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Saúde

Mulher de Tangará da Serra morre de covid-19 no Hospital Metropolitano de Várzea Grande

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Uma idosa de 68 anos, moradora de Tangará da Serra, morreu nesta segunda-feira (01) no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que é referência no tratamento de pacientes com Covid-19.

Creuza Teixeira, deu entrada na UTI adulto do Santa Ângela, no dia 19 de maio com diagnóstico de AVC hemorrágico intra parenquimatoso, mas sem indicação de neurocirurgia por avaliação do neurocirurgião. O caso era gravíssima desde a admissão. A paciente apresentava quadro de hipertensão e também era diabética. Teve pneumonia bacteriana e piora do padrão respiratório durante a internação e foi entubada e sedada na semana passada. A informação é da direção do Santa Ângela.

“No quarto teste rápido para rastreio de COVID19 em todos os pacientes da UTI o resultado dela veio positivo IGM e IGG dia 31/05/2020. Evoluiu com piora do padrão radiológico e insuficiência renal aguda. Foi iniciado suporte de diálise e solicitada transferência para serviço de referência para COVID-19 no hospital metropolitano em Cuiabá. Foi removida em UTI móvel (com todos os recursos necessários) e foi recebida no hospital de destino. O óbito foi constatado no hospital metropolitano”, conclui a nota do Santa Ângela.

Sem leitos de UTI em TGA  

Hospital Municipal de Tangará da Serra cadastrou junto ao Ministério da Saúde 13 leitos de UTI para tratamento de pacientes com covid-19. Infelizmente, esses leitos ainda não estão funcionando, o que obriga a remoção de pacientes com a doença causada pelo coronavírus para o Metropolitano de Várzea Grande ou para a Santa Casa de Cuiabá.

As informações que chegam a imprensa e a população sobre a real situação dos leitos de UTI, bem como sobre a suposta falta de equipamentos e de profissionais. O Conselho Municipal de Saúde, que deveria manter um canal aberto de comunicação com a população, parece não ter o que dizer ou estaria sob pressão dos gestores da saúde.

 

 

Fonte:BroncaPopular/Hospital Santa Ângela

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Saúde

CORONAVÍRUS: suspensão do funcionamento de mercados e padarias inicia neste domingo (05) em Tangará

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A Prefeitura decretou, no dia 27 de junho, novas medidas de funcionamento de estabelecimentos do ramo alimentício em Tangará da Serra.

De acordo com o decreto nº 277, o atendimento ao público deve ser de segunda à sábado, e suspende o funcionamento aos domingos de supermercados, padarias, revendedores de gás e água, e outros comércios similares. Com a medida fica determinado que os estabelecimentos estarão fechados pelos próximos dois domingos, dias 05 e 12 de julho.

A suspensão no atendimento e determinação de um novo toque de recolher que impede a movimentação aos domingos, ocorre por decisão do Comitê Interinstitucional de Prevenção e Monitoramento ao Coronavírus para conter o avanço da doença no município. A medida é válida até 15 de julho e em caso de descumprimento, serão aplicadas as penalidades civis, administrativas e penais cabíveis.

 

 

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Saúde

Filmes e séries podem afetar sua saúde mental: saiba como fazer a melhor escolha

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mulher come pipoca com controle da TV na mão
Pixabay

Séries e filmes podem ser aliados para desestressar, mas também pode agravar a saúde mental


Os filmes e séries já eram considerados grandes aliados para ajudar no relaxamento e na distração no dia a dia. Esse papel se intensificou ainda mais depois do início da pandemia do novo coronavírus . Sem conseguir sair de casa, a maioria das pessoas viu nos streamings um apoio contra o tédio e para manter a saúde mental estabilizada.


Já que grande parte da população está isolada e não pode sair de casa, é preciso escolher bem quais conteúdos serão consumidos, já que o distanciamento social aumentou os níveis de estresse , solidão, angústia e tristeza; além do medo constante.

Essa orientação é redobrada principalmente para pessoas que possuem transtornos como depressão, ansiedade generalizada e transtornos de bipolaridade.

Nessas condições mais frágeis, dar play no conteúdo errado pode acentuar esses sentimentos, desenvolvendo síndrome do pânico, depressão e levando o indivíduo até mesmo ao suicídio.

Segundo a psicóloga Marilene Kehdi, o melhor é não estimular essas emoções e “pegar o caminho contrário”. “Medos em níveis altos paralisa, adoece. Na hora de escolher o filme, é preciso espantar a tristeza e diminuir a angústia”, explica.

Busca de resposta

Quando a situação da pandemia do novo coronavírus começou a agravar, diversas pessoas no mundo todo revisitaram o longa ‘ Contágio ’ (2011). Lançado após a pandemia da Influenza A (H1N1), o filme retrata a história de um novo vírus, surgido na China, que é altamente letal se espalha rapidamente pelo mundo.

Muitos espectadores se assustaram com a similaridade dos fatos que o mundo vive atualmente, e começaram a especular que o filme previu o novo coronavírus .



Mesmo que considerado assustador por refletir o medo real da sociedade de 2020, Kehdi explica que a razão para que seja tão assistido é “a busca pela cura”.

“As pessoas buscam luz nesses conteúdos que refletem a atual realidade para buscar uma resposta, para entender como o personagens saíram daquela situação e entender se aquilo é replicável no mundo real”, explica a psicóloga.

“Estamos todos esperando por uma vacina, uma medicação que trate a doença. Se aparece um filme, um livro ou um série que aborde um conteúdo semelhante, muitas pessoas vão querer saber o desfecho”, acrescenta.

Está tudo bem se ficar triste (mas não o tempo todo)

Mesmo lançado em outubro de 2019, ” Milagre da Cela 7 ” ganhou notoriedade quando ficou disponível em um serviço de streaming – e chamou a atenção por seu alto potencial de fazer chorar.


Segundo Kehdi, algumas pessoas podem precisar experimentar um sentimento de catarse. É saudável assistir filmes para motivar o choro, mas é preciso saber até quando isso é válido, já que pode trazer danos à saúde mental .

“Dependendo do conteúdo o filme vai impactar demais, mas de forma negativa, acentuando os sintomas de pessoas que já estão sofrendo”, justifica. “Algumas pessoas não dão conta e podem precisar de ajuda médica”, continua.

Gatilhos

Kehdi afirma que é sempre bom priorizar conteúdos que cultivem sentimentos contrários aos ruins. “Despertar boas emoções: é isso que as pessoas têm que fazer neste momento para não alimentar a situação”, diz. Talvez o momento peça mais pelo filme confortável, com trama simple e que te faça rir.

Mais que isso, uma prática que pessoas fragilizadas podem adotar é pesquisar como aquele filme está sendo recebido (evitando os spoilers, é claro). Ler a sinopse também ajuda.

“Reflita se aquilo vai beneficiar ou não a sua saúde mental. Se a pessoa entender que está fragilizada e que aquele conteúdo vai proporcionar gatilhos emocionais , é melhor buscar outras alternativas”, diz a psicóloga.

Se você se identifica com esses sentimentos ou conhece alguém que pode precisar de apoio emocional, procure o Centro de Valorização a Vida (CVV),  acessando o site ou ligando 188, ou busque um profissional de saúde.

Fonte: IG SAÚDE

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