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Economia

Mirae recomenda Ultrapar (UGPA3)

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Mirae recomenda Ultrapar (UGPA3)
Redação 1Bilhão

Mirae recomenda Ultrapar (UGPA3)

Os analistas da Mirae Asset estão recomendando Ultrapar (UGPA3) para Compra nesta segunda-feira. Suzano (SUZB3) também está entre os ativos.

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar comunicou a finalização da venda da Oxiteno para a Indorama Ventures PLC, depois da aprovação da transação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sem restrições no começo de março. Conforme acordado no contrato da venda da Oxiteno, a primeira parcela de US$ 1,15 bilhão foi ajustada pelas variações de capital de giro e posição da dívida líquida no montante de US$ 176,4 milhões, resultando no pagamento de US$ 1,33 bilhão, que foi feito hoje. Esse valor ainda está sujeito a ajustes finais de capital de giro e de dívida líquida. O pagamento final de US$ 150 milhões será realizado em abril de 2024.

“Segundo a Ultrapar, a venda da Oxiteno é um passo importante no processo de revisão de portfólio da companhia, buscando maior complementaridade e sinergias entre seus negócios.”

A recomendação é de COMPRA ao preço justo R$ 19,05: upside 30%.

Suzano (SUZB3)

Os preços à vista da celulose de fibra curta seguem em rota ascendente na China, indicando que os reajustes anunciados pelos produtores sul-americanos estão sendo implementados integralmente. Segundo a Fastmarkets Foex, o preço líquido da fibra curta no mercado chinês chegou a US$ 737,25 por tonelada nesta semana, com alta de US$ 16,30 em uma semana. No mês, a valorização alcança US$ 84,20 por tonelada. Na fibra longa, por outro lado, houve leve recuo, de US$ 0,90, para US$ 978,64 por tonelada. Em um mês, esse tipo de celulose acumula ganho de US$ 101,30 por tonelada na China.

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“A notícia é positiva pra a empresa, que tem um contrapeso com a abaixa do dólar x real e vai ajudar na compensação do dólar mais fraco no seu faturamento.”

A recomendação é de COMPRA ao preço justo R$ 78,83: upside 45%.

Entre nos nossos grupos para traders: http://bit.ly/3tXPfCd

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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