conecte-se conosco


Economia

Mercado financeiro eleva expectativa de crescimento do PIB em 2019

Publicado


Mercado financeiro estima inflação de 4,02% e PIB de 2,57% para 2019
Reprodução
Mercado financeiro estima inflação de 4,02% e PIB de 2,57% para 2019

Analistas do mercado financeiro aumentaram a previsão de crescimento da economia brasileira em 2019, de acordo com dados do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (11). O relatório também elevou a estimativa para a taxa de inflação deste ano.

Leia também: Dezembro tem inflação negativa e menor valor para o mês desde o Plano Real

Segundo a publicação, a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – que mede todos os bens e serviços produzidos pelo País – passou de 2,53% para 2,57% no final de 2019. Já a expectativa da inflação
passou de 4,01%, na semana passada, para 4,02%.

Para os próximos três anos (ou seja, em 2020, 2021 e 2022), espera-se que o PIB do Brasil fique em 2,50%. Para o IPCA, a expectativa é de que atinja 4% em 2020 e 3,75% em 2021 e 2022.

A projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil,  continua abaixo da meta de inflação
estipulada pelo Banco Central
para este ano, que é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Na última sexta-feira (11), o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, disse que fazer reformas e ajustes estruturais na economia brasileira são medidas “essenciais” para manter a inflação baixa
no País.

Leia mais:  Petrobras venderá metade de suas refinarias a partir de junho

De acordo com ele, essas medidas, além de combater a inflação, devem segurar também as taxas de juros e auxiliar na recuperação econômica. “Manter o controle da inflação é um trabalho contínuo, sabendo que reformas e ajustes necessários à economia brasileira são essenciais para manter a inflação baixa no médio e no longo prazos, para a queda estrutural das taxas de juros e para a recuperação sustentável da economia”, disse.

Inflação mais baixa em 2018 foi impulsionada pelos setores de habitação, transportes e alimentos


Boletim Focus, do Banco Central, acertou previsão para inflação em 2018
shutterstock
Boletim Focus, do Banco Central, acertou previsão para inflação em 2018

O IPCA
fechou o ano de 2018 em 3,75%

. A informação foi divulgada na sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Com o resultado de 3,75%, o índice cumpriu, com folga, a meta estipulada pelo BC, que era de 4,5% com intervalo de tolerância entre 3% e 6%. Em 2017, o índice ficou em 2,95%. Ele também ficou próximo da previsão dos analistas do mercado financeiro, que projetaram de uma inflação de 3,69%
no último relatório Boletim Focus
do ano.


De acordo com o IBGE, a inflação
de 2018 foi diretamente influenciada pelos preços de produtos e serviços de habitação (alta de 4,72%), transportes (alta de 4,19%) e alimentos e bebidas (alta de 4,04%). Juntos, eles somam variação de 2,49 pontos percentuais (p.p), ou seja, foram responsáveis por 66% do IPCA do ano.

Leia mais:  Por que as vendas de carros crescem 10 vezes mais quea economia?

Comentários Facebook
publicidade

Economia

Arrecadação soma R$ 113,2 bilhões em maio, melhor resultado em cinco anos

Publicado

por

Fachada da receita federal
Reprodução
Arrecadação soma R$ 113,2 bilhões em maio, melhor resultado em cinco anos

A arrecadação de receitas federais somou R$ 113,278 bilhões no mês passado, uma alta real (descontada a inflação) de 1,92% em relação a maio de 2018. O valor mensal, divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Economia , foi o mais alto dos últimos cinco anos, só perdendo para maio de 2014, quanto o total arrecadado pelo Fisco foi de R$ 116,237 bilhões.

Leia também: Mercado reduz expectativa de crescimento da economia pela 17ª semana seguida

Também foi o mais elevado dos últimos cinco anos o total recolhido à Receita Federal nos cinco primeiros meses de 2019. A arrecