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Política Nacional

Mourão diz que quem fura fila da vacinação da Covid-19 não tem ‘caráter’

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Mourão diz que quem fura fila da vacinação não tem caráter
Pozzebom/Agência Brasil

Mourão diz que quem fura fila da vacinação não tem caráter

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira (22), que quem “fura” a fila da vacinação contra Covid-19 demonstra falta de solidariedade e de caráter. Mourão pediu que a população se conscientize e compareça somente no momento adequado.

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“É necessário também que as pessoas se conscientizem, que cada um tem que comparecer de acordo com o seu grupo, para ser vacinado. E não procurar atropelar o processo. Isso denota uma falta de solidariedade, uma falta até de caráter da pessoa que faz isso”, disse o vice-presidente, ao chegar no Palácio do Planalto.

Em pelo menos cinco estados — Amazonas, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe — há sinais de uma interferência política na vacinação , com gestores de saúde ou pessoas ligadas a eles furando a fila de prioridade para receber a primeira dose. O Ministério Público investiga os dribles nos critérios oficiais.

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Política Nacional

Atacado por Carlos e protegido por Flávio, Paes busca apoio de Bolsonaro

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Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, pensa na situação financeira e busca manter boa relação com Bolsonaro
Beth Santos/PCRJ

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, pensa na situação financeira e busca manter boa relação com Bolsonaro

À frente de uma prefeitura com sérios problemas de caixa,  Eduardo Paes  (DEM-RJ) chega ao terceiro mês de governo no Rio de Janeiro se equilibrando para ter um bom relacionamento com o presidente  Jair Bolsonaro , mas sem abandonar pautas como medidas restritivas para conter o avanço da Covid-19 .

A fim de equalizar essa relação, Paes conta com o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), articulador político da família, como principal aliado. Foi numa ligação por vídeo com o parlamentar que o prefeito falou com o presidente pela primeira vez após ser eleito. No último dia 1º, Paes reencontrou Flávio durante a cerimônia de aniversário de 456 anos da cidade no Cristo Redentor. Segundo um interlocutor do democrata com a família Bolsonaro, o encontro serviu para o prefeito mandar um recado ao presidente e fazer um pedido ao senador.

De acordo com o interlocutor, Paes pediu a Flávio que não acreditasse em supostas críticas feitas por ele à família Bolsonaro . O prefeito teria sugerido que a mensagem chegasse até o presidente.

Cobrança pelo Twitter

Com Flávio, a relação é amistosa, mas o mesmo não acontece em relação ao seu irmão, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos). Por meio das redes sociais, ele tem feito ataques à gestão de Paes e à sua equipe de trabalho.

“Prefeito Eduardo Paes, é desta maneira que quer manter boas relações para reconstruir nossa cidade? Com nomeações em cargo na estrutura da sua prefeitura apoiando abertamente o ódio ao presidente da República?”, escreveu Carlos no Twitter, referindo-se ao ator Marcelo Serrado , agora diretor artístico da Fundação Cidade de Artes, que, numa rede social, desejou “energias ruins” para Jair Bolsonaro.

O prefeito rebate algumas críticas, mas procura evitar grandes embates, sustentando a difícil relação com o presidente.

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Política Nacional

Doria abre queixa na polícia contra vizinha após acusar seu filho de fazer festa

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Governador João Doria (PSDB)
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Governador João Doria (PSDB)

No sábado (06), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez uma ocorrência na polícia contra responsáveis por vídeo que foi gravado na casa de uma vizinha que mora em frente ao político. As informações foram apuradas pelo G1. 

No vídeo, é possível ouvir uma voz feminina acusando o filho do governador de realizar uma festa em tempos de pandemia e causar aglomeração . Por meio de nota, Doria disse que som em alto volume, vinha de uma casa que fica na mesma rua que a sua, porém não havia festa e nem aglomeração. 

Foi pedido a dona da casa que o volume fosse abaixado e pedido por atendido por ela imediatamente. Segundo Doria, “não houve, portanto, festa, música ao vivo e muito menos a prática de aglomeração na residência” e que seu filho não mora na residência e que nem estava em São Paulo na data do ocorrido. Pena para crimes como difamação é de um ano a quatro meses de reclusão. 

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