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Saúde

Mutirão de Atendimento: profissionais do Hospital do Câncer de Mato Grosso, realizarão exames gratuitos neste domingo

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Os profissionais do Hospital do Câncer de Mato Grosso, estarão em Tangará da Serra, neste domingo (09), a partir das 07h30, na Unidade de Saúde Central, para um mutirão de atendimentos.

As consultas serão prestadas por oito profissionais, das especialidades médicas em; Urologia, Dermatologia,  Mastologia e Bucomaxilo. Haverá também, coleta de exame de sangue (PSA) para os homens e coleta do exame preventivo para as mulheres.


A caravana estará atendendo no dia 11 de novembro na unidade básica de saúde do centro.

O Secretário de Saúde, Itamar Bonfin, destaca que os pacientes interessados em receber as avaliações, devem procurar o Posto de Saúde Central, para fazer um pré-cadastro de reserva de consulta. “As pessoas interessadas devem buscar a unidade central e lá será feita uma ficha, garantindo o agendamento do paciente para que no domingo pela manhã, esteja apto a receber o atendimento dos profissionais do Hospital do Câncer de Mato Grosso”. Ressalta.

As vagas são para exames de pele,  preventivo do colo do útero, exame de próstata, exame de mama e buco-maxilo, a ação tem por objetivo a prevenção ao câncer em variadas classificações.

 

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Saúde

Saúde lança campanha para conter avanço do HIV entre homens jovens

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Pare, pense e use camisinha. Esse é o slogan da campanha de combate ao HIV lançada hoje (22) pelo Ministério da Saúde. O foco, este ano, são homens jovens, com idade entre 15 e 34 anos. Dados da pasta revelam que 73% das novas infecções contabilizadas no país são registradas entre pessoas do sexo masculino. Do total de novas infecções entre os homens, 75% são na faixa etária de 15 a 39 anos.

De acordo com o secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Wanderson Kleber de Oliveira, blocos carnavalescos contarão, este ano, com “homens-camisinha” que vão circular entre os foliões para destacar a importância do uso do preservativo. Ao todo, 129 milhões de unidades serão distribuídas, sendo 12 milhões já com nova embalagem, que faz alusão a equipamentos eletrônicos, de uso comum entre os jovens. Ações de prevenção serão realizadas em Salvador, Recife, Olinda e no Rio de Janeiro.


“Não importa a orientação sexual. É o comportamento de risco que pode, muitas vezes, fazer do nosso maior e melhor carnaval uma memória triste”, avaliou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Vamos fazer um grande carnaval. Vamos fazer um grande ano. E vamos fazer um ano de consciência em relação à sua responsabilidade com o seu corpo e com o corpo das pessoas quer você ama.”

Hit do carnaval

Em 2019, o embaixador da campanha é o cantor Gabriel Diniz, intérprete da música Jenifer, que promete ser o hit dos blocos carnavalescos no Brasil. As peças publicitárias, segundo o governo federal, serão veiculadas na TV, na internet, no rádio, em veículos impressos, aeroportos e outdoors até 5 de março.

“Tenho certeza que a Jenifer pode até fazer umas paradas, mas a Jenifer pede sempre para usar a camisinha”, brincou o ministro, ao citar trechos da música.

Números

Atualmente, cerca de 866 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 694 mil foram diagnosticadas, enquanto 172 mil não sabem que são soropositivas. Um em cada cinco novos casos de infecção ocorre entre homens de 15 a 24 anos.

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O uso da camisinha nessa faixa etária, segundo o ministério, vem caindo. Em 2004, o índice era de 58,4% entre os que têm parceiros eventuais e, em 2013, passou para 56,6%. Já entre os que têm parceiros fixos, a queda foi ainda maior – de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.

Jovens de 15 a 24 anos também são os que menos se tratam após o diagnóstico. Os números mostram que 44% dos 22 mil brasileiros diagnosticados com HIV nessa faixa etária não estão em tratamento antirretroviral.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC
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Saúde

Com alta de 3,4% em contratações, saúde suplementar emprega 114,1 mil

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O emprego formal no setor de saúde privada terminou 2018 com 114,1 mil vagas em todo o país. As contratações cresceram 3,4% na comparação com 2017. O resultado faz parte do Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, divulgado pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (Iess).

“Mesmo com a economia crescendo 1% [em 2018], o mercado formal no setor de saúde privada cresceu mais de 3%. Isso mostra que é um setor da economia que tem ganho mais expressão nos últimos anos”, comparou o superintendente executivo da entidade, Luiz Augusto Carneiro.


Segundo ele, uma das causas para o crescimento do setor é a mudança do perfil demográfico da população, que está envelhecendo rápido, o que eleva os gastos individuais com saúde. “Isso gera mais oferta de serviços e mais emprego formal”. Essa é uma tendência que se observa em vários países. Nos Estados Unidos, a saúde suplementar é um dos setores que mais empregam.

Desde 2013, a faixa acima dos 59 anos é a que mais cresce; a de 0 a 18 anos já começa a ter crescimento negativo. “Estamos passando por um período de envelhecimento muito rápido da população. Há uma concentração cada vez maior de pessoas idosas com planos de saúde, que demandam mais serviços de saúde, que são mais complexos e mais caros, o que exige ajuste dos prestadores de saúde a essa necessidade.”

Cadeia produtiva

O superintendente do Iess destacou que 47 milhões de brasileiros têm alguma cobertura privada de saúde. “Isso viabiliza você ter uma cadeia produtiva, com hospitais, clínicas, médicos, laboratórios, e todos esses prestadores de serviços de saúde consomem materiais, equipamentos, medicamentos”. Ao todo, 65% dos beneficiários de planos de saúde estão em planos coletivos empresariais. O setor de saúde suplementar emprega 3,5 milhões de pessoas, ou o correspondente a 8,1% da força de trabalho brasileira.

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Regiões

O relatório mostra que todas as regiões tiveram aumento nas contratações em 2018, com destaque para o Sudeste, com 62,868 mil postos. “É no Sudeste que está [concentrado] o Produto Interno Bruto [soma de todos os bens e serviços produzidos no país]. Há correlação forte”. O Nordeste detém o segundo lugar em vagas formais geradas (19,268 mil), mas foi a Região Centro-Oeste que mais sobressaiu porque o saldo de contratações foi mais que o dobro do ano anterior, ao passar de 7,5 mil postos, em 2017, para 16,4 mil, no ano seguinte.

Edição: Talita Cavalcante

Fonte: EBC
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