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México diz que tiroteio foi terrorismo e cobra ação dos EUA

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Carro de polícia em frente ao local do tiroteio em El Paso arrow-options
Reprodução/Twitter

Tiroteio em shopping na cidade de El Paso deixou 18 pessoas feridas

O México ameaçou nesta segunda-feira (5) adotar ações legais contra os Estados Unidos devido ao massacre de El Paso. O  tiroteio ocorrido no último sábado (3), no Texas, deixou sete mexicanos mortos e nove feridos, em um crime que as autoridades investigam motivações supremacistas e racistas.

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O chanceler mexicano, Marcelo Ebrard, definiu o tiroteio como “um ataque terrorista contra mexicanos inocentes”. “O presidente [Andrés Manuel López Obrador] pediu que eu assegurasse que a indignação do México se traduzirá em eficazes, rápidas e enérgicas ações miradas a restabelecer uma adequada proteção dos cidadãos mexicanos nos Estados Unidos”, disse o ministro.

Segundo Ebrard, o México pode apresentar uma denúncia de terrorismo pelo episódio nos Estados Unidos, solicitando também a extradição do autor do massacre , Patrick Crusius, de 21 anos. “Trata-se de uma iniciativa sem precedentes”, comentou o ministro, em entrevista à TV Milenio. “Será uma avaliação que ficará a cargo da Procuradoria Geral da República solicitar – se houver os elementos necessários – a extradição do autor ou dos autores deste fato”.


“Consideramos o que aconteceu um ato de terrorismo contra a comunidade mexicana-americana e contra os cidadãos do México nos Estados Unidos. O México está indignado, mas não iremos contrapor o ódio com o ódio. Agiremos utilizando o raciocínio, respeitando as leis”, completou. Na tarde de sábado, Patrick Crusius abriu fogo contra dezenas de pessoas em um centro comercial de El Paso , no Texas.

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Com 20 mortos e 26 feridos, trata-se de um dos episódios mais sangrentos da história dos Estados Unidos. O caso reabriu a discussão sobre a posse de arma e sobre o racismo contra imigrantes, sobretudo os mexicanos, ventilado por políticas imigratórias e declarações do presidente norte-americano, Donald Trump. A polícia e o FBI investigam se um manifesto anônimo de ódio contra imigrantes, compartilhado em um fórum na internet, teria sido escrito pelo autor do massacre, que está preso. Além do ataque no Texas, um outro tiroteio ocorreu nos Estados Unidos no fim de semana, em Ohio, com nove mortos.

Fonte: IG Nacional
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“Trazem desgraça, miséria e dor”, diz Witzel sobre grupos criminosos no Rio

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Roberto Casimiro / Agência O Globo

Governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel

Em evento organizado pela ONU pelo aniversário de 75 anos da liberação do campo de extermínio de Auschwitz , o governador do Rio, Wilson Witzel , comentou a situação do menino Arthur, de cinco anos, atingido na cabeça por uma bala perdida no Morro São João, na Zona Norte do Rio. Em discurso sobre o genocídio liderado pelo regime nazista, Witzel citou a atuação de grupos criminosos no Rio.

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“Não é semelhante, mas vivemos uma situação muito difícil no Rio de Janeiro com as organizações criminosas que ocupam territórios subjugando a população das comunidades, trazendo desgraça, miséria e dor”, disse Witzel . “Nós temos uma criança com grave perda de massa encefálica por motivo de bala perdida desses criminosos”.

Witzel participou da cerimônia de abertura de uma mostra fotográfica organizada pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (Unic Rio), no Centro Cultural da Justiça Federal do Rio de Janeiro, na Cinelândia. A exposição é uma homenagem ao aniversário de 75 anos da liberação do campo de extermínio de Auschwitz , no dia 27 de janeiro de 1945, por soldados soviéticos. Desde 2005, a ONU celebra nesta data o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto .

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Em seu discurso, o governador se comprometeu a colaborar para a construção de um museu em memória às vítimas do Holocausto no Rio de Janeiro e defendeu que o sofrimento do povo judeu e de todos os perseguidos pelo regime nazista seja estudado nas escolas fluminenses. Witzel, que vestia um quipá, estava acompanhado de sua mulher, Helena.


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O governador falou também de sua visita a Israel, pouco antes de assumir o governo, em dezembro de 2018. Ele relembrou ter ser deparado com a história de uma prisioneira de Auschwitz que compartilhava seu sobrenome, afirmando ter aberto ainda mais seus olhos para o sofrimento do povo judeu após o episódio.

Além de Witzel, também estiveram presentes no evento o vice-cônsul geral da Alemanha, Johannes Bloos, o cônsul-geral dos Estados Unidos, Scott Hamilton, e o desembargador federal e diretor do Centro Cultural da Justiça Federal, Ivan Athiè, também estiveram presentes.

Fonte: IG Nacional
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Brasil tem três casos suspeitos de coronavírus, diz ministro

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Agência Brasil

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Lucio Bernardo Jr. /CÃmara dos Deputados -29.4.2014

Ministro Luiz Henrique Mandetta

O Ministério da Saúde confirmou no fim da tarde desta terça-feira (28) que o Brasil tem três casos suspeitos de coronavírus . Além de uma estudante de 22 anos, que está internada em Belo Horizonte, em Minas Gerais, mais duas pessoas têm suspeitas de portar o vírus. Uma delas está em Porto Alegre (RS) e outra em Curitiba (PR).

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Segundo o ministério, esses pacientes se enquadram na atual definição de caso suspeito. Eles apresentaram febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório; além de terem viajado para a China , país onde a contaminação teve início, nos últimos 14 dias. O ministério não ofereceu maiores detalhes sobre os casos.

Dados do ministério apresentados na manhã desta terça-feira (28) mostraram que, no período de 3 a 27 de janeiro, foram analisados 7.063 suspeitas de pessoas com coronavírus no Brasil. Desses, 127 exigiram a verificação mais detalhada e apenas o caso da estudante em Belo Horizonte havia sido enquadrado como suspeita.


Diante da epidemia que tem se espalhado rapidamente pela Ásia e atingindo também países da Europa e da América do Norte, o ministério recomenda que os brasileiros evitem viagens à China. O ministro Luiz Henrique Mandetta pediu para que as viagens apenas sejam realizadas se forem necessárias.

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“Nós desaconselhamos e não proibimos as viagens para a China . Não se sabe, ainda, qual é a característica desse vírus que é novo; sabemos que ele tem alta letalidade. Não é recomendável que a pessoa se exponha a uma situação dessas e depois retorne ao Brasil e exponha mais pessoas. Recomendamos que, não sendo necessário, que não se faça viagens, até que o quadro todo esteja bem definido”, disse durante a coletiva.

Fonte: IG Nacional
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