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Economia

Metaverso na B3: Investo apresenta o NFTS11

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Metaverso na B3: Investo apresenta o NFTS11
Redação 1Bilhão

Metaverso na B3: Investo apresenta o NFTS11

O Metaverso: um mundo virtual que pode ser acessado através de dispositivos digitais, onde criou-se um mercado de negociação de objetos, terrenos e até obras de arte, todos esses ativos que só existem no mundo virtual, também conhecidos como NFTs (Non-Fungible Tokens). É a tecnologia, com a realidade virtual no mercado de capitais.

A Investo, que é a primeira gestora independente e especializada em ETFs do Brasil, apresentou o novo ETF na B3, o NFTS11 que, pela primeira vez no Brasil, é um produto que investirá nas principais criptomoedas do setor de mídia e entretenimento localizadas nas principais plataformas do Metaverso, onde as NFTs são criadas e negociadas.

“Vivemos em uma geração em que os mundos virtuais estão gerando uma riqueza para os usuários que passam cada vez mais tempo interagindo em plataformas digitais, e o brasileiro também merece participar dessa riqueza que é criada. É justamente isso que o NFTS11 possibilita – facilitar o investimento em ativos dos mundos virtuais, aproximando os investidores de um mundo com alto potencial”, afirma o CEO da Investo, Cauê Mançanares.

Nos últimos anos, um grupo particular de criptomoedas de jogos digitais, os Gamecoins, apresentou valorizações expressivas em seus valores de mercado. O NFTS11, por sua vez, é um ETF composto por criptomoedas que compõem o índice de mercado de criptomoedas do Metaverso, o MVIS CryptoCompare Media & Entertainment Leaders, administrado pela MV Index Solutions (MVIS).

Os fundos de investimento, incluindo os ETFs, contam com uma taxa de administração. Especificamente no NFTS11, a única taxa de administração cobrada é de 0,75% ao ano, e o valor de aquisição deste produto é de R$ 100/cota. Além disso, o NFTS11 é tributado como um ETF de renda variável, e há pagamento de 15% sobre o ganho de capital na venda das cotas, e se a operação for de day trade (com compra e venda no mesmo dia), a alíquota será de 20%.

Criptos listadas no índice

Entre as principais criptomoedas listadas no índice estão a Decentraland, The Sandbox, Axie Infinity Shards, Gala, Basic Attention Token, Chiliz e Enjin Coin.

As principais corretoras que estão trabalhando na divulgação deste produto são: BTG Pactual, ModalMais, Vitreo e Nu Invest, como coordenadores líderes.

Entenda tudo sobre o mercado e ETFs:

Importante ressaltar que investir em ETFs pode ser uma alternativa interessante para a diversificação da carteira, pois permite se expor a diferentes ativos de criptomoedas por meio de uma única cota.

“A B3 trabalha para desenvolver produtos diferenciados, que acompanhem a sofisticação do investidor e as tendências do mercado. Parecerias como essa possibilitam a diversificação e o acesso a setores inovadores, atendendo a estas novas demandas de um público cada vez mais atento à tecnologia”, diz o diretor executivo de Produtos e Dados da B3, Luis Kondic.

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Além disso, também costumam ter um custo mínimo relativamente baixo, facilitando o acesso dos investidores. Quando se trata do NFTS11, existem outras vantagens que merecem destaque:

Diversificação da carteira: possibilidade de se expor ao mercado de criptomoedas ligadas às NFTs;

Exposição a um segmento em crescimento exponencial: o mercado de Gamecoins cresceu de forma acelerada em 2021, e representa um dos segmentos de criptomoedas com maior potencial para valorizações;

Liquidez e negociação em bolsa: os ETFs são negociados na bolsa de valores, possuindo liquidez de bolsa (D+2) e a solidez do ambiente de negociação da B3;

Como todo fundo de investimento, é necessário entender os riscos envolvidos. Por isso, é fundamental considerar que eles são uma alternativa de investimento em criptomoedas, não sendo possível garantir retornos – inclusive, podendo acontecer perdas, e deve-se considerar a volatilidade das criptomoedas que compõem o ETF.

Recomenda-se ler os fatores de risco no site do ETF antes de investir

“O investidor brasileiro pode participar no potencial de investimento que as criptomoedas e as NFTs trazem, utilizando sua corretora de preferência, com um produto regulado pela CVM e Anbima. Ou seja, um produto que pode ser comprado e vendido com a segurança da negociação em Bolsa, como a B3”, explica Cauê.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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