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Ministra Tereza Cristina participa do lançamento da campanha Mulheres Rurais, mulheres com diretos

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A 5º edição da campanha #Mulheres Rurais, mulheres com direitos será lançada nesta quarta-feira (29), no Palácio do Planalto, às 16h, com as presenças do presidente Jair Bolsonaro, da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e das ministras Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Damares Alves (Mulher, da Família e dos Direitos Humanos), e do representante da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) no Brasil, Rafael Zavala. 

A campanha é uma iniciativa conjunta, de âmbito internacional e intersetorial, promovida pela FAO, com a colaboração de diversas instituições e entidades governamentais, além de organizações da sociedade civil e entidades privadas de toda a América Latina que buscam reconhecer a liderança, as capacidades e as necessidades das mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes da região.  

A proposta da campanha é dar visibilidade às mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes que vivem e trabalham em um contexto desigualdades estruturais e desafios sociais, econômicos e ambientais, agravado pelo impacto da pandemia de Covid-19 na América Latina e Caribe. 

Desafios 

Segundo a FAO, atualmente 60 milhões de mulheres vivem em zonais rurais da América Latina e do Caribe e parte delas têm papel central na produção e abastecimento de alimentos. No entanto, muitas delas enfrentam sérias limitações para acessar recursos produtivos, como terra, água, insumos agrícolas, financiamento, seguro e treinamento, além de várias barreiras para colocar seus produtos no mercado. 

“Essa campanha é de valorização das mulheres produtoras rurais. É preciso somar forças para que juntos – governo federal, FAO e organizações parceiras – sejamos capazes de transformar esse cenário de desigualdades sociais e econômicas em relação à mulher trabalhadora no campo”, afirmou a ministra Tereza Cristina. 

Além disso, grande parte dessas mulheres trabalha informalmente, dispõe de poucas redes de apoio. E, mesmo com a pandemia da Covid -19, não pararam de trabalhar para responder à demanda por alimentos nas cidades e comunidades rurais, assim como a necessidade de alimentar suas próprias famílias. 

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de mulheres dirigindo propriedades rurais no Brasil é pequeno. Dos 5,07 milhões de desses estabelecimentos, quase 1 milhão contam com mulheres rurais à frente, o que representa apenas 19% do total, segundo o Censo Agropecuário de 2017. 

A maioria está na região Nordeste (57%), seguida pelo Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste, que concentra apenas 6% do universo de mulheres dirigentes. Os dados foram obtidos a partir de um trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o IBGE. De acordo com a pesquisa, juntas, elas administram cerca de 30 milhões de hectares, o que corresponde apenas a 8,5% da área total ocupada pelos estabelecimentos rurais no país. 

Histórico

No Brasil, a campanha #Mulheres Rurais começou em 2015 como uma iniciativa para dar visibilidade ao trabalho da mulher rural. O lema da primeira campanha foi “Sou trabalhadora rural, não sou ajudante”. A partir de 2016, a campanha se estendeu para a América Latina e o Caribe e incluiu o tema dos direitos relacionados à igualdade de gênero, principalmente o combate à violência.

A edição deste ano quer dar visibilidade também às mulheres como guardiãs e promotoras do desenvolvimento, seguindo o princípio da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Da mesma forma, busca unir esforços e continuar avançando na implementação de políticas públicas e privadas coordenadas e intersetoriais que reconheçam e atuem nos desafios enfrentados pelas mulheres rurais, colocando-as no centro das estratégias de desenvolvimento sustentável.

No Brasil, a organização da campanha está a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que atuará em conjunto com o gabinete da primeira-dama e com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

Entre as ações que integram a campanha estão a identificação e difusão de experiências e conhecimentos sobre o poder transformador das mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes, e a realização de concurso, seminários e oficinas que levem até as mulheres do campo o conhecimento de direitos e políticas públicas ao seu alcance.

Informações à Imprensa
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Aprosoja comemora aprovação da construção da Fico pelo TCU

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Política Agrícola e Logística

Aprosoja comemora aprovação da construção da Fico pelo TCU

Obra será estruturante para toda região do Vale do Araguaia

29/07/2020

O Movimento Pró-Logística da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) comemora a aprovação, por unanimidade pelo Tribunal de Contas da União (TCU), da construção da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) no segmento que liga Mara Rosa (GO) a Água Boa (MT), pela companhia Vale.

“Estamos comemorando mais uma grande vitória com aprovação pelo TCU da prorrogação antecipada da malha a Estrada de Ferro Vitória Minas e da Ferrovia dos Carajás. Com essa prorrogação antecipada, fica também aprovado o investimento na FICO, no trecho entre Mara Rosa (GO) e Água Boa (MT). Uma super notícia para toda Região do Vale do Araguaia, toda Região Nordeste e Leste de Mato Grosso. Será uma Ferrovia de 388 km que vai conectar o Vale do Araguaia na BR158, em Água Boa a Mara Rosa na Ferrovia Norte Sul. Que a partir de Mara Rosa poderão ser acessados portos de Itaqui ou de Santos”, celebrou Edeon Vaz, diretor-executivo do Movimento Pró-Logística.

Presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, aponta que a obra será de extrema necessidade o Vale do Araguaia, importante região produtiva do Estado, que por muito tempo ficou esquecida pelo poder público. “Isso foi muito aguardado por todos nós, pelo Movimento Pró-Logística e todo Mato Grosso. Aquela Região demanda por muita logística, por conta da área que é plantada e agora o progresso ali vai chegar”, pontuou.

