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Mato Grosso

Mortes em Colniza: empresa fala em legítima defesa; Pastoral diz que houve massacre

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A empresa da família do ex-deputado José Geraldo Riva, “Floresta Viva”, responsável pela segurança da fazenda “Bauru” (antiga Magali), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Fórum de Direitos Humanos e da Terra de Mato Grosso (FDHT-MT) emitiram notas com suas versões do conflito armado.

Segundo a Empresa Unifort Segurança, sua equipe reagiu a disparos de arma de fogo que atingiram um carro de ronda. A empresa “Floresta Viva” reforça que a fazenda Bauru vem sendo alvo de invasões que descumprem ordens judiciais e “provocam crimes ambientais”. “Oportuno esclarecer que os invasores também estavam em poder de foices e facões. Sem outra alternativa, os seguranças foram obrigados a reagir para salvaguardar suas vidas, assim como dos demais trabalhadores da fazenda. Infelizmente, mesmo após a reintegração de posse e anteriormente ao conflito de hoje, pessoas que se denominam trabalhadores rurais e que deveriam se manter do lado externo da propriedade, insistem em descumprir a determinação judicial de 31/10/2018”, diz trecho da nota da Unifort.

A Pastoral da Terra e o Fórum de Direitos Humanos, por sua vez, denunciam o que chama de um “novo massacre”. Segundo o movimento, cerca de 200 famílias ocuparam parte da área da propriedade na última segunda-feira (29.12) e logo após receberam um mandado de despejo emitido pela juíza da Vara Agrária de Cuiabá.

“Colniza possui um grave histórico de assassinatos no campo. De 2003 até agora foram registrados 16 assassinatos em conflitos agrários no município. Das quase 200 famílias que lá estão sob a mira dos pistoleiros na Fazenda Agropecuária Bauru, algumas são posseiras, outras compraram o direito de estar na terra, e já moram em seus lotes há algum tempo. Produzem e criam animais. São pessoas que apostaram no sonho de construir uma vida com o suor do trabalho”, diz trecho da nota da Pastoral.

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Segundo a organização, um dos mortos seria um trabalhador rural identificado até o momento como Eliseu Queres e outras nove pessoas estariam feridas, três delas em estado grave.


 

 

Fonte: O Livre

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Barra do Bugres

Família de Barra do Bugres procura jovem que desapareceu em Cuiabá

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O jovem Talisson de 18 anos, está desaparecido a cerca de dois meses depois de sair de casa no Bairro Jardim Ala, em Várzea Grande.

Foto: Reprodução / TVCA

Segundo informações da família, o rapaz teria se mudado de Barra do Bugres para Cuiabá, motivado por oportunidade de trabalho. Talisson é pintor. Durante entrevista ao MTTV desta quarta-feira (21) a mãe do jovem, disse que o filho teria comunicado a namorada sobre sair com um grupo de amigos, e não voltou mais. “Fui a delegacia, fui a hospital e nada. Eu estou desesperada, quero meu filho, quero saber do meu filho vivo ou morto”, declara a mãe.


Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil investiga o caso. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Talisson, deve entrar em contato pelo telefone 197, da PJC.

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Ação Social

Mãe de adolescente que teve 60% do corpo queimado em fogão improvisado pede ajuda para arrumar emprego

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O adolescente, Carlos Eduardo V. da Silva de 15 anos, que teve cerca de 60% do corpo queimado em um acidente doméstico no início do mês de julho, ao tentar acender um fogão improvisado, recebeu alta médica na última terça-feira (14) e se recupera em casa, no Bairro Vila Esmeralda em Tangará da Serra.

O adolescente teria se queimado enquanto tentava ascender a chama do fogareiro. Foto: TVCA

No dia 09 de junho, Carlos Eduardo e o irmão tentavam ascender o fogareiro com álcool, quando houve uma explosão e ele acabou atingido pelas chamas. Sofreu lesões nas pernas, abdômen e no braço direito. Por 40 dias permaneceu internado no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), ala do Pronto-Socorro de Cuiabá. A equipe médica constatou queimaduras de 1º grau, com vermelhidão da pele e de 2º grau em algumas regiões específicas, com formação de bolhas, e o adolescente foi submetido a duas cirurgias de enxerto na perna.

Eduardo passou por duas cirurgias de enxerto de pele na perna.

Apesar de já ter superado a pior parte do tratamento, outra preocupação entristece a família de Eduardo; os gastos com os materiais de cuidados especiais e higiene pessoal  como lenços umedecidos, sabonetes antibactericidas, e ainda, malhas compressivas para queimaduras, que são meias pós cirurgia específicas para tratamento de queimaduras. Os produtos são caros e os pais de Eduardo não conseguem cobrir as despesas. Estão desempregados e a única fonte de renda é o benefício do Bolsa Família de R$200.

Na quitinete de três cômodos, moram cinco pessoas. Durante a recuperação de Eduardo,  muita gente ajudou doando mantimentos e móveis à família. Agora, o que a mãe de Eduardo deseja é conseguir emprego para ela, o filho mais velho, de 18 anos e o marido. “Nós precisamos trabalhar. Eu, meu marido e meu filho temos saúde e força de vontade para trabalhar só precisamos de oportunidade. Qualquer emprego que aparecer será muito importante pra nós. Agradecemos de coração todas as doações, o povo ajudou bastante a nossa família, e agora, nós precisamos com urgência é de trabalhar”, suplica Rosineide Vieira da Silva.


Em vez de doações, família pede emprego para poder arcar com as despesas do tratamento de Eduardo.

Caso alguém possa oferecer oportunidade de trabalho à família, entre em contato pelo Fone: (65)9.93489235, ou diretamente no endereço: Rua 16, nº 511 – W, Bairro Vila Esmeralda, Tangará da Serra.

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