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Na mira de Bolsonaro: a cronologia da crise que pode derrubar o presidente do BB

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bolsonaro e andré brandão
Alan Santos/PR

Bolsonaro e André Brandão, presidente do Banco do Brasil

A decisão do Banco do Brasil de  fechar agências em todo o país e abrir um programa de demissão voluntária para cortar custos da empresa estatal não agradou o presidente Jair Bolsonaro. Segundo fontes, ele se queixa de não ter sido informado sobre as medidas, aprovadas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Bolsonaro teria recebido queixas de prefeitos sobre o fechamento de agências em suas cidades, o que teria evidenciado mais uma vez o descompasso entre uma agenda econômica liberal – que inclui gestão profissionalizada e privatização de estatais – e a articulação política do presidente.

Cada vez mais próximo do centrão, ele trabalha pela eleição do deputado Arthur Lira (PP-AL) para a presidência da Câmara dos Deputados . Esse descompasso, no entanto, vem de longe.

Confira abaixo a cronologia de mais esta crise

Rubem Novaes deixa o cargo:

Perdeu? Mostramos de Novo

  • Presidente do BB desde o início do governo, Rubem Novaes deixa o cargo em julho. Ele relatou frustração por não conseguir privatizar o banco .

André Brandão assume presidência:

  • Ex-executivo do HSBC, André Brandão é indicado em agosto e toma posse em setembro. O processo ocorreu após o governo tentar solução interna para a sucessão.

Ações do novo presidente começam a irritar governo:

  • Em novembro, o GLOBO revelou que mudanças na cúpula da instituição irritaram integrantes do governo. Foi iniciado um processo de fritura.

Demissões e fechamento de agências:

  • Na última segunda, BB anunciou ações para enxugar o banco que incluem um plano de demissão voluntário e fechamento de 361 unidades, incluindo agências.

Bolsonaro decide demitir executivo:

  • Plano de demissões e fechamento de agências irrita presidente Jair Bolsonaro, que decide demitir Brandão. Equipe econômica teme efeito no mercado.

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Com pandemia, arrecadação do governo tem o pior resultado em 10 anos

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Arrecadação do governo cai em 2020
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Arrecadação do governo cai em 2020

A pandemia de Covid-19 fez a arrecadação de impostos federais despencar em 2020. A receita do governo caiu 6,91%, na comparação com 2019, já descontada a inflação. No ano passado, a arrecadação foi R$ 1,479 trilhão, de acordo com dados divulgados pela Receita Federal nesta segunda-feira (25). O resultado foi o pior registrado desde 2010.

A queda é decorrente do tombo na atividade econômica e das medidas que o governo tomou para combater o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e seus efeitos econômicos. Com menos atividade, há menos arrecadação para o governo. Para 2020, a previsão de analistas do mercado é de uma retração de 4,32% no PIB.

O governo também reduziu tributos como o Imposto sobre Operações Financeiras para fazer frente à crise , levando a uma renúncia de R$ 26 bilhões.

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Outra medida tomada pelo governo foi atrasar o pagamento de impostos das empresas no auge da crise, em meados do ano. Essa é uma forma de aliviar os caixas da companhia. Mas nem todos os impostos atrasados pelo órgão foram pagos pelos contribuintes.

No ano passado, a expectativa era de que fossem pagos R$ 85,1 bilhões, mas somente R$ 64,3 bilhões entraram nos cofres públicos . Desse total, R$ 9,9 bilhões foram compensados pelas empresas, R$ 1,1 bilhão ingressará em 2021 e R$ 9,115 bilhões representam “outras situações”.

Além disso, os empresários também lançaram mão de compensações tributárias a que tinham direito por conta de tributos pagos a mais no passado — o que também ajudou a derrubar os valores arrecadados. Em 2020, as compensações de impostos somaram R$ 167,6 bilhões, contra R$ 105,5 bilhões no ano anterior. Um aumento de R$ 62,1 bilhões.

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Confaz divulga tabela de preços médios de combustíveis

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Agência Brasil

A medida afeta os preços de combustíveis de todo o território nacional
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A medida afeta os preços de combustíveis de todo o território nacional

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou nesta segunda-feira (25) a nova tabela de Preços Médios Ponderados ao Consumidor Final (PMPF) de combustíveis em todo o país. Os novos valores passam a valer dia 1º de fevereiro.

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Além da gasolina, a tabela do Confaz traz os preços de referência do diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível.

Em São Paulo, o preço de referência da gasolina comum, assim como a premium, ficará em torno de R$ 4,3100 por litro, enquanto o preço do diesel vai a R$ 3,7190, aproximadamente, a partir do mês que vem.

No Rio de Janeiro, o preço de referência da gasolina comum passará a ser de R$ 4,7330 por litro, e a premium ficará em R$ 5,5199. Já o diesel vai a R$ 3,3700.

A tabela traz o preço de 11 produtos nas 27 unidades da federação e foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU). O PMPF é usado pelos estados como base para calcular o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), mas não define os preços na bomba de combustível dos postos.

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