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MP denuncia Pezão por improbidade administrativa nas reformas do Maracanã

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Luiz Fernando Pezão é acusado de improbidade administrativa nas obras do Maracanã
Tomaz Silva / Agência Brasil

Luiz Fernando Pezão é acusado de improbidade administrativa nas obras do Maracanã

Atual governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (MDB) foi denunciado por improbidade administrativa no período em que foi secretário de Obras do governo de Sérgio Cabral. De acordo com a ação civil pública, o político é responsável por um prejuízo de R$ 2,9 milhões nas obras de reforma do estádio do Maracanã.

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O Maracanã começou a ser reformado em agosto de 2010 visando a realização da Copa do Mundo do Brasil de 2014. Programada para ser concluída em dois anos, só foi plenamente terminada meses antes do Mundial. O estádio foi palco da final da competição.

A previsão inicial era de que a obra custasse R$ 705,6 milhões, mas ao final, foram necessários R$ 859,8 milhões para a conclusão. Desse valor, R$ 400 milhões foram financiados pelo BNDES e o restante atingiu os cofres do estado do Rio de Janeiro.

Segundo a denúncia, Pezão , como secretário de Obras, não poderia permitir que em apenas dois anos, o Maracanã voltasse a apresentar problemas e precisar de uma nova reforma para sediar jogos e eventos da Olimpíada do Rio de Janeiro de 2016. No total, o estado gastou R$ 2,9 milhões para a instalação de uma nova iluminação no estádio, o que, segundo o Ministério Público, poderia ter sido evitado.

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No pedido à Justiça, o MP pede R$ 8 milhões de bloqueio de bens do governador Pezão até que o caso se já julgado. Se condenado, o político vai se enquadrar na lei da ficha suja e ficará inelegível por oito anos.

De acordo com o Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção), como secretário de Obras,  Pezão foi alertado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) de que o COI (Comitê Olímpico Internacional) precisava ser consultado antes da reforma para a Copa, para já indicar o que precisava ser instalado visando os Jogos Olímpicos. O atual governador, entretanto, nada fez.

O MP ainda esclarece que o novo sistema de iluminação do Maracanã é idêntico ao utilizado durante a Copa e que, portanto, foi feito de forma equivocada ou por má fé, contribuindo para que o estado do Rio de Janeiro fosse onerado em R$ 2,9 milhões sem necessidade.

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Já apostou? Prêmio da Mega-Sena pode chegar a R$ 42 milhões neste sábado

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Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País
Paulo Pinto/Fotos Públicas

Aposta mínima da Mega-Sena (seis números) custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer casa lotérica do País

Um sortudo pode ganhar até R$ 42 milhões no próximo concurso da  Mega-Sena , que será realizado neste sábado (15). O prêmio acumulou depois que ninguém acertou as seis dezenas do sorteio da última quarta-feira (12).

No entanto, a  Mega-Sena  deixou muita gente sorrindo a toa. A quina teve 82 apostas ganhadoras, sendo que cada apostador ficou com R$ 35.639,55. A quadra teve 5.610 apostas ganhadoras, ficando cada uma com R$ 744,19.

Para participar, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País.  Apostadores também podem entrar no sorteio pela internet, o valor mínimo para fazer uma compra pelo sistema online é de R$ 30 em apostas. O serviço do site funciona 24 horas por dia.

Esse é um concurso realizado pela  Caixa  Econômica Federal que pode pagar milhões ao apostador que acertar seis números, que são sorteados ao menos duas vezes por semana – normalmente, de quarta-feira e sábado. Ainda é possível ganhar prêmios menores ao acertar quatro (Quadra) ou cinco dezenas (Quina).

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O próprio jogador pode escolher os números da aposta ou tentar a sorte com a “Surpresinha”, em que o sistema das  lotéricas  escolhe os números. É possível também concorrer com as mesmas dezenas por dois, quatro ou oito concursos consecutivos na chamada “Teimosinha”.

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Como jogar na Mega-Sena


Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis
iG São Paulo

Para concorrer ao prêmio da Mega-Sena, é preciso escolher pelo menos seis números entre os 60 disponíveis

Os prêmios iniciais costumam ser em torno de R$ 2,5 milhões para quem acerta seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de 6 a 15 números do volante.

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O prêmio bruto da  Mega-Sena  corresponde a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem, 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados, 19% entre os acertadores de 5 números (Quina), 19% entre os acertadores de 4 números ( Quadra ), 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5 e 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou 5.

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Freixo diz que não acredita na ligação de milícias com  a morte de Marielle

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Marcelo Freixo falou sobre os riscos de vida que corre e criticou suspeitas levantadas sobre assassinato de Marielle Franco
Cristina Indio de Brasil/Agência Brasil

Marcelo Freixo falou sobre os riscos de vida que corre e criticou suspeitas levantadas sobre assassinato de Marielle Franco

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ) disse não ter dúvida de que continuará recebendo ameaças enquanto a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL/RJ) não for esclarecida. Ainda assim, disse que não tem razão para acreditar que o suposto plano para mata-lo tenha vindo do mesmo grupo que assassinou a vereadora. Na última quarta-feira (14), Freixo recebeu a informação de que seria morto durante evento neste fim de semana.

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“Se nós não descobrirmos quem mandou matar Marielle e porque mandou matar, isso significa dizer que um grupo político pode ter a violência como método, um grupo político pode se contrariado matar. Talvez eles descubram que podem matar não só uma juíza, não só uma deputada, não só uma vereadora, mas podem matar um promotor, uma jornalista, podem matar outros. Basta que seus interesses sejam ameaçados”, afirmou Marcelo Freixo .

O deputado também criticou a declaração do secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, general Richard Nunes, em entrevista publicada nesta sexta-feira (14) no jornal  O Estado de S. Paulo , que atribuiu a morte de Marielle Franco a milicianos interessados na grilagem de terrenos na zona oeste do Rio . O deputado estadual disse que não interessa mais declarações de autoridades sobre as possíveis causas e que o secretário deveria esclarecer o crime e não falar de possibilidades.

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 “São nove meses de investigações. É tempo de apresentar provas e concluir o caso. A gente também não quer que, no final do ano, no afogadilho, do final da intervenção, seja apresentado qualquer resultado. Isso também não é aceitável”.

A CPI das Milícias , que tinha Freixo como presidente, terminou em novembro de 2008 com 226 indicados. Entre eles, políticos, policiais militares, agentes penitenciários e integrantes das Forças Armadas. No entanto, descartou a possiblidade de a morte de Marielle ser resultado do trabalho na CPI, quando era assessora, ou pela atuação dela contra as milícias, já durante o mandato.

“A Marielle não teve, no curto período que exerceu a vereança, que foi apenas um ano e três meses, uma atuação destacada em áreas de milícias. Ela não estava à frente de nenhuma CPI ou investigação. Houve um trabalho de sua assessoria de regularização fundiária de uma determinada região que não foi concluía, mas não foi ela. É claro que isso tem que ser investigado”, disse.

Desde o fim da CPI das Milícias, o deputado é acompanhado por uma escolta de segurança. Ele afirmou que pretende continuar com o mesmo grupo, o qual já conhece como atua. Em fevereiro, Freixo, que foi eleito deputado federal, começará a trabalhar em Brasília.

O parlamentar não acredita que precisará mudar a equipe de escolta por policiais federais, porque pretende contar em Brasília com a proteção da Polícia Legislativa da Câmara Federal.

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*Com Agência Brasil

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