinar da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), responsável pela autuação da Companhia Energética (UHE) de Sinop, vai acompanhar, juntamente com o Ministério Público Estadual (MPE), o enchimento do reservatório e a limpeza do rio Teles Pires. No local foram mortos mais de 13 toneladas de peixes há cerca de duas semanas, durante a abertura das comportas. 

Além de detalhar o relatório técnico, o secretário executivo da Sema, Alex Sandro Marega, explicou aos participantes da 1ª Reunião Ordinária de 2019 do Conselho Estadual da Pesca (Cespeca) que a multa máxima foi aplicada ao empreendimento levando em consideração o tamanho do impacto ambiental e a condição financeira do infrator. “A multa à UEH Sinop chegou a R$ 50 milhões”.

Outros temas importantes também estiveram presente na pauta, como a minuta da Lei da Pesca e o fenômeno da decoada, sendo que em relação a esse último tema, o professor da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Claumir Cesar Muzin, esclareceu se tratar de um fenômeno natural comum em épocas de enchente do Pantanal. O problema gerou transtorno no final do ano passado.

“Quando isso acontece é normal cobrir a vegetação tornando o processo de decomposição intenso e isso facilita a entrada de matéria orgânica, alterando a característica química e diminuindo o oxigênio da água. Normalmente gera a morte de diversas espécies de peixes, é um fenômeno que faz com que a água se torne mais escura e com um forte odoro”. 

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Ao fim da reunião, que ocorreu na manhã de quinta-feira (14), no auditório da Controladoria Geral do Estado (CGE), a secretária Executiva do Cepesca, Gabriela Priante, ainda esclareceu dúvidas dos participantes sobre a pesca em Mato Grosso. 

Cepesca

O Conselho Estadual da Pesca é um órgão colegiado deliberativo, com composição paritária, vinculado à Sema, com finalidade de propor a formulação de políticas públicas para o desenvolvimento e o fomento das atividades de pesca em Mato Grosso. Compõem o Cepesca representantes: das secretarias de Meio Ambiente, Turismo, Cultura, Ministério Público Estadual, UFMT, Unemat, colônias de pescadores, entidades do terceiro setor, Ibama e representantes do setor empresarial do turismo da pesca.

Fonte: GOV MT
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Projeto social desenvolvido por agentes penitenciários entra na 4ª edição

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O projeto Agente Mirim, desenvolvido por agentes penitenciários de Campo Novo do Parecis (397 km a médio-norte), abriu inscrições para novos integrantes. A iniciativa atende um público na faixa etária entre 6 e 17 anos. A proposta é levar noções de disciplina, respeito e atitudes cívicas por meio de palestras, ações sociais, oficinas, esportes e atividades musicais e contribuindo para retira crianças e adolescentes de situações de risco e vulnerabilidade social.

As inscrições para novos alunos devem ser feitas no dia 17 de fevereiro, na sede do projeto, ao lado da unidade prisional de Campo Novo do Parecis. Para a edição deste ano, o projeto vai incluir atividades com pessoas da terceira idade, fanfarra – com orientação musical de pais dos alunos do Agente Mirim – e curso de linguagem de sinais.

“A colaboração da família é fundamental para que haja interação com os filhos e também para conhecerem como o trabalho é desenvolvido”, explica o coordenador do Agente Mirim, Fábio Aguiar, acrescentando que o sucesso do projeto, que entra no quarto ano de realização, tem despertado o interesse de outros municípios do Estado.

Foram abertas novas vagas distribuídas assim: 80 para agente mirim, 20 para lobinho, vagas extras para o CRAS e Conselho Tutelar (livre demanda), 15 vagas para indígenas, uma vaga para pessoa com necessidades especiais, três vagas para terceira idade, 30 vagas para o Distrito Marechal Rondon e 20 para escolas. São prioritários no projeto os filhos de recuperandos e que vêm indicados pelo Conselho Tutelar.

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As atividades têm duração de 10 meses e nesta quarta edição devem atender aproximadamente 240 integrantes. As aulas começam no dia 16 de março e ocorrerão em dois dias da semana, às quartas-feiras e aos sábados.

No final do ano, os alunos participam de dois acampamentos: O Braço Forte, que durante três dias os participantes colocam em prática o que aprenderam durante as aulas. No local eles fazem trilha, tirolesa, camuflagem e primeiros socorros. Já o Acampagem, que também tem a duração de três dias, é quando ocorre a formatura e os pais participam das atividades.

Fábio destaca que o acompanhamento dos pais no decorrer do curso é fundamental para o bom desempenho dos alunos e também um dos requisitos para a permanência da criança ou do adolescente no projeto.

“O projeto exige assiduidade dos alunos nas atividades, mas também requer comprometimento dos pais ou responsáveis pelas crianças e adolescentes, que assinam um termo de compromisso de responsabilidade ao inscreverem seus filhos. É esclarecido que os responsáveis precisam participar de uma reunião por mês com a equipe do projeto, caso não cumpra, os filhos correm o risco de não continuarem o curso”, reitera o agente penitenciário.

Histórico

O agente penitenciário e coordenador do projeto, Fábio Aguiar, lembra que idealizou o trabalho após participar de uma missão brasileira no Haiti. “Depois disso, entrei para o Sistema penitenciário e vi que muitos jovens e adolescentes estavam envolvidos com a criminalidade e muitas vezes, após passar pelo processo de ressocialização, eles continuavam no círculo vicioso. Então, tive a ideia de desenvolver um projeto de prevenção, que é o Agente Mirim, para trabalhar disciplina e construção de caráter e evitar a inclusão desse agente no crime”.

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Nas três edições do projeto, mais de 200 crianças e adolescentes participaram das atividades. Alguns deles, após atingir a idade limite, foram encaminhados ao primeiro emprego.

Voluntários 

O apoio dos voluntários é fundamental para as atividades do projeto, que não tem fins lucrativos e conta com doações da sociedade. Além deles, o projeto recebe apoio de outros profissionais, como médico e assistente social, que têm afinidade com a ação e dedicam gratuitamente seu tempo na atividade. Eles colaboram desenvolvendo exercícios, ofertando material e auxiliando os agentes nas instruções aos alunos

 “Contamos com o apoio de técnicos administrativos, psicopedagogo, professores, entre outros profissionais que entenderam a importância do projeto e nos ajudam na missão”, informa Aguiar.

Fonte: GOV MT
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