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Motocicleta elétrica marca o retorno da Buell com novas tecnologias

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Buell
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Motocicleta elétrica da Buell adere às tendências de mobilidade e promete entregar diversão a bordo

Após a abertura e o fechamento das portas algumas vezes em sua história, a Buell retorna ao mercado novamente com uma nova motocicleta elétrica: a Fuel Flow. A startup Fuell e o renomado engenheiro e dono da marca Erick Buell — que também era parte do grupo Harley-Davidson — foram os responsáveis pela novidade que já recebe encomendas nos EUA, a partir de US$ 10.995 (R$ 40 mil), para entregar em 2021.

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Serão duas as opções de motores para a motocicleta elétrica
Fuell Flow. Começa em 11 kW (14,9 cv), e migra para os 35 kW (47,6 cv) na versão de topo. Segundo a startup, os maiores destaques são a autonomia da primeira (240 km sem recargas) e a aceleração da segunda (0 a 100 km/h em 2,7 segundos). Com isso, oferece desempenho de supermotos, eficiência de modelos urbanos e atende às tendências de mobilidade.

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Equipamentos


Buell
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Entre os seus “features”, estão equipamentos de rastreamento e informações para situar o condutor

Além disso, conta com três níveis diferentes de recarga. O primeiro leva cerca de dez horas, enquanto o segundo leva duas horas e meia, e o terceiro pouco mais de uma (caso tenha um carregador de 6,6 kW, mais potente). Entretanto, a marca fala sobre o carregador opcional chamado de CCS Type 2 DC, com capacidade de dar 100% de carga em impressionantes 30 minutos.

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Entre os equipamentos da Buell
, estão controle de tração e estabilidade, modos de condução “urbano” e “audacioso”, ABS, alerta de colisão frontal e traseiro, detector de ponto cego entre outros. Além disso, conta com um aplicativo que trava e destrava a moto, bem como traz navegação GPS ao seu cluster
e alerta os prazos de manutenção.

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Buell
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Bicicleta elétrica é outro lançamento, desta vez voltada a atender aos que procuram ainda mais versatilidade

Vale lembrar que a Fuell Fluid, “irmã” da motocicleta elétrica
, também acaba de chegar. A partir de US$ 3.295 (R$ 13.180), é uma bicicleta elétrica
oferecida em duas versões: uma que chega aos 32 km/h, e a outra, aos 45 km/h. Ela é do tipo “pedelec”, ou seja, a energia elétrica auxilia nas pedaladas, com capacidade de cobrir até 200 km antes da recarga. Entre os seus equipamentos, encontram-se freios hidraulicos Tektro HD-E, luz de 900 lumen, suspensão dianteira integrada, cluster
colorido de 3,2 polegadas, destravamento através de PIN Code e rastreamento via GPS para recuperação em caso de furtos.

Fonte: IG Carros
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Bentley oferece livro de R$ 1 milhão para clientes

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Motor Show



livro da Bentley com diamantes da capa
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Livro da Bentley com nada menos que 100 diamantes na capa e que pode ser personalizado ao gosto do dono


Para comemorar os 100 anos de fundação, a britânica Bentley oferece aos clientes um livro com a história da marca que vai custar mais do que muitos modelos de luxo: 200 mil libras (cerca de R$ 1,046 milhão) em sua edição mais cara

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Produzido em parceria com a editora de livros de luxo
Opus, a obra na versão 100 Carat Edition pesa 30 kg e tem uma capa com 100 diamantes incrustados e o logo da Bentley
em ouro branco ou platina. Serão impressos apenas sete exemplares (um para cada continente).

Quem não estiver disposto a gastar mais de R$ 1 milhão em um livro poderá optar por edições mais “populares”: custando 12.500 libras (R$ 65 mil), a Mulliner Edition tem capa forrada com o mesmo couro usado nos carros e terá impressão de 100 exemplares. Já a Centenary Edition
sai por 3 mil libras (R$ 15.700) e terá impressão de 500 unidades.

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Os compradores poderão personalizar a sua edição da obra com fotos do seu Bentley
ou o nome gravado em ouro ou prata na capa.

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Fonte: IG Carros
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Carros e Motos

Confira quais são as 5 motos mais caras do Brasil, legalizadas para as ruas

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Mesmo que o preço dos carros mais caros do Brasil ultrapassem a casa dos milhões, no caso das motos, elas saem por poucas centenas de milhares. Entretanto, são equivalentes quando se fala em desempenho, exclusividade, adrenalina ao pilotar e, dentro das devidas proporções, luxo. As motos mais caras do Brasil não deixam de ser obras de engenharia, que dentro da concepção simples dos veículos de duas rodas, esbanjam tecnologias de última geração.

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Quanto ao desempenho, algumas aceleram até os 100 km/h na casa dos 3 segundos, ou menos, e passam dos 300 km/h. Quanto ao luxo, outras possuem inúmeros ajustes de pilotagem, central multimídia, câmbio de dupla embreagem, auto-falantes e outros. Em mais uma lista dos 5 mais, veja quais são as motos mais caras
do Brasil que podem circular nas ruas.

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5- Kawasaki Ninja H2 SX SE (R$ 129.900)


Kawasaki Ninja
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Kawasaki Ninja H2 SX SE: A versão legalizada para a rua da moto mais veloz do Brasil é a 5ª entre as motos mais caras

Em 5º lugar fica a versão mais sofisticada das Ninja, tirando a mais veloz H2R (R$ 357 mil), não legalizada para rodar nas ruas e que passa dos 400 km/h. O modelo traz o mesmo motor de 4 cilindros e 1000cc, com sistema de sobrealimentação. Entretanto, após o desenvolvimento de um novo compressor mecânico, aliado a diversas mudanças em admissão, comando de válvulas, câmara de combustão e escapamento, desenvolve 231 cv e 14,4 kgfm.

