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Tangará da Serra

Morador grava vídeo mostrando situação da Rua 5 A no Jardim Paraíso após chuva

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A chuva que caiu por volta das 12h desta quinta-feira, 7, alagou a vala localizada na Rua 5 A entre a 40 e 42, no bairro Jardim Paraíso em Tangará da Serra. Um morador gravou um vídeo mostrando a forte enxurrada formada no local após a chuva.

A situação da Rua 5 A foi mostrada nessa semana pelo Bem Notícias. Moradores aguardam por 30 anos, uma solução por parte da Prefeitura Municipal que alega que nada pode ser feito, tendo em que vista que o local trata-se de uma Área de Preservação Permanente (APP). Moradores fizeram inclusive uma ‘ponte’ improvisada para conseguirem chegar até suas residências.

No vídeo o morador lamenta a situação e pede mais uma vez ajuda do Poder Público para resolver a situação daquele local.

Leia mais :  https://bemnoticias.com.br/moradores-esperam-por-30-anos-uma-solucao-da-prefeitura-para-a-situacao-da-rua-5-a/

 

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Clima

Nova frente fria avança, previsão indica chuva neste domingo (07) em Tangará da Serra

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A chegada de uma nova frente fria mudou o tempo em Mato Grosso. A massa de ar polar avançou e provocou queda na temperatura e deixou o clima ameno no estado. Em Tangará, a previsão é de chuva para amanhã (07), com aumento de nuvens pela manhã e pancadas de chuva à tarde. À noite o tempo fica aberto.

A chuva intensificou em maio fechando o mês com precipitações mais fortes que o normal em boa parte de MT. De acordo com a meteorologia, em junho, ainda há previsão de chuva entre a média e acima da média em algumas áreas. Conforme indicação do Instituto Climatempo, a previsão é de cinco frentes frias avançando pelo país em junho, sendo a maioria, na primeira quinzena do mês.

Neste mês a previsão aponta que em Tangará da Serra, a temperatura mínima oscilará entre 18 °C e 21 °C, enquanto a máxima permanecerá em cerca de 32°C na maior parte do mês. O inverno, começa no próximo dia 20, às 18h44, no Brasil.

 

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Cidades

Tangará da Serra vai receber mais de R$1,6 milhão em recursos por abrigar estrutura de mineração

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A Agência Nacional de Mineração (ANM) repassou a 1.041 municípios brasileiros um montante de R$ 318 milhões referentes à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM). Desse total, mais de R$ 38 milhões foram destinados a 27 municípios de Mato Grosso que abrigam estruturas de mineração como barragens de rejeitos, plantas de beneficiamento, pilha de estéril, refeitórios, estação de tratamento de água e demais componentes que possibilitam a extração de minérios.

“A distribuição aos municípios afetados foi uma correção, trazida pela lei 13.540, no final de 2017, juntamente com a criação da ANM, que só foi instalada em dezembro de 2018. Isso fez com que só agora pudéssemos avaliar e criar os mecanismos para identificar essas estruturas de mineração e distribuir a CFEM aos municípios afetados por essas construções. Fizemos um grande esforço para que esses recursos acumulados desde o início da vigência da lei pudessem ser distribuídos agora. Isso será de grande valia para os municípios neste momento de dificuldade, em razão da pandemia”, explica o diretor da ANM, Tomás de Paula Pessoa.

A verba é acumulada e estava represada desde junho de 2018, quando o decreto 9.407/2018 passou a estipular que locais com construções que fazem parte da atividade mineral também teriam direito à compensação. A diretriz estabelece que do total da CFEM arrecadada, 60% é destinada aos municípios produtores, 15% para o estado produtor, 15% para os municípios afetados e 10% para a União.

O município de Aripuanã, que abriga o maior investimento da Nexa no Brasil, recebeu mais de R$ 22 milhões, o que representa 59% de toda verba destinada ao Estado de Mato Grosso. Os municípios de Diamantino (R$ 7.378.735,74), Vila Bela da Santíssima Trindade (R$ 2.478.933,85), Tangará da Serra (R$ 1.687.878,10), Porto Esperidião (R$ 1.471.801,39) e Colniza (R$ 1.471.778,32) completam a lista de localidades mato-grossenses que receberam mais de R$ 1 milhão via compensação.

“A vocação da indústria da mineração é agregar valor à matéria-prima bruta encontrada na natureza e transformá-la em produtos mais elaborados. Esse processo, realizado com segurança, tecnologia e sustentabilidade, como é feito pela Nexa, gera empregos, distribui salários e arrecada impostos, que depois voltam como benefícios para a sociedade”, afirma o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Gustavo de Oliveira.

Para Rodrigo Fonseca, Gerente Geral de Mineração da Nexa no Projeto Aripuanã, o crédito para Aripuanã no valor de R$ 22 milhões está diretamente ligado à presença da Nexa no território. “Não se trata de antecipação de CFEM pela exploração mineral prevista a começar em 2021, mas de um direito adquirido pelo município por abrigar estruturas de mineração. Ressalta-se, porém, que, durante os 10 primeiros anos de operação do Projeto Aripuanã, as projeções atuais indicam que serão recolhidos aos cofres públicos um total superior a R$ 160 milhões somente em CFEM. Desse total, mais de R$ 98 milhões (60%) serão destinados ao município de Aripuanã”, esclarece.

 

 

Fonte:FIEMT

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