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MILHO/CEPEA: Valores recuam no RS e no Centro-Oeste, mas seguem subindo em SP

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Cepea, 26/11/2018 – Os valores do milho voltaram a cair em algumas regiões acompanhadas pelo Cepea, especialmente nas do Centro-Oeste e do Rio Grande do Sul. A pressão vem do bom desenvolvimento da safra de verão, que tem sido favorecida pelo clima, e também das exportações em ritmo lento. Já nas praças consumidoras, como em São Paulo, as cotações seguem avançando, influenciadas pelo recuo de vendedores. Entre 16 e 23 de novembro, o milho (negociação entre empresas) na região de Sorriso (MT) se desvalorizou 1,4%, a R$ 19,19/saca de 60 kg na sexta-feira, 23. No Sul, os valores do milho pagos aos produtores caíram 2,3% em Santa Rosa (RS), com o cereal negociado a R$ 31,94/sc na sexta. Já em São Paulo, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (região de Campinas) avançou 1,3%, fechando a R$ 37,30/saca no dia 23. Neste caso, alguns compradores já indicam a necessidade de repor estoques para o fim de ano. A oferta de outros estados, sobretudo do Centro-Oeste, tem sido menor e preocupações quanto ao frete limitam os negócios. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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NOTA/LEITE: Cepea se reúne com entidades do setor para avaliar avanços metodológicos

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Cepea, 21/02/2019 – A Equipe de Leite do Cepea sediou, em Piracicaba, encontro com os parceiros da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e da Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) no dia 5 de fevereiro de 2019. O objetivo foi avaliar o primeiro ano do “Projeto Piloto” (veja mais abaixo) e também alinhar demandas, debater melhorias e sanar dúvidas quanto à metodologia utilizada.

Apesar de se dirigir aos participantes do Projeto Piloto, a reunião foi aberta ao setor e contou com a presença de representantes da OCB, Viva Lácteos, CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Aproleite, Pool Leite, Castrolanda, Colaso, Cativa, DPA, Danone, Cooperativa Agropecuaria Ltda de Uberlândia (Calu), Cooperativa Central Mineira de Laticínios Ltda (Cemil), Cooperativa Mista Agropecuária de Patos de Minas (Coopatos), Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR) – Itambé, Laticínio Saboroso, Laticínios Catupiry, Laticínio Piracanjuba, Laticínio Jussara e Polenghi.


AÇÕES DEFINIDAS – Para os participantes, as implementações do Projeto Piloto e da coleta de dados desagregada proporcionaram melhorias na qualidade final dos preços médios calculados pelo Cepea. Além disso, a mudança da metodologia dos preços de leite ao produtor do Cepea, ocorrida em janeiro deste ano, foi possibilitada pelo trabalho prévio desenvolvido neste Projeto.

Além dessas avaliações, foram abordadas também as necessidades de se expandir a amostra, de reforçar a padronização da coleta de dados (atentando, principalmente, ao fato de a pesquisa do Cepea não utilizar preços negociados em contratos) e de promover a transparência nas informações divulgadas e na auditagem dos dados. O Cepea irá, nesse sentido, elaborar um plano de ação que se alinhe com essas demandas. Outro ponto relevante acordado na reunião foi de que as negociações do leite ao produtor devem ter como referência o preço líquido e, portanto, os valores brutos deixarão de ser calculados pelo Cepea a partir de 2020.

SOBRE O PROJETO PILOTO – Atualmente, participam do Projeto Piloto 28 empresas/cooperativas associadas à OCB e à Viva Lácteos. Ao longo de 2018, o volume amostrado por essa pesquisa em GO, MG, SP, PR, SC e RS representou, em média, 26% do total inspecionado nesses respectivos estados. O Projeto Piloto se caracteriza pelo envio de informações de preços e de volumes negociados com produtores no mês anterior até o 5º dia útil do mês subsequente. Em contrapartida, o Cepea elabora uma prévia de mercado enviada aos participantes até o 10º dia útil, contendo informações de preços médios por estratos de produção e volumes negociados.

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Fonte: CEPEA
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CENOURA/CEPEA: Preço médio semanal no PR é o maior desde 2016

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Piracicaba, 21/2/2019 – A oferta de cenouras está bastante baixa em Marilândia do Sul (PR), o que acabou impulsionando as cotações das raízes na região. Entre 11 e 15 de fevereiro, a caixa com 20 kg da cenoura do tipo “AAA” (padrão de mercado) teve preço médio de R$ 49,00, o maior desde o início de 2016 e 24,6% superior ao da semana anterior. Segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, a produção de cenouras no Paraná foi prejudicada pelo excesso de chuvas durante o desenvolvimento das raízes (novembro e dezembro de 2018), o que elevou os descartes. Além disso, existem produtores em intervalo de safra, enquanto outros realizam, em ritmo lento, a colheita das variedades da temporada de verão 2018/19. Quanto à qualidade das raízes de Marilândia do Sul, não é considerada satisfatória. Por outro lado, as cenouras estão padronizadas em termos de calibre, com maior incidência do tipo “AAA”. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

Fonte: CEPEA
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