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Economia

Molina, da Marfrig, compra um dos maiores reprodutores de gado do país: a Fazenda São Marcelo, em Tangará da Serra

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Marcos Molina, dono da Marfrig e da Agro Jacarezinho, agora será dono da Fazenda São Marcelo, em Tangará da Serra

Foi divulgado nesta terça-feira (15) pela Revista Veja e pelo jornal Valor Econômico, a venda da Fazenda São Marcelo, localizada em Tangará da Serra, a Agro Jacarezinho – empresa de propriedade de Marcos Molina, o controlador do Grupo Marfrig.

A Fazenda São Marcelo, com matriz e filial em Tangará da Serra e Juruena (MT), é a quarta maior em beneficiamento de sêmen de gado do Brasil, com 35 mil hectares e aproximadamente 40 mil cabeças.

Como as duas empresas – São Marcelo e Jacarezinho – possuem capital fechado, o valor do negócio não foi divulgado.

De acordo com a consultoria internacional Duff & Phelps, que assessorou a venda, o fato de a fazenda ter sido primeira pecuária do mundo a conquistar a certificação da ONG Rainforest Alliance teve grande impacto na hora da transação.

“O ESG tomou um papel central nas discussões e análises de investimentos comprometidos com a economia real e a relação das empresas com a sociedade. Questionamentos sobre como as empresas fazem seus negócios e os impactos no presente e no futuro das pessoas assumiram valor tangível nos investimentos. O Brasil tem uma posição e momento críticos e, se assumir sua responsabilidade, poderia liderar esse movimento global”, afirma Alexandre Pierantoni, diretor-executivo da Duff & Phelps no Brasil. (Com informações da Revista Veja e Valor Econômico)

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Economia

INSS: fila para perícias médicas tem 758 mil agendadas e 906 mil exigências

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Reprodução: O Dia

INSS: perícia médica sem data definida

No segundo dia de reabertura gradual dos postos do INSS, persistiram a desinformação e a falta de atendimento na perícia médica. Conforme O DIA antecipou no sábado passado, a falta de condições das agências previdenciárias para atendimento aos público fez com que a Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP) orientasse para o não retorno às atividades presenciais.


Em coletiva via Youtube, o presidente do INSS, Leonardo Rolim, informou que hoje a fila para cumprimento de exigências tem 906 mil pessoas e as que aguardam perícia médica chegam a 758 mil. “Os números são menores que os 2,3 milhões registrados em julho passado”, chegou a pontuar.

Questionado pelo jornal O DIA sobre o prazo que as perícias devem ser retomadas para acabar com o martírio de pessoas que esperam há seis meses pelo atendimento, o INSS informou que “as perícias estão suspensas até que as adequações sejam feitas (novas inspeções serão feitas entre hoje e amanhã para viabilizar o rápido retorno).”

A nota informa que “ainda nesta semana o INSS espera ter novidades quanto ao retorno do serviço”. Mas, segundo o presidente da ANMP, a inadequação das agências da previdência é real e antiga, mas que foram agravadas pela pandemia do coronavírus.Segundo Argolo, o INSS teve seis meses – que foi o período da parada de atendimento – para fazer as adequações nas agências, mas isso não ocorreu.

Na sexta-feira passada um servidor denunciou a situação precária dos postos. “Falta sabão para lavar as mãos e equipamentos de proteção individual, os EPIs”, disse ao jornal O DIA. Ontem, em entrevista ao G1, Argolo confirmou a denúncia do servidor: faltam equipamentos de proteção individual (EPIs), estetoscópios e abaixadores de língua. E completou: “As agências estão sem vigilância adequada, pessoal de limpeza sem contratos para suprir a necessidade em um momento desse, de pandemia, que se faz necessário”, afirma.”Seríamos irresponsáveis em subscrever e dar aptidão a uma agência inadequada. Não estamos criando resistência”, diz Argolo.

Levantamento da associação mostra que das 1.525 agências do INSS, somente 12, estão com todos os padrões de adequação, “inexpressivas diante do passivo de necessidade do Brasil”.Mesmo nessas agências, no entanto, não houve a realização de perícias médicas.

“As gerências executivas e superintendências se detiveram apenas na compra de EPIs para a pandemia, mas tinha um passivo de problemas a resolver. O presidente (do INSS) está nas TVs se perdoando, mas são os operacionais que compraram máscara vencida em 2012”, afirma Argolo.

Ainda segundo o presidente da entidade, a associação tem flexibilizado itens que pudessem “embaraçar, mas não prejudicar” o atendimento, mas pede que o governo resolva a lista de itens inadequados para que a categoria faça nova vistoria e libere os atendimentos. Ele não falou em prazos para que isso aconteça.

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INSS: fila para perícias médicas tem 758 mil agendadas e 908 mil exigências

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INSS: perícia médica sem data definida

No segundo dia de reabertura gradual dos postos do INSS, persistiram a desinformação e a falta de atendimento na perícia médica. Conforme O DIA antecipou no sábado passado, a falta de condições das agências previdenciárias para atendimento aos público fez com que a Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP) orientasse para o não retorno às atividades presenciais.


Em coletiva via Youtube, o presidente do INSS, Leonardo Rolim, informou que hoje a fila para cumprimento de exigências tem 906 mil pessoas e as que aguardam perícia médica chegam a 758 mil. “Os números são menores que os 2,3 milhões registrados em julho passado”, chegou a pontuar.

Questionado pelo jornal O DIA sobre o prazo que as perícias devem ser retomadas para acabar com o martírio de pessoas que esperam há seis meses pelo atendimento, o INSS informou que “as perícias estão suspensas até que as adequações sejam feitas (novas inspeções serão feitas entre hoje e amanhã para viabilizar o rápido retorno).”

A nota informa que “ainda nesta semana o INSS espera ter novidades quanto ao retorno do serviço”. Mas, segundo o presidente da ANMP, a inadequação das agências da previdência é real e antiga, mas que foram agravadas pela pandemia do coronavírus.Segundo Argolo, o INSS teve seis meses – que foi o período da parada de atendimento – para fazer as adequações nas agências, mas isso não ocorreu.

Na sexta-feira passada um servidor denunciou a situação precária dos postos. “Falta sabão para lavar as mãos e equipamentos de proteção individual, os EPIs”, disse ao jornal O DIA. Ontem, em entrevista ao G1, Argolo confirmou a denúncia do servidor: faltam equipamentos de proteção individual (EPIs), estetoscópios e abaixadores de língua. E completou: “As agências estão sem vigilância adequada, pessoal de limpeza sem contratos para suprir a necessidade em um momento desse, de pandemia, que se faz necessário”, afirma.”Seríamos irresponsáveis em subscrever e dar aptidão a uma agência inadequada. Não estamos criando resistência”, diz Argolo.

Levantamento da associação mostra que das 1.525 agências do INSS, somente 12, estão com todos os padrões de adequação, “inexpressivas diante do passivo de necessidade do Brasil”.Mesmo nessas agências, no entanto, não houve a realização de perícias médicas.

“As gerências executivas e superintendências se detiveram apenas na compra de EPIs para a pandemia, mas tinha um passivo de problemas a resolver. O presidente (do INSS) está nas TVs se perdoando, mas são os operacionais que compraram máscara vencida em 2012”, afirma Argolo.

Ainda segundo o presidente da entidade, a associação tem flexibilizado itens que pudessem “embaraçar, mas não prejudicar” o atendimento, mas pede que o governo resolva a lista de itens inadequados para que a categoria faça nova vistoria e libere os atendimentos. Ele não falou em prazos para que isso aconteça.

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