Edeon Vaz lembra que os trabalhos do Movimento Pró-Logística continuam e buscam a extensão da ferrovia de Água Boa até Lucas do Rio Verde. “Outra luta vai ser trazer a FIOL para Mara Rosa e, assim, passaremos a ter três portos. Isso será muito bom e vai trazer um ganho substancial para a região Vale do Araguaia e redução de 20% no valor do frete que se paga hoje”, assinalou.

Galvan lembrou que o mês de julho foi produtivo para o setor logístico, primeiro com a assinatura da ordem de serviço para construção da ponte sobre o Rio Araguaia na BR-080, e agora com a aprovação da construção da Fico. Presidente agradeceu o Governo Federal pelas obras que vão garantir mais agilidade no escoamento da safra na Região do Araguaia.  

“Agradecer ao ministro Tarcísio Freitas e nosso presidente Jair Bolsonaro pelo anúncio de tantos anos de luta de duas importantes obras para Mato Grosso, em especial para o Vale do Araguaia. E com anúncio da obra da ponte sobre o Rio Araguaia, na BR-080, que vai ligar os Estados de Mato Grosso e Goiás, ganha toda Região, e ganha todo Estado de Mato Grosso”, finalizou o presidente.

Fonte: Ascom

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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Valorização de mulheres rurais ajuda a promover a produtividade da agricultura, diz ministra

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Ao participar do lançamento da 5ª edição da campanha #Mulheres Rurais, mulheres com direitos, nesta quarta-feira (29), a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse que o empoderamento das mulheres rurais significa a promoção do crescimento e a produtividade da agricultura, que é o grande motor econômico do Brasil. Segundo a ministra, apesar de as mulheres dirigirem cerca de 20% dos estabelecimentos rurais no Brasil, a área desses estabelecimentos equivale a apenas 8,5% da área rural total do país.

“Mulheres têm menos acesso a crédito, à tecnologia, à mecanização, à assistência técnica, a recursos produtivos e ao cooperativismo. O que isso representa é potencial econômico perdido”, ressaltou Tereza Cristina.

Segundo ela, as ações previstas pela campanha são importantes para o intercâmbio de informações, a difusão de conhecimento e a troca de experiências, que “são vitais para mostrar toda a luta e a capacidade da mulher do campo, e para dar às mulheres rurais os meios para seguir crescendo, seguir melhorando”. A ministra também lembrou que a agropecuária brasileira terá um papel determinante na retomada econômicas pós-pandemia da Covid-19, e as mulheres rurais brasileiras serão parte importante desse esforço. 

“Queremos ver mais mulheres administrando fazendas, dirigindo tratores, chefiando cooperativas, pescando, plantando e colhendo, enfim, mais mulheres se beneficiando da pujança do agro brasileiro”, disse a ministra.

A campanha é uma iniciativa conjunta, de âmbito internacional e intersetorial, promovida pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), com a colaboração de diversas instituições e entidades governamentais, além de organizações da sociedade civil e entidades privadas de toda a América Latina que buscam reconhecer a liderança, as capacidades e as necessidades das mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes da região. 

O representante da FAO no Brasil, Rafael Zavala, lembrou que muitas mulheres rurais latino-americanas sofrem impactos das limitações para acessar recursos produtivos como terra, água, insumos agrícolas, financiamento e treinamento, além de barreiras para colocar seus produtos no mercado. Para ele, a campanha chega em boa hora, para tornar mais visível o papel dessas mulheres. “Ações inovadoras, principalmente aquelas envolvendo o desenvolvimento tecnológicas serão essenciais para impactar de maneira positiva os desafios da pandemia de Covid-19, especialmente nas condições de vida dessas mulheres rurais”, disse.

Também presente ao evento, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, disse que o governo precisa fortalecer cada vez mais a atuação de mulheres rurais. “Com políticas públicas que permitam o seu desenvolvimento profissional e aumento de sua renda, e que as protejam das dificuldades inerentes à sua condição, principalmente no combate à violência”.

A ministra Damares Alves (Mulher, da Família e dos Direitos Humanos) destacou que, durante a pandemia, mais de 10 milhões de pessoas no meio rural receberam o auxílio emergencial do governo federal, sendo que uma grande parte eram mulheres. “É assim que a gente cuida das mulheres no campo, nenhum direito a menos para as mulheres rurais. Hoje estamos assumindo um compromisso, nenhum direito a menos para vocês”, disse.

Campanha

A proposta da campanha é dar visibilidade às mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes que vivem e trabalham em um contexto desigualdades estruturais e desafios sociais, econômicos e ambientais, agravado pelo impacto da pandemia de COVID-19 na América Latina e Caribe.

Entre as ações que integram a campanha estão a identificação e difusão de experiências e conhecimentos sobre o poder transformador das mulheres rurais, indígenas e afrodescendentes, e a realização de concurso, seminários e oficinas que levem até as mulheres do campo o conhecimento de direitos e políticas públicas ao seu alcance. A edição deste ano quer dar visibilidade também às mulheres como guardiãs e promotoras do desenvolvimento, seguindo o princípio da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

No Brasil, a organização da campanha está a cargo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que atuará em conjunto com o gabinete da primeira-dama e com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

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