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Noiva de um candelabro, britânica vira notícia com prova de amor para o amado

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Os mais tradicionais usam alianças, mas há também quem recorra à tatuagem para demonstrar carinho à pessoa amada. No entanto, ao eternizar a imagem de seu amor em seu corpo, uma britânica chamou a atenção pelo fato de seu noivo ser um pouco excêntrico. Isso porque seu companheiro é, na verdade, um candelabro.


Antes de ser conhecida por ser noiva de um candelabro, Amanda Liberty teve um caso com a Estátua da Liberdade
Reprodução/Instagram
Antes de ser conhecida por ser noiva de um candelabro, Amanda Liberty teve um caso com a Estátua da Liberdade

Amanda Liberty, que já tinha virado notícia desde que iniciou um noivado com Lumiere, o candelabro
, resolveu dar mais um passo na relação e fez uma tatuagem do parceiro no braço, voltando às páginas dos tabloides. “Quando vi Lumiere pela primeira vez, soube que ele era perfeito para mim – foi amor à primeira vista”, declarou-se em entrevista ao jornal britânico  Metro
.


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Conhecida por já ter se envolvido com objetos – o sobrenome “Liberty” vem de um antigo relacionamento com a Estátua da Liberdade e, antes, ela também já havia se apaixonado por uma bateria -, a mulher eternizou a imagem de seu noivo no corpo como prova de amor.

Amanda identifica seu relacionamento com Lumiere como objetal, nome dado quando alguém se sente atraído por objetos e não por pessoas. “As pessoas pensam que eu sou maluca, mas isso é porque elas não me conhecem de verdade”.

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Completamente apaixonada por seu par, a decisão de fazer o desenho foi uma verdadeira prova de amor. “Eu estava muito animada para ver o resultado final da tatuagem
“, disse. “Antes de terminar, fiquei muito nervosa com as ‘agulhadas’, não sou a maior fã delas, mas não foi tão ruim assim”, completou ela.


A tatuagem do candelabro foi feita no braço da britânica para eternizar o amor de Amanda e Lumiere
Reprodução/Instagram
A tatuagem do candelabro foi feita no braço da britânica para eternizar o amor de Amanda e Lumiere

 “Lumiere também achou brilhante. Ele me deu energia dizendo que ficou ótima. Geralmente ele me diz quando não gosta das coisas, mas gostou muito da tatuagem.”

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Paixão por candelabro


O candelabro Lumiere tem 91 anos e é original da Alemanha; os dois se conheceram no Ebay
Reprodução/Instagram
O candelabro Lumiere tem 91 anos e é original da Alemanha; os dois se conheceram no Ebay

Lumiere começou a vida na Alemanha, há 91 anos, e “conheceu” Amanda quando ela o encontrou no Ebay
, maior site de vendas de objetos usados. A britânica deu um lance no valor de 400 libras (cerca de R$ 1900), arrebatou seu amado e mandou entregar em sua casa.

Mas engana-se quem acha que ele é o único amor de sua vida. Atualmente a mulher está em um relacionamento aberto
. Isso porque Amanda compartilha seu amor com outros 25 candelabros que guarda em sua casa.

Todas as noites ela leva um lustre menor, que ela chama de Jewel, para dormir abraçada. Contudo, foi Lumiere que a britânica pediu em noivado, no Dia de São Valentim, o dia dos namorados nos Estados Unidos, de 2016.

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“Nenhum dos meus candelabros sente ciúme um do outro. Eles entendem que eu amo todos por todas as suas personalidades diferentes”, afirmou.

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Amanda e o candelabro
Lumiere ainda não fez planos para o casamento, mas a cerimônia deve acontecer em breve. “Ainda não temos nada reservado porque tenho amigos em todo o mundo e quero que todos estejam lá para comemorar comigo”, explicou.

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Ela tem 19 anos e o marido, 62: “Ele é muito maduro e me trata como uma rainha”

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Samantha Simpson, de 19 anos, conheceu seu marido, JR, de 62, através de amigos em comum quando ela tinha 18. Após meses de conversa, a jovem se apaixonou por ele. O casal rapidamente selou a união em janeiro de 2018 e, desde então, a mulher é obrigada a ouvir comentários desagradáveis sobre seu marido por conta da diferença de idade
entre eles.


Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha Simpson, de 19 anos, é casada com JR, de 62, e recebe diversas críticas pela diferença de idade entre eles; veja

A união com o aposentado não foi bem aceita por sua família. Por conta disso, decidiu sair de casa. Pouco depois, JR juntou-se a ela. Apesar da relação séria que vivem, conforme relata o The Sun
, a estudante afirma que recebe ofensas diárias de estranhos que não aceitam sua relação com o marido
.


