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Economia

Nona unidade mato-grossense do Atacadão deve ser inaugurada em março em Tangará da Serra

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O Atacadão, maior atacadista brasileiro em número de estabelecimentos, deve inaugurar em março a primeira loja de autosserviços em Tangará da Serra.

A unidade localizada na Avenida da Paz, bairro Jardim Paulista, está em fase de conclusão, o cronograma de obra apresentado a Secretaria de Indústria e Comércio, estabelece a princípio, a data de 14 de março como dia inaugural.  Com  estrutura de 6.300 metros quadrados, terá capacidade para atender 50 mil clientes e gerará 300 vagas de empregos diretos no município.

 

De acordo com o diretor executivo Roberto Müssnich, com preços competitivos, a loja se compromete a ser o “melhor parceiro” do comerciante e consumidor tangaraense. “Com esta inauguração, ampliamos a nossa oferta de serviços no estado de Mato Grosso, onde estamos presentes desde 1975, facilitando as compras aos clientes da região, por não precisarem mais se deslocar até a capital para terem acesso ao Atacadão”, destaca.

Nas áreas de mercearia, bebidas, cuidados pessoais, artigos de limpeza, frios e laticínios, a rede coloca à disposição dos clientes uma ampla variedade de marcas, incluindo líderes de mercado, produtos regionais e alternativas de baixo custo. Atualmente, a bandeira emprega cerca de 45 mil funcionários em todo o Brasil, com 166 lojas de autosserviços e 27 atacados de entrega.


No estado de Mato Grosso, a rede possui lojas em Cuiabá (3 unidades), Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Barra do Garças. Em andamento estão obras de 10 lojas, com inauguração para o primeiro semestre deste ano, incluindo a unidade Tangará da Serra, que se tornará a nona em operação no estado.

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Economia

Ministro da Infraestrutura recebe caminhoneiros na semana que vem

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Ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas arrow-options
Agência Brasil/Wilson Dias
Ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas se encontrará com caminhoneiros na próxima semana para falar sobre o frete rodoviário

Diante da possibilidade de uma  nova paralisação dos caminhoneiros, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, vai receber na próxima semana, em Brasília, lideranças da classe dos caminhoneiros. O objetivo é discutir, entre outros pontos, a nova tabela de preços mínimos do frete rodoviário, que causou insatisfação entre os motoristas.

A movimentação entre os caminhoneiros começou depois que, na última quinta-feira (18), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou uma resolução com uma nova tabela para o frete. A nova versão foi feita a partir de um estudo da área de logística da Escola de Agronomia da Universidade de São Paulo (USP).

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O objetivo foi adequar os preços aos diferentes tipos de carga, rotas e veículos. Pela regra, ela entra em vigor a partir deste sábado, dia 20. Na visão da categoria, os novos preços são inviáveis financeiramente para os caminhoneiros – e o governo precisa se posicionar.

O ministro da infraestrutura está nesta sexta-feira (19) em Ipatinga, Minas Gerais, por ocasião da abertura de parte da BR 381, mas já afirmou por meio de sua assessoria que receberá a classe  para um “diálogo aberto” já na próxima semana. 

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Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, embora seja um direito de todos, espera que os caminheiros não entrem em greve “porque atrapalha o Brasil”, disse. Segundo ele, o governo já fez “alguma coisa” em prol das demandas da categoria.

Bolsonaro ressaltou que o Parlamento precisa fazer sua parte, referindo-se à aprovação do projeto de lei que aumenta o número de pontos para perda da carteira e altera outros dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). 


“Acredito que caminhoneiros não façam paralisação porque isso atrapalha muito a economia. Reconhecemos a dificuldade na carreira e estamos prontos para continuar conversando, mas estamos em um país livre e democrático onde impera o livre mercado. Lei da oferta e da procura. Greve atrapalha o Brasil como um todo”, disse o presidente.

Fonte: IG Economia
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Economia

Economia já propôs fim da multa de 40% do FGTS a Bolsonaro

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Jair Bolsonaro em evento da igreja Sara Nossa Terra arrow-options
Antonio Cruz/Agência Brasil 
Após participar de um evento da igreja Sara Nossa Terra, presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a proposta de acabar com a multa de 40% do FGTS

A equipe econômica já propôs ao presidente Jair Bolsonaro o fim da multa de 40% cobrada sobre o saldo do  FGTS  nos casos de demissão sem justa causa.Segundo interlocutores do governo, a ideia é a preferida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, mas diante da resistência que essa medida poderia enfrentar, outras possibilidades são avaliadas.

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Uma ideia que também está sobre a mesa é não extinguir a multa, mas mudar sua destinação.  Ela não seria paga aos demitidos e sim direcionada a um fundo público ou um programa social. O martelo vai ser batido na próxima semana.

O presidente sinalizou nesta sexta-feira que defenderá o fim da multa de 40% sobre o FGTS. Para Bolsonaro, a regra é um peso para empregadores. Ele disse, no entanto, que a ideia ainda está em estudo. 

“Essa multa de 40% foi quando Dornelles era ministro do Fernando Henrique Cardoso. Aumentou a multa para evitar demissão, ok? O que acontece depois disso? O pessoal não emprega mais por causa da multa”, afirmou o presidente, após um evento organizado pela igreja Sara Nossa Terra.

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Para Bolsonaro, é necessário flexibilizar regras trabalhistas para estimular a contratação no mercado formal.  “Acha que eu estou feliz com 14 milhões de desempregados? Como é que eu vou empregar alguém e o cara vai falar: sabe a dificuldade? Conhece a CLT? Você paga outro salário. É difícil. E, olha só, na guerra comercial do mundo, temos uma das mãos de obra mais caras que existem. Qual é a nossa tendência? Continuarmos vivendo de commodities. Até quando?”, indagou o presidente.

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Fonte: IG Economia
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