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Milho: ganhe dinheiro com uma simples simpatia

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Milho: ganhe dinheiro com uma simples simpatia
Leonardo Ferreira

Milho: ganhe dinheiro com uma simples simpatia

Todos nós amamos milho, certo? Quando pensamos em assistir algum conteúdo logo corremos para preparar a nossa deliciosa pipoca. Mas você sabia que é possível fazer simpatias com este alimento? Não!? Vou lhe mostrar.

Se você estiver passando por problemas financeiros e não consegue achar alternativas para driblar esta situação, temos uma dica para você: a simpatia do milho.

É simples, prático e possível de fazer em qualquer dia e lugar. Esteja atenta(o) aos detalhes e prospere com muita alegria!

Simpatia do milho para ganhar dinheiro

Coloque uma vela branca no centro de um pires. Ao redor da vela e dentro do pires, espalhe sete grãos de milho de pipoca. Acenda a vela e, em seguida, reze uma Ave Maria e um Pai Nosso. Peça que sua vida financeira mude e que você consiga ganhar dinheiro. Mentalize que você está realizando o seu pedido e pense nas boas coisas que você fará com esse dinheiro. Quando terminar a oração, pegue um milho e enterre-o em um vaso com plantas bem cuidadas ou no quintal. Ao longo da semana, você precisa enterrar um milho por dia, então, essa simpatia deve ser feita durante sete dias. Após enterrar o último grão, espere pela realização do seu pedido.

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Fonte: IG Mulher

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35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta, diz UNICEF

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Photo by MI PHAM on Unsplash

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Entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. É o que revela o Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, lançado nesta sexta-feira pelo UNICEF e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Segundo o documento, feito com base na análise de boletins de ocorrências, mais Distrito Federeal, a violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas.

Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo. Eles correspondem à maioria das vítimas. Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos.

A violência letal teve um pico entre 2016 e 2017 e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal tem aumentado.

“A violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”, afirmou Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

“A violência contra crianças e adolescentes é um problema grave, que precisa ser cada vez mais discutido por nossa sociedade. São vítimas dentro de suas próprias casas enquanto são pequenas e sofrem com a violência nas ruas quando chegam à pré-adolescência. O Poder Público precisa encarar a questão com seriedade e evitar que mais vidas sejam perdidas a cada ano”, diz Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.


Violência contra a criança, um crime dentro de casa

Entre 2016 e 2020, foram identificadas pelo menos 1.070 mortes violentas de crianças de até 9 anos de idade. Em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, foram 213 crianças dessa faixa etária. Houve um aumento na faixa de até 4 anos, idade considerada a primeira infância. Essa mortes aumentaram 27% de 2016 a 2020 – passando de 112, em 2016, para 142, em 2020.

No total de crianças de até 9 anos mortas de forma violenta, 56% eram negras; 33% das vítimas eram meninas; 40% morreram dentro de casa; 46% das mortes ocorreram pelo uso de arma de fogo; e 28% pelo uso de armas brancas ou por “agressão física”. Esse perfil muda bastante nas faixas etárias seguintes.

Violência armada urbana, um crime contra o adolescente negro

Em todas as idades, as principais vítimas de mortes violentas são os meninos negros, perfil que se intensifica ainda mais na adolescência. Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Nessa idade, começam a predominar mortes fora de casa, por arma de fogo e com autor desconhecido.

Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos e 80% são negros.

Apesar de permanecer alto, o número de mortes violentas de adolescentes de 15 a 19 anos caiu de 6.505 em 2016 para 4.481 em 2020.

Mortes por intervenção policial

Esses meninos, pretos e pardos, morrem fora de casa, por armas de fogo e, em uma proporção significativa, são vítimas de intervenção policial. Em 2020, nos 24 estados em que há dados (exceções são BA, DF e GO), um total de 787 mortes de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos foram identificadas como mortes decorrentes de intervenção policial (MDIP). Esse número representa 15% do total das mortes violentas intencionais nessa faixa etária, e indica uma média de mais de duas mortes por dia no País.

Violência sexual, um crime com autor conhecido

A violência sexual é um crime que acontece prioritariamente na infância e no início da adolescência. Devido a problemas com os dados de 2016, a análise dos registros de violência sexual refere-se ao período entre 2017 e 2020.

Nesses quatro anos, foram registrados 179.277 casos de estupro ou estupro de vulnerável com vítimas de até 19 anos – uma média de quase 45 mil casos por ano. Crianças de até 10 anos representam 62 mil das vítimas nesses quatro anos – ou seja, um terço do total.

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A grande maioria das vítimas de violência sexual é menina – quase 80%. Para elas, um número muito alto de casos envolve vítimas entre 10 e 14 anos de idade, sendo 13 anos a idade mais frequente. Para os meninos, o crime se concentra na infância, especialmente entre 3 e 9 anos de idade. A maioria dos casos de violência sexual contra meninas e meninos ocorre na residência da vítima. Nos casos em que há informações sobre a autoria dos crimes, 86% dos autores eram conhecidos.

