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Ministério debate princípio da inovação e desafios para ampliar uso de novas tecnologias na agropecuária

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Como incentivar a agricultura de precisão e aliar a adoção de novas tecnologias com a formulação de políticas públicas e legislação para o setor de inovação foi um dos temas destacados do Diálogo sobre o Princípio da Inovação, realizado nesta quinta-feira (7), no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O debate foi coordenado pela Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação com o objetivo de tornar o princípio de inovação uma referência na formulação de políticas públicas e colocar o agro brasileiro nos principais ecossistemas inovadores do país.

Um dos destaques da programação foi a palestra proferida por Paul Leonard, diretor e especialista da European Risk Forum, instituição pioneira no mundo no debate sobre o conceito do princípio da inovação. Ele ressaltou as oportunidades relacionadas à inovação disruptiva, que cria novos mercados, agrega valor e muda significativamente a forma como diferentes setores estão estabelecidos, entre eles a agropecuária.

O especialista destacou ainda que para avançar em inovação é preciso arriscar e admitir certo grau de incerteza. “Não podemos erradicar os riscos se quisermos progredir”, disse. Para Leonard, questões como inovação, precaução, sustentabilidade e mudanças climáticas não se opõem. “Mas temos que desenvolver a habilidade de inovar e adotar o princípio da precaução de forma sábia e inteligente”, afirmou.

A programação do Diálogo contou ainda com a realização de um painel com diretores da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, que destacaram as novas oportunidades de negócios e as tendências de inovação na agropecuária brasileira com a introdução de tecnologias digitais.

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Com mediação do secretário de Inovação, Fernando Camargo, o painel também tratou dos benefícios das tecnologias de baixo carbono, a contribuição da atividade agropecuária para produção de água e os resultados da produção integrada, com boas práticas agrícolas, monitoramento e rastreabilidade, entre outros pontos, como edição genômica.

Já o segundo painel destacou os desafios de comunicar inovação com a participação de representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Secretaria de Inovações e Negócios da Embrapa, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e da recém-criada Crop Life Brasil.


Informações à imprensa[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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BOI/CEPEA: Na parcial do mês, alta do Indicador chega a 19%

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Cepea, 21/11/2019 – Desde o início desta semana, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 é fechado acima de R$ 200,00, patamar recorde real da série de preços do Cepea, iniciada em 1994 para este produto (os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de outubro/19). Nessa quarta-feira, 20, o Indicador fechou a R$ 203,30, com alta de 19% no acumulado parcial de novembro. De acordo com pesquisas do Cepea, no atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada do boi registra sucessivos valores recordes desde o dia 8 deste mês, encerrando a R$ 14,69/kg, à vista, nessa quarta, elevação de 25% no acumulado de novembro. Além da menor oferta doméstica, a forte demanda pela proteína bovina tem impulsionado os preços dos animais para abate e da carne no mercado atacadista. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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SUÍNOS/CEPEA: Poder de compra do suinocultor registra 3º mês consecutivo de alta

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Cepea, 21/11/2019 – Pesquisas do Cepea apontam que o poder de compra de suinocultores paulistas e catarinenses acumula o terceiro mês consecutivo de alta, uma vez que os animais seguem em forte ritmo de valorização. Os principais insumos da atividade, milho e farelo de soja, também têm apresentado aumento nos preços, mas esses reajustes têm sido menos intensos que os verificados para as cotações do suíno. No mercado de milho, de acordo com levantamento do Cepea, as demandas interna e externa aquecidas seguem impulsionando as cotações. Para o farelo de soja, no entanto, as movimentações de preços foram distintas entre as regiões. Quanto ao suíno vivo, segundo colaboradores do Cepea, além do aumento da procura, típica do período, as recentes elevações nos valores da carne bovina têm influenciado os reajustes no mercado de suínos. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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