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Carros e Motos

Mercedes confirma que vai trazer o novo Classe A a partir de dezembro

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Mercedes Classe A Sedan, que chega em 2019,  exposto no Salão do Automóvel 2018, no São Paulo Expo
Guilherme Menezes/iG

Mercedes Classe A Sedan, que chega em 2019, exposto no Salão do Automóvel 2018, no São Paulo Expo

A Mercedes-Benz revela uma série de novidades no Salão do Automóvel 2018. São elas os novos Classe A (um sedã — que chega no 2º trimestre de 2019 — e o hatch, que chega em dezembro), o AMG Project One (hiper-carro híbrido de 1000 cv, que conta com 3 unidades vendidas no Brasil), a nova geração do G63 AMG, o novo AMG GT 63s (rival do Porsche Panamera Turbo e BMW M5) e, por fim, a nova geração do Smart For Four, que não contará mais com qualquer motor à combustão. Além disso, há uma grande expectativa sobre quais serão os 7 novos SUVs que anunciaram lançar até 2020.

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Mais a fundo nos detalhes do Salão do Automóvel 2018
, primeiro quanto ao Smart, o que se sabe é que sua chegada ao Brasil, prevista para 2020, depende do programa de incentivos fiscais Rota 2030, caso contrário, seria inviável no mercado. O subcompacto elétrico tem 82 cv, 16 kgfm e uma autonomia de até 155 km. Para recarregá-lo, é possível plugar na tomada, bem como em desacelerações e frenagens durante o uso.

Em seguida, os novos Classe A
, que inauguram diversos sistemas de prevenção contra acidentes no portfolio da marca para seus respectivos segmentos. Assim que chegar às lojas do Brasil, passará a concorrer com BMW Série 1 hatch, Audi A3, além de versões de topo dos sedãs médios. Mirando no público jovem — e mais endinheirado — atende a quem procura por um hatch sofisticado, com ares esportivos, assim como o nacional VW Golf GTI, cuja linha 2019 acaba de ser lançada com 230 cv e mais equipamentos.

Lembrado pela variante GT4,
o AMG GT 63s preenche a lacuna da marca no segmento dos sedãs-cupês de luxo esportivos. Custará R$ 1 milhão e 84 mil, quando desembarcar por aqui no segundo trimestre do ano que vem. Mesmo que seja voltado ao conforto e ao espaço interno para quatro passageiros, seu motor V8 biturbo de 4 litros entrega 639 cv e 91,8 kgfm às quatro rodas. Com isso, acelera até 100 km/h em 3,2 segundos e atinge os 315 km/h de velocidade final. Isso além dos diversos equipamentos como cluster digital multifuncional, estofamento sofisticado e conectividade.

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Com 1000 cv e apenas 3 unidades vendidas no Brasil, eis o hiper carro mais insano que a marca alemã produziu para poder rodar nas ruas: o AMG Project One. De acordo com a Mercedes, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 2,4 segundos e até 200 km/h em menos de seis segundos, podendo superar os 350 km/h. Além disso, seu desempenho em curvas é fruto de horas incontáveis nos túneis de vento que servem de base para o desenvolvimento aerodinâmico da Fórmula 1.

Mais novidades da Mercedes no Salão do Automóvel 2018


Mercedes exibe o supercarro Project One no Salão do Automóvel 2018. Apenas três estarão no Brasil
Guilherme Menezes/iG

Mercedes exibe o supercarro Project One no Salão do Automóvel 2018. Apenas três estarão no Brasil

Conforme revelado há poucos meses, o off-road G63 AMG é o grandalhão de 2,5 toneladas que chega aos 100 km/h em 4,5 segundos. Mesmo com toda a robustez que garante durabilidade e aderência em terrenos acidentados, bem como itens sofisticados da linha de luxo — que também se encontra no AMG GT 63s — o jipe de mais de R$ 1 milhão é o que mais preserva as suas origens, nos anos 50.

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O desfecho das novidades do Salão do Automóvel 2018
fica por conta do SUV elétrico conceitual, que adianta as tecnologias eletrificadas e a assinatura de design a futuros modelos, entre eles os 7 novos SUVs que chegarão até 2020. Ainda faltam alguns preços e detalhes, como o Classe X, cuja chegada ainda segue indefinida.

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F-150 Lightning será a primeira picape elétrica Pace Car da Nascar

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F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana
Divulgação/Ford

F-150 Lightning adesivada para comandar o grid da Nascar, que acontece durante o próximo final de semana

A Ford anunciou nesta quarta-feira que o Pace car da etapa da Nascar em Martinsville será um carro  elétrico. A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da montadora de Detroit a comandar uma prova da categoria.

Fazendo oposição ao motor V8 de 5.8L que equipa os modelos da Nascar e geram entre 550 e 670 cv, dependendo da configuração, a F-150 Lightning possui dois motores elétricos que combinam para 563 cv e 107 kgfm de torque, e o Vice Presidente de veículos elétricos da marca, Darren Palmer, espera que os torcedores da Ford fiquem impressionados com a picape:

“Mal podemos esperar aos nossos fãs do que a F-150 Lightning é capaz. Fazendo 0 a 100 km/h em 5 segundos, acredito que vamos chamar alguma atenção na pista.”

A versão elétrica da F-150 vem sendo um grande sucesso para a montadora, tendo sido realizados quase duzentos mil pedidos de reserva desde que o modelo foi revelado, em maio de 2021. A montadora até revelou que irá aumentar a produção da F-150 Lightning de 40 mil unidades por ano para 150 mil até o meio de 2023.