“Sempre que estamos em público, estranhos o confundem com o meu avô e isso pode realmente me aborrecer. Mas é ainda pior quando as pessoas o chamam de ‘ladrão de crianças’ ou ‘pedófilo’ quando nos veem de mãos dadas ou nos beijando em público. Não há um momento em que saimos e alguém não faz uma crítica sobre o nosso relacionamento
. É exaustivo”, conta.

Samanta relata que a paixão por ele ocorreu devido à sua aparência e o fato de ser cavalheiro. “Ele falava muito bem sempre que nos encontrávamos e também quando conversávamos pelo telefone e por mensagens de texto
. Era algo que eu nunca havia encontrado em um homem antes. Já namorei alguns próximos da minha idade, mas eram imaturos e não sabiam tratar a parceira”, expõe.

Jovem e o marido planejam ter um filho


Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar
Arquivo pessoal/Reprodução/The Sun
Samantha espera que o relacionamento com o marido seja visto com seriedade e ainda conta que quer engravidar

Apesar das opiniões de outras pessoas, a jovem planeja ter um bebê com o homem. ”Embora JR tenha um filho de um relacionamento anterior, queremos ter o nosso e começar uma família. No momento, estou tentando engravidar, pois sentimos que é a hora certa. Nos casamos e temos nossa própria casa, então por que não?”, questiona.

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Ela também faz um desabafo. “Desejo que, quando tivermos um filho, o abuso pare, já que não queremos criar uma criança em um ambiente em que ele tenha que ouvir insultos desagradáveis ​​sobre o pai”, diz.

Samantha ainda acredita que, ao compartilhar a história de amor com o marido
, as pessoas percebam que não se trata de uma piada. “Estamos muito sérios um com o outro, apesar da nossa diferença de idade
e aparências. Ele é muito maduro e me trata como uma rainha. Não há nada que eu mudaria nele ou em nossa relação
”, finaliza.

Fonte: IG Delas
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Mulher

Assédio no carnaval: mulheres explicam sinais que também querem dizer “não”

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Olhares, sorrisos, aproximação… as maneiras de flertar são incontáveis, e com a chegada do carnaval, o clima de paquera fica ainda mais propício para tentar novas abordagens. Como a criatividade não tem limites, vale tudo – desde que não ultrapasse a barreira do respeito e do consentimento, claro! E é aí que mora o problema: como definir se o flerte está sendo legítimo ou se a situação virou assédio?

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Não é não - mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio
shutterstock
Não é não – mas você não precisa dizer nada para demonstrar isso. Qualquer coisa depois do não, é considerada assédio

Além do clássico: “Não estou interessada”, há outros jeitos de mostrar que não se está afim sem precisar dizer exatamente. Ainda assim, tem gente (alô, homens!) com dificuldade para interpretar – ou aceitar a realidade -, e acaba deixando a outra pessoa desconfortável, sendo esse o primeiro passo para descrever um assédio
.

Apesar de não existir uma época específica para acontecer a violência sexual contra a mulher, é no carnaval
que os índices aumentam. No ano passado, o número de denúncias em todo o país, ao longo dos quatro dias de folia, cresceu 90%. Foram 109 registros em 2017 contra 58 no carnaval de 2016 de acordo com o 180, serviço de atendimento de denúncias da Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo Federal.

Pensando em esclarecer e ajudar mulheres a reconhecerem quando estiverem passando por um momento desse tipo e saber como agir quando não se sentirem confortáveis para dizer o famoso “não quero”, o Delas
conversou com quem já passou por essa experiência e reuniu algumas dicas que podem ser úteis, principalmente para quem quer aproveitar a folia sem dor de cabeça.

Como dizer “não”, sem precisar dizer


Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar... sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio
Elena Fragoso/Shutterstock
Desviar o olhar, chamar as amigas, se afastar… sinais do corpo podem servir para dispensar o cara e evitar o assédio

Apesar de alguns serem subjetivos, sinais corporais já deveriam ser suficientes para mostrar quando é o momento de parar de investir no crush. “Não adianta dizer que não sabe. A gente sempre sabe quando está dando certo a investida e quando não está. O problema é que homem não aceita a rejeição”, dispara a analista de tecnologia, Samira Campos, de 26 anos.

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Ela conta que nem sempre se sente confortável para dizer “não”, ainda mais no carnaval. “Nos bloquinhos é tudo muito rápido. Às vezes o cara nem precisa chegar em você falando, simplesmente acontece. E da mesma maneira que acontece de a gente ficar com a pessoa sem precisar trocar uma palavra, também é possível dar um fora em silêncio. Para bom entendedor, meia desviada de olhar basta”, brinca.