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Em 2020 – ano marcado pela pandemia de Covid-19 -, houve uma queda no número de registros de violência sexual. Foram 40 mil registros na faixa etária de até 17 anos em 2017 e 37,9 mil em 2020. No entanto, analisando mês a mês, observamos que, em relação aos padrões históricos, a queda se deve basicamente ao baixo número de registros entre março e maio de 2020 – justamente o período em que as medidas de isolamento social estavam mais fortes no Brasil. Essa queda provavelmente representa um aumento da subnotificação, não de fato uma redução nas ocorrências.

A urgência de políticas capazes de prevenir e responder à violência Diante desse cenário, há medidas fundamentais que precisam ser priorizadas no País, com foco em prevenir atos de violência letal e sexual contra crianças e adolescentes, e em dar respostas a esses crimes. Essas respostas pressupõem um olhar específico para as diferentes etapas de vida e para as diferentes formas de violência mais prevalentes em cada momento da infância e na adolescência.

Entre as principais recomendações, destacam-se:

• Não justificar nem banalizar a violência

• Cada vida importa, e cada criança, cada adolescente deve ser protegido de todas as formas violências. Não se pode normalizar as mortes e a violência sexual, é preciso enfrentar esses crimes.

• Toda pessoa que testemunhar, souber ou suspeitar de violências contra crianças e adolescentes deve denunciar. Proteger é responsabilidade de todos.

• Capacitar os profissionais que trabalham com crianças e adolescentes

• Eles são fundamentais para prevenir, identificar e responder às violências contra a infância e a adolescência. Ampliar a implementação da Lei 13.431, voltada à escuta protegida de crianças e adolescentes vítimas e testemunhas de violência.

• Trabalhar com as polícias para prevenir a violência

• Investir em protocolos, treinamentos e práticas voltadas à proteção de meninas e meninos.

• Garantir a permanência de crianças e adolescentes na escola

• Entendendo a escola e os profissionais da educação como atores centrais na prevenção e resposta à violência.

• Ampliar o conhecimento de meninas e meninos sobre seus direitos e os riscos da violência

• Para prevenir e responder à violência, é importante garantir que crianças e adolescentes tenham acesso a informação, conheçam seus direitos, saibam identificar diferentes formas de violência e pedir ajuda.

• Responsabilizar os autores das violências

• Garantir prioridade nas investigações sobre violências contra crianças e adolescentes.

• Investir no monitoramento e na geração de evidências

• Levantamentos como este Panorama são essenciais para entender o cenário das violências e tomar medidas para enfrentá-lo.

Cada uma dessas recomendações é essencial para mudar o cenário atual e proteger crianças e adolescentes da violência. A cada vida perdida, a infância e a adolescência inteiras são atingidas.

Fonte: IG Mulher

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Relembre 5 famosas que venceram o câncer

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Relembre 5 famosas que venceram o câncer
Reprodução: Alto Astral

Relembre 5 famosas que venceram o câncer

A campanha Outubro Rosa vem para nos lembrar da importância de cuidar da saúde e manter os exames em dia para prevenção do câncer de mama. Vale lembrar, porém, que esse não é o único tipo de câncer — nem doença — que pode acometer o público feminino.

Leucemia, câncer de útero, pulmão, fígado e pele são outras manifestações malignas que algumas famosas tiveram de enfrentar nos últimos anos. No entanto, com muita força e otimismo, essas mulheres venceram a doença. Relembre as histórias de superação e inspire-se:

Drica Moraes

A atriz enfrentou uma leucemia mieloide aguda, em 2010, e precisou de um doador de medula, além das sessões de quimioterapia, para se recuperar. Após alguns meses afastada da TV, Drica retomou o trabalho em plena saúde e atualmente está no ar na série médica Sob Pressão (Rede Globo), onde dá vida à médica Vera.

Fátima Bernardes

Em dezembro de 2020, a jornalista recebeu o diagnóstico de câncer de útero em estágio inicial durante uma consulta de rotina. Com bastante otimismo, a apresentadora confirmou a notícia e usou as redes sociais para mostrar que estava confiante em sua recuperação. Após passar pela cirurgia, Fátima se curou e voltou ao comando de seu programa, Encontro.

Kelly Key

A cantora revelou ter descoberto câncer de pele, em 2019, e passado por microcirurgias para a retirada da lesão e também de manchas e pintas suspeitas pelos médicos. Os procedimentos correram bem e Kelly continuou na ativa, cuidando de sua saúde.

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Ana Maria Braga

No ano passado, a apresentadora surpreendeu os telespectadores do Mais Você ao anunciar que estava com câncer novamente. Isso porque Ana Maria já enfrentou a doença outras vezes, com focos no pulmão, pele e no canal anal. Em 2020, a veterana da Globo teve uma reincidência no pulmão. Em todos os casos, ela tratou e se curou — uma verdadeira história de superação e confiança.

Maria Melilo

Após ganhar o Big Brother Brasil, em 2011, Maria foi diagnosticada com câncer no fígado. Na época, a ex-BBB estava no auge de seu sucesso, participando de programas e capas de revistas. A luta foi dura, mas ela venceu!

Fonte: IG Mulher

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