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“A resposta dos consumidores à picape Lightning foi tão positiva que decidimos trazer o modelo para um evento da Nascar. Sabemos que quem estará presente adora caminhonetes e estamos confiantes que vão gostar ainda mais quando assistirem a F-150 Lightning liderando o pelotão”, disse Jeannee Kirkaldy  Gerente de Marketing de competições da Ford Performance .

A F-150 Lightning será o terceiro modelo elétrico da Ford a servir como Pace Car em uma prova da Nascar. O primeiro foi o Focus EV, de 141cv que comandou a etapa de Richmond, em abril de 2012, mais recentemente o Mustang Mach-E comandou a prova de Talladega no ano passado.

A etapa de Martinsville da Nascar Cup Serie s acontecerá no sábado (9) às 20h30 e será transmitida para o Brasil no canal Bandsports na TV fechada.

Fonte: IG CARROS

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Conheça os padrões de conectores para carregar um carro elétrico

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento
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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos até o momento

Ao dirigir um carro elétrico, o motorista sempre ficará atento à autonomia do veículo e à localização dos eletropostos pelo trajeto já que achá-los pode não ser tarefa tão simples, ainda mais com pouca autonomia no carro. Mas além dessas preocupações, ao chegar aos pontos de carregamento surge mais uma: O conector do posto é compatível com meu carro?

Antes de apresentar os tipos de plugues disponíveis, é necessário entender primeiro o tipo de corrente elétrica que cada estação de recarga fornece. Correntes elétricas são o movimento de elétrons através de um material condutor, que se movem a fim de equilibrar a diferença de potencial elétrico entre as extremidades.

Existem dois tipos de correntes elétricas: Correntes alternadas e correntes contínuas . Basicamente, o que define o tipo de corrente é a movimentação das partículas, na corrente contínua os elétrons se movem apenas em um sentido, enquanto na corrente alternada, o movimento é variável.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos
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Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos

Existem os carregadores AC e DC (Corrente Alternada e Corrente Contínua, em inglês). O tipo mais comum é o AC, de corrente alternada. Esse tipo de corrente é mais fácil de ser transportado pela rede elétrica, por isso é o utilizado nas residências e na maioria dos eletropostos.

Ao conectar um carregador AC no seu carro elétrico o tempo de recarga será longo, pois a corrente alternada é convertida em corrente contínua dentro do próprio carro, que é o tipo utilizado pelas baterias.

Nos carregadores DC a corrente já é convertida antes das “bombas” dos eletropostos , e ao ser conectado no veículo a energia vai diretamente para as baterias, reduzindo assim o tempo gasto para recarregar o veículo.

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Não há um consenso mundial sobre um padrão a ser adotado para carregar os veículos elétricos, cada continente tem um formato. Sobre cada um deles, a reportagem de iG Carros conversou com Tiago Garcia, youtuber e dono do canal “Meu Carro Elétrico”.

1 – J1772 e CCS1

O Padrão J1772 é regulamentado pela SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos) e busca simplificar os conectores de carregamento  de elétricos. Esse padrão é utilizado na América do Norte e Japão. A partir deste modelo nasceu o padrão CCS1 de carregamento em corrente contínua (DC), ambos são muito similares, mas o padrão para recarga rápida possui dois conectores extras, específicos para a corrente contínua.

2 – CHAdeMO

Apesar do padrão de recarga em corrente alternada japonês ser o mesmo do norte-americano, o sistema de carga rápida é diferente. O modelo é fabricado desde 2009 e foi pioneiro na eletrificação dos modelos japoneses, é utilizado somente no mercado asiático e alguns veículos como os modelos da Tesla que são importados vem com o adaptador.

3 – Mennekes e CCS2

O padrão europeu é o mais comum de ser encontrado no Brasil , já que muitos veículos elétricos disponíveis aqui são importados do Velho Continente. O padrão tem esse nome devido à empresa que o fabrica. Assim como no modelo norte-americano , a entrada de carregamento rápido é apenas uma adaptação da entrada comum, o que facilita na hora de realizar a recarga rápida.

4 – GB/T

O maior mercado de carros elétricos do mundo tem seu próprio padrão de carregamento. Além da China o padrão GB/T é utilizado também na Índia. É o modelo encontrado nos carros elétricos vendidos pela JAC no Brasil, mas a marca disponibiliza o adaptador que converte o europeu dos eletropostos para o chinês encontrado no veículo. Mas vale atenção: apesar de ter o mesmo nome para as versões de corrente contínua e alternada, os encaixes não são os mesmos.

5 – Tesla

O último padrão disponível é o desenvolvido pela fabricante estadunidense Tesla. O modelo da empresa de Elon Musk não diferencia corrente alternada de corrente contínua, o que fará a diferença da velocidade é o ponto de recarga. Os modelos da Tesla disponíveis no Brasil podem enfrentar dificuldades ao utilizar os postos de carga, por serem importados independentemente, o padrão encontrado no carro será o do país de origem do carro.

No Brasil o padrão mais comum é o mesmo utilizado na Europa, tanto para recargas de corrente alternada quanto de corrente contínua. Um padrão global de carregadores elétricos poderia facilitar a vida das montadoras que importam seus veículos elétricos ao redor do mundo e também dos compradores, que não precisariam ter mais dúvidas.

Fonte: IG CARROS

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