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Política Nacional

Mourão sobre queimadas na Amazônia: “Cometemos erros, sim”

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Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro voltou a atacar os governadores do Nordeste


Em fala nesta quinta-feira (29) durante evento em Vitória o vice-presidente Hamilton Mourão reconheceu que o governo federal , sob o governo de Jair Bolsonaro, errou no combate às queimadas na Amazônia. 

“Cometemos erros sim. Todos os anos nós sabemos que agosto, setembro e outubro são meses de queimadas. É igual ao 7 de setembro , a gente sabe que tem todo ano. Queimada também tem todo ano. Compete aos entes governamentais, em todos os níveis, travarem um combate às ilegalidades cometidas nesse momento”, disse ele.

 Mourão estava em um evento do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo . Na ocasião, o vice de Bolsonaro culpou a cultura local de produtores rurais como causa de incêndios. 

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“Existe gente que trabalha nesse limite de fronteira entre a selva e o cerrado que ainda opera de acordo com o pai, com o avô, conceitos antigos de uso da terra. Ou seja, ele corta o mato, espera o mato secar e coloca fogo, esse é o conceito”, disse.

Ainda segundo Mourão , é aí que que o governo pode agir. “Também sabemos que dentro da área amazônica existem três tipos de elementos que cometem essas irregularidades: o madeireiro, o grileiro e o garimpeiro. Esse trio, que pode ser cada um uma pessoa só ou podem estar incorporados os três em uma mesma pessoa. Então nós temos que dar oportunidade de trabalho para essas pessoas, senão elas vão procurar outro método de ganhar a vida .”

Com informações do G1 Espirito Santo. 

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro não vai renovar GLO no Ceará e pressiona governador

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Marcos Corrêa/PR

Bolsonaro negou pedido de governador para prorrogar GLO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, durante transmissão ao vivo pelo Facebook, que não irá renovar as operações de Garantia da Lei e da Ordem ( GLO ) para o Ceará . O estado vive uma crise na segurança pública depois policiais militares e bomberiros entraram em greve por reajuste salarial.

Durante a transmissão, Bolsonaro disse que “a gente espera que o governo resolva o problema da Polícia Militar do Ceará e bote um ponto final nessa questão”. Ele pediu que o governador Camilo Santana (PT) negocie com a PM do estado.

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“No momento eu não tenho tranquilidade”, argumentou Bolsonaro contra a prorrogação para além do prazo de oito dias vigentes, que expira nesta sexta-feira (28). “Precisamos ter uma retaguarda jurídica”, afirmou o presidente.

Santana chegou a pedir a Bolsonaro que o decreto fosse prorrogado , uma vez que ele não vê possibilidade de que o caso se resolve no curto prazo. Ao recusar, no entanto, o presidente disse que “GLO não é para ficar eternamente atendendo um ou mais governadores. GLO é uma questão emergencial”. Bolsonaro também pediu apoio aos governadores “para que o Parlamento vote o excludente de ilicitude”.

Nesta sexta, os policiais pediram como moeda de troca para o fim da greve a anistia aos agentes que aderiram à paralisação e o reajuste salarial.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Witzel diz que impeachment é “resposta jurídica” para Bolsonaro

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Rogério Santana

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

O governador Rio de Janeiro , Wilson Witzel (PSC), defendeu nesta quinta-feira (27) o afastamento do presidente Jair Bolsonaro e disse que o impeachment é a “resposta jurídica” que ele merece depois de ter compartilhado pelo WhatsApp um vídeo que faz críticas ao Congresso Nacional.

A declaração foi dada em Washington, nos Estados Unidos, onde o governador participou de um evento na American University. De acordo com Witzel, “apoiar um movimento destrutivo da democracia […] evidentemente afronta à Constituição”.

Os vídeos compartilhados por Bolsonaro fizeram ataques ao Legislativo ao convocarem seus apoiadores a participarem de uma manifestação em defesa do presidente marcada para o dia 15 de março.

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Bolsonaro não negou que enviou os vídeos, mas disse que as trocas de mensagens dele são de “caráter privado”. “Enquanto ele for presidente, todas as manifestações serão consideradas manifestações do presidente da República”, rebateu Witzel.

Depois da repercussão negativa do caso, Bolsonaro pediu para que seus ministros não endossem a manifestação em seu apoio nem compareçam a ela. O objetivo seria aplacar a crise do Planalto com o Congresso e o Judiciário.

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Eleito governador do Rio de Janeiro em 2018, Wilson Witzel ficou conhecido após se aproximar de Bolsonaro e embarcar na onda do bolsonarismo. Agora, de olhos nas eleições de 2022, ele trabalha para afastar sua imagem da do presidente.

Fonte: IG Política
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