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Na Argentina, Fernando Schwanke reafirma importância das cooperativas

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Em viagem oficial à Argentina, o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke, representando a ministra Tereza Cristina, participou nesta terça-feira (12) da Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul para debater estratégias conjuntas e ampliar a atuação do setor nos mercados.

Durante o encontro realizado na capital Buenos Aires, Schwanke falou sobre a importância das cooperativas do Brasil no Mercosul e do poder dessas sociedades no fortalecimento dos pequenos e médios produtores do país. “Alinhar a agricultura familiar ao cooperativismo é uma questão de estratégia e desenvolvimento setorial. Um agrega ao outro”, disse.

O titular da pasta destacou que o governo brasileiro apoia o cooperativismo e acredita no seu papel efetivo na economia social do país. “É uma determinação da ministra Tereza Cristina que trabalhemos ações focadas nas cooperativas utilizando essa forma de associativismo para fortalecer também o pequeno agricultor”.

Na oportunidade, Fernando Schwanke, junto a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Fabíola Motta, e ao diretor de Cooperativismo do Mapa, Márcio Madalena, entregou o documento “Propostas para um Brasil Mais Cooperativo” nas mãos do presidente da Aliança Cooperativa Internacional, Ariel Guardo. O material elaborado pela OCB será utilizado pela Secretaria de Agricultura Familiar na construção do Plano Cooperativo Nacional.

A Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul contou com a participação do presidente do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social, Marcelo Collomb, além de representantes do Chile, Uruguai e Paraguai.

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Estados Unidos reabrem mercado para carne in natura do Brasil

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e o Serviço de Inspeção e Inocuidade Alimentar (FSIS) informaram nesta sexta-feira (21) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a abertura de mercado para carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos a partir de hoje.

“Hoje recebemos com muita satisfação uma notícia esperada há muito tempo: a reabertura do mercado de carne bovina in natura do Brasil para os Estados Unidos. Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano”, disse a ministra Tereza Cristina. 

O Brasil poderá começar a enviar produtos de carne bovina in natura derivados de animais abatidos a partir de hoje. No comunicado encaminhado ao Mapa, o FSIS disse que o Brasil corrigiu os problemas sistêmicos que levaram à suspensão e está restabelecendo a elegibilidade das exportações de carne bovina in natura para os Estados Unidos a partir de hoje. Além disso, o FSIS encerrará os casos pendentes de violação de pontos de entrada associado à suspensão de 2017.

Antes da primeira remessa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Mapa (Dipoa) deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos elegíveis certificados. 

As compras de cortes bovinos do Brasil foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às reações (abcessos) provocadas no rebanho, pela vacina contra a febre aftosa.

Desde o início do ano passado, a ministra tem feito diversas reuniões com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, para tratar do assunto. Em junho de 2019, uma missão veterinária dos Estados Unidos esteve no Brasil para inspecionar frigoríficos de bovinos e suínos. A missão retornou em janeiro deste ano. 

Informações à Imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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Rio Grande do Sul poderá antecipar a vacinação contra febre aftosa

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou o Rio Grande do Sul a antecipar a vacinação contra a febre aftosa de maio para março. A decisão do Ministério foi tomada nesta sexta-feira (21), atendendo a uma solicitação encaminhada pela Secretaria da Agricultura do Estado na última segunda-feira (17). Com isso, a campanha de vacinação será feita de 16 de março até 14 de abril de 2020. 

Essa ação visa manter a possibilidade de o estado, caso cumpra todos os requisitos e ações previstas do Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), pleitear o reconhecimento de zona livre de febre aftosa sem vacinação perante à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em maio de 2021. 

Atualmente, o RS tem aproximadamente 13 milhões de bovinos e teve o último registro da doença em 2001. 

Mais informações relacionadas ao Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa podem ser visualizadas no portal do PNEFA. As informações sobre o calendário de vacinação nos estados e no Distrito Federal podem ser visualizadas aqui 

Informações à ImprensaJanete Lima
[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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