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Mercedes-Benz apresenta conceito inspirado no filme Avatar

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Mercedes-Benz Vision AVTR: Com design arrojado, conceito é regado de tecnologias futuristas, de modo a parecer com o filme

Rio – A Mercedes-Benz apresentou, nesta quarta-feira, um novo conceito elétrico que parece ter saído direto das telas de cinemas para a realidade. Trata-se do Vision AVTR, que tem seu design inspirado no mundo do filme Avatar, de James Cameron. O modelo é a atração da marca para a feira de tecnologia CES, em Lás Vegas, nos Estados Unidos.

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De acordo com o anúncio da Mercedes-Benz , o Vision AVTR é um carro de quatro lugares com design orgânico, que traz aerodinâmica ativa e oferece interatividade homem-máquina.

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Destaque de design do modelo, depois das rodas que se acendem, vai para as 33 abas individuais que se movem para alterar a aerodinâmica, posicionadas na traseira.








Conectividade do futuro

Diferente de qualquer outro carro, o conceito inspirado no Avatar é capaz de se conectar com os usuários. A conexão é feita apenas com o toque da mão sobre o controlador central. A peça faz a leitura do pulso do ocupante e permite a partida.

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A motorização do Mercedes-Benz é outro destaque. São 470 cv de potência e autonomia para rodar até 435 quilômetros com apenas uma carga. Outra curiosidade do conceito é que ele pode andar lateralmente em um ângulo de aproximadamente 30°.


Fonte: IG Carros
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Manter ou matar o Gol? Eis o dilema da Volkswagen

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VW Gol pode vir a surgir com outro nome, de modo a tentar reanimar seu apelo no mercado

To Gol or not to Gol, that’s the question, diria Shakespeare se presidente da Volkswagen fosse. Esse é o dilema de Hamlet que Pablo Di Si ocupa atualmente no cargo de presidente e CEO da Volkswagen América Latina. O dilema hamletiano existe porque o mundo no qual o Gol reinou por 27 anos não existe mais. Por isso, por mais incrível que pareça para as gerações mais velhas, a Volkswagen do Brasil pode, sim, colocar um ponto final na história do VW Gol.

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O carro ainda vende bem. Em 2019, ele ficou em quinto lugar no ranking geral de vendas, à frente até do VW Polo , com 81.285 emplacamentos. Porém, a maior parte dessas vendas foi feita para empresas ou motoristas de aplicativo. Foram 54.426 negócios nesse formato, ou seja, 67%. Para os jovens consumidores, cada vez mais reticentes a aplicar sua ainda pequena poupança em um automóvel, o Gol não significa muita coisa. Afinal, os anos de glória do VW Gol foram os anos 80, 90 e 2000.

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Origens de longa data

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Volkswagen Gol GTI: Quando o hatch mostrou, em 1988, o que era ser um esportivo de verdade

Já nos anos 80 o Gol se estabeleceu como um grande carro. No final de 1988, quando ganhou a versão GTI, com motor 2.0 e calibração esportiva, o Gol virou mito. Passaram-se 27 anos até que em 2014 (depois que o Gol G4 foi aposentado por causa da exigência de airbags e freios com ABS) o Fiat Palio finalmente terminou o ano como campeão de vendas. Mas, a partir de 2015, só deu Chevrolet Onix em primeiro lugar. O Gol afundou mais ainda quando a Volks decidiu apostar no sucesso do Up, mas logo se arrependeu e o Gol voltou a crescer no mercado — mas muito à custa das vendas diretas.

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Hoje o Gol é um carro sem emoção. Um carro prático, que entrega bom custo-benefício para um determinado tipo de usuário. Mas os menos de 27 mil clientes que compraram o Gol para uso pessoal talvez sejam pouco para as ambições da nova Volkswagen. O Gol, para grande parte da empresa, representa o passado. E a VW quer olhar para o futuro, com um logotipo minimalista, mas muito conteúdo digital e bons níveis de eficiência nos motores.

Será que os novos consumidores ainda seriam seduzidos pela ideia de um novo VW Gol ? Ou será que é mais fácil convencer esse público a comprar um carro com um nome diferente? Nada está decidido ainda. Ao longo deste ano, a Volkswagen anunciará seu próximo ciclo de investimentos, de 2021 a 2025. Aí sim começará a ficar mais perto o dia da decisão: to Gol or not to Gol? Manter o Gol ou matar o Gol? Uma questão que certamente até Hamlet teria dificuldades para responder.

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Fonte: IG Carros
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Raro Bugatti Type 59 pode ser vendido por R$ 55 milhões. Saiba detalhes

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Bugatti Type 59 Sports Mathieu Heurtault vale uma fortuna e deve ser arrematado por algum colecionador milionário



Um raro Bugatti Type 59 construído em 1934, e que já pertenceu a um rei, pode atingir o valor de 10 milhões de libras (R$ 55 milhões) quando for a leilão em Abril, estima a Gooding & Company’s, responsável pela venda. O veículo faz parte de uma coleção de 16 automóveis que será leiloada em Londres.

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A coleção conta ainda com carros europeus de corrida como Bentley, Lancia, Lamborghini, Rolls-Royce, e Vauxhall. Mas a estrela é o Bugatti Type 59 que pertenceu ao rei Leopoldo III, da Bélgica, que reinou entre 1934 e 1951.


Consideredo como o melhor Bugatti para Grand Prix, ele foi principalmente dirigido pelo piloto francês René Dreyfus na temporada de 1934-35. O Type 59 de Dreyfus conquistou uma histórica vitória no circuito belga de Spa e um terceiro lugar em Monaco.

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Ao longo dos anos, foi pilotado ainda por renomados pilotos da época como Robert Benoist, Louis Chiron, René Dreyfus, Piero Taruffi, Achille Varzi, e Jean-Pierre Wimille. The Bugatti foi aposentado em 1937 e vendido ao Rei Leopoldo III em 1938.

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Fonte: IG Carros
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