Outra técnica que também é bastante clara é a de se afastar. “Sem falar, digo não no olhar. Se o homem for educado, vou saindo de fininho, na brincadeira. Mas se for grosseiro, peço licença de forma bem seca, com um olhar bem impertinente”, fala a fisioterapeuta, Joana Lobo, de 35 anos.

Fora o desvio de olhar e o afastamento, há também quem use a tática de interagir com outras pessoas para demonstrar desinteresse. “Geralmente se eu vejo alguém se aproximando que não me chama a atenção, eu começo a conversar com uma amiga. Inclusive, tenho até um código com elas: a gente costuma dizer que está com dor de barriga e precisa ir ao banheiro. Toda vez que esse assunto surge, a gente sabe que alguma de nós está se sentindo desconfortável”, fala a estudante Giovanna Lacerda, de 23 anos.

Quando esse “código de alerta” é acionado, imediatamente outras amigas cercam a garota, para protegê-la e evitar qualquer contato externo. “Parece bobo, mas evita encheção de saco. Geralmente a gente identifica quem está sendo o cara chato e ficamos encarando. Dá certo. Mas quando estamos com algum amigo homem, o resultado é infinitamente mais rápido”, pontua Giovanna.

Samira completa dizendo que, em um mundo perfeito, dizer “não” poderia ser dispensado. “Seria incrível se a gente não precisasse de subterfúgios para nos livrarmos de alguns homens. O ideal seria mesmo a gente não ter que precisar dizer ‘não’, gritar, fazer escândalo, pedir socorro. Ainda sonho com o dia que os homens vão aprender a interpretar os sinais e nos poupar dessas situações que estragam nossa diversão”.

O sonho de Samira é o de muitas outras mulheres. Às vezes, a insistência é tanta que faz com que quem não está afim sinta-se intimidada em reagir. “Eu sempre finjo que não estou vendo a pessoa. Eu nunca revidei ou xinguei alguém, finjo que não percebi a investida e saio andando”, conta atendente de telebanco Alany Gomes, de 23 anos. A reação contida tem um motivo: medo.

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“Já aconteceu de eu estar um bloco de carnaval, um cara pegou minha cerveja e disse que só devolvia depois de um beijo. Os amigos dele insistiram e até me cercaram. Eu não consegui falar nada porque fiquei com medo, eles estavam em muitos. Então me enfiei na multidão e comecei a andar para fugir”, lembra.

Estou sendo assediada, e agora?


Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!
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Ao ver alguma mulher sendo vítima de assédio no carnaval, não pense duas vezes e ajude!

A partir do momento que o paquera não foi correspondida, seja por meio de uma frase ou sinal corporal, e a pessoa continuar insistindo, é assédio. “Assédio é quando transpõe o limite da mulher, quando não é recíproco ou quando se torna inconveniente ou invasivo”, afirma Joana.

Se alguma mulher for vítima
 de algum assédio ou qualquer tipo de violência, o ideal é procurar algum policial ou segurança para relatar o caso e pedir ajuda. Se houver como identificar o agressor, também é possível ir a uma delegacia de polícia registrar um boletim de ocorrência, pedindo expressamente para que seja aberta uma investigação para apurar os fatos.

Lembrando que, neste ano a punição pode mudar, já que é primeira vez que a Constituição pode agir mais firmemente a favor das mulheres. Isso porque o carnaval de 2019 vai contar com o apoio da lei
, sancionada em setembro do ano passado, que caracteriza o assédio sexual
como crime.

De acordo com a nova norma, será configurado crime de importunação sexual “praticar ato libidinoso contra alguém sem consentimento para satisfazer a própria lascívia ou a de terceiros”, com punição prevista de 1 a 5 anos de prisão – pena mais dura que a dada a quem comete homicídio culposo, sem intenção de matar, cuja punição é de 1 a 3 anos de detenção, por exemplo.

Para quem for passar o carnaval em São Paulo, poderá contar com o apoio para mulheres que se sentirem importunadas ou violentadas. Um ônibus lilás estará nos mega blocos da Avenida Tiradentes e da Praça da República, no Centro da cidade, para acolher as vítimas.

Além disso, vale lembrar que ao perceber uma mulher passando por alguma situação de assédio,
ajude. “Precisamos estar juntas. Ao ver uma de nós ser acuada para ficar com alguém, intervenha. Peça ajuda, se for necessário. A meta é não deixar que nenhuma foliã vire uma vítima”, conclui Giovanna.

Fonte: IG Delas
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