Além disso, a Kawasaki Ninja
H2 SX SE conta com a caixa de câmbio do tipo dog-ring
, encontrada nos mundiais de MotoGP e Fórmula 1, que facilita a troca rápida de marchas. Junto a isso, as relações das marchas foram acertadas ao novo conjunto. No habitáculo, uma tela LCD TFT permite que as informações sejam exibidas graficamente. Além disso, dois modos de exibição selecionáveis (Touring e Sport) priorizam as informações, a depender dos três modos de condução.

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4- BMW K 1600 GTL (R$ 151.500)


BMW K 1600 GTL
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BMW K 1600 GTL: A BMW cara mais em conta que você pode comprar e vem com uma série de recursos eletrônicos

Se servir de consolo, a moto BMW mais cara ainda é mais em conta que o carro BMW mais barato (120i Sport, R$ 165.950). De série, a K 1600 GTL traz freios com ABS Cornering Brake
(que permite frear dentro das curvas sem perder a trajetória), controle de tração, suspensão com ajuste eletrônico, assentos aquecidos, faróis direcionais de xenônio, lanterna traseira e setas de LEDs, controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático), modos de condução e para-brisa com ajuste elétrico.

Há ainda assistência de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus, partida sem chave, quick-shifter
(troca de marchas sem acionar o manete de embreagem), faróis auxiliares de LEDs e conexão Bluetooth com smartphone, entre outros. O motor, por sua vez, segue o mesmo 1.649 cm³ de cilindros opostos que rende 160 cv e 17,8 mkgf, com câmbio de seis marchas com eixo cardã e transmissão final por eixo cardã.

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3- Honda GL 1800 Gold Wing Tour (R$ 156.550)


Honda Gold Wing
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Honda Gold Wing 2019: Lista de equipamentos que chega a se assemelhar com a de vários carros

Mais cara que um HR-V Touring, a maior moto da Honda é praticamente um carro sobre duas rodas. Entre os seus equipamentos, a GL 1800 Gold Wing da nova geração é equipada com acelerador eletrônico, controle de tração, assistente de partida em rampas e sistema Start-Stop. Além disso, traz faróis full-LED, novo assento, freios combinados e central multimídia de 7 polegadas com conectividade Apple CarPlay.

A Honda Gold Wing é equipada com motor 1.8 boxer, cabeçote Unicam de quatro válvulas, que produz 126 cv e 17,34 kgfm. O movimento é transmitido por meio do câmbio de dupla embreagem DCT, com 7 marchas. Vale lembrar que é possível mudar o comportamento do motor com um seletor de modo de condução com quatro opções — Tour, Sport, Econ e Rain, com a alternativa de trocar as marchas manualmente, com comandos no manete esquerdo — bem como 26 ajustes de suspensão.

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2- Harley-Davidson CVO Limited (R$ 172.900)


Harley-Davidson CVO Limited
Guilherme Marazzi
Harley-Davidson CVO Limited: O suprassumo das motocicletas para longas viagens

Apesar da tradição da Honda, há os saudosistas que possam preferir a Harley-Davidson CVO, que consegue ser mais cara ainda. Criada pela subdivisão especial da marca, antes de ser uma CVO Limited, é uma Ultra Limited. Mesmo que já bastante luxuosa, torna-se a motocicleta de grande porte definitiva após uma radical customização de fábrica, com alguns componentes produzidos artesanalmente.

A CVO é equipada com o motor Milwaukee-Eight de 117 polegadas cúbicas (1.923 cc), que produz 17 kgfm de torque, mas não possui potência declarada pela fabricante. Já o sistema de informação e áudio, chamado de Infotainment Boom Box GTS, reúne áudio e navegação de alto nível, com quatro alto-falantes com saída de 300w e um par de fones de ouvido conectados ao sistema pelo Bluetooth. Esses fones podem conversar entre si, ou seja, piloto e garupa, e ainda pode se conectar com mais seis fones de outras motocicletas, até uma distância de 1.600 metros.

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1- Ducati Panigale V4 R (R$ 250.000)


Ducati Panigale V4 R
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Ducati Panigale V4 R: Em prol do desempenho e segurança, é bem equipada, apesar da obsessão pela redução de peso

Eis a número 1 que pode rodar nas ruas. Chega com sistema de escape Akrapovic, pneus Pirelli Diablo Corsa, amortecedores Öhlins, rodas forjadas, freios Brembo, tanque de combustível feito em alumínio, partes do motor de titânio e diversas peças da carenagem de fibra de carbono. Aos que irão utilizar a moto apenas nas pistas, acompanham o eliminador de placa e tampa para o furo dos retrovisores. Com uma reserva de R$ 50 mil, chegam em outubro deste ano.

A vencedora entre as motos mais caras
do Brasil custa o equivalente a três vezes mais que uma Honda CBR 1000RR
Fireblade (R$ 79.990) ou quase o mesmo que uma Toyota SW4 SRX (R$ 256.610). Com isso, além de diversos auxílios eletrônicos ao piloto, a Ducati Panigale V4 R traz motor V4 aspirado — como o nome diz — de 998 cc que desenvolve 230 cv. Uma vez que pesa míseros 172 kg, possui uma relação peso-potência de apenas 0,747 kg/cv.

Fonte: IG Carros
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