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Política Nacional

Nova aliança da direita com o centro pode decidir todas as votações da Câmara

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Agência Brasil

Congresso Nacional

Um novo bloco partidário reunindo siglas da direita e do certo foi formado na Câmara dos Deputados . Participam formalmente da aliança 14 partidos, entre eles o PSL, MDB e PSDB, e 351 parlamentares. Totalizando 68% dos congressistas, o  número de participantes do bloco é suficiente para decidir sozinho o resultado de qualquer votação na Câmara, como aprovações de PEC e impeachment.

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Participam do novo bloco da Câmara as siglas PSL, PL, PP, PSD, MDB, PSDB, Republicanos, DEM, Solidariedade, PTB, PROS, PSC, Avante e Patriota. Apesar dos partidos serem de direita e de centro, algumas das legendas negam se identificarem no antigo Centrão – primeira grande coligação partidária desde a redemocratização. 

O novo bloco, ainda não apelidado, não tem uma coesão de posicionamentos. Segundo os líderes partidários que compõem a aliança, o objetivo de sua criação é conseguir a participação desses partidos em comissões da Câmara, principalmente na de Orçamento. A formação do bloco foi protocolada antes do carnaval.

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O deputado Arthur Lira (PP-AL) é o líder da nova aliança na Câmara . Ele afirmou, a Congresso em Foco, que “O bloco é harmônico, não tem cunho ideológico nem partidário. Nada impede que outros partidos venham se juntar a nós. Defendemos o orçamento impositivo e ele deve ser partilhado por todos os congressistas”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Robôs impulsionaram tuítes favoráveis a Bolsonaro no 15 de março

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Jair Bolsonaro / YouTube

Robôs postaram ais da metade dos tuítes feitos no dia da manifestação favorável ao governo

Uma pesquisa conduzida entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FespSP) mostra que pelo menos 55% dos tuítes com a hashtag #BolsonaroDay saíram de perfis automatizados ou robôs.

O estudo identificou 66 mil contas que, sozinhas, foram responsáveis por cerca de 1,2 milhão de postagens no dia das manifestações pró-governo, 15 de março .

Os robôs que usaram a hashtag #BolsonaroDay publicaram, em média, 700 tuítes no dia 15 de março. As contas automatizadas mais ativas chegaram a postar mais de 1,2 mil tuítes nessa data.

A grande quantidade de tuítes por conta em apenas um dia é indício de automação, segundo as pesquisadoras. De acordo com o estudo, usuários comuns publicam de três a dez vezes no Twitter por dia e perfis mais ativos chegam a 50 tuítes diários.

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“As chamadas ‘tropas cibernéticas’ ou exércitos virtuais são comumente utilizados nas redes sociais para ativar a militância online a favor do governo e falsificar a opinião pública”, afirma a pesquisa.

Para identificar as publicações de perfis robotizados, as pesquisadoras utilizaram o software Gotcha, desenvolvido pelo Laboratório de Microssociologia e Estudo de Redes (NetLab) da UFRJ, em parceria com a Twist System, uma startup de ciência de dados. O índice de acerto é 80%.

A pesquisa identificou alguns padrões de comportamento nas postagens em apoio a Bolsonaro entre 1º de janeiro e 15 de março. Um deles é o de “campanha permanente”: isso significa adotar métodos de campanha mesmo fora do período eleitoral, com uso da militância virtual para atacar adversários.

“O objetivo é provocar o ‘contágio’ emocional e respostas viscerais do público, como raiva, medo, desorientação, negacionismo e indignação”, afirmaram as pesquisadoras.

Em nota, o Twitter afirma que “inferências como essa não levam em consideração as medidas defensivas” da plataforma para “garantir que o conteúdo automatizado não influencie as conversas” na rede social. A empresa diz ainda que não encontrou manipulação coordenada generalizada nos tweets com a hashtag citada, mas que “seguirá acompanhando de perto as conversas sobre o tema na plataforma.”

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro pede à Índia que siga enviando insumos para cloroquina

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Neste sábado (04), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou que pediu ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para que seja mantido o fornecimento de insumos para a produção da hidroxicloroquina, medicamento que vem sendo testado no combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus

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Reprodução Twitter

Bolsonaro em reunião com o primeiro-ministro indiano

“Neste sábado (04), em contato com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, solicitei apoio na continuidade do fornecimento de insumos farmacêuticos para a produção da hidroxicloroquina. Brasil e Índia continuarão grandes parceiros pós-crise do coronavírus , e não mediremos esforços na luta para salvar vidas”, escreveu Jair Bolsonaro em seu perfil no Twitter.

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O presidente também publicou uma foto em que aparece em uma teleconferência ao lado do ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e assessores no Palácio da Alvorada.

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Mais cedo, o mandatário foi ao Twitter anunciar que havia zerado impostos para hidroxicloroquina e azitromicina, e que, “nos próximos dias”, faria o mesmo com o zinco e a vitamina D. “Todos usados no tratamento de pacientes portadores da Covid-19 “, escreveu Bolsonaro . Os medicamentos citados ainda estão sendo testados no combate ao novo coronavírus .

Fonte: IG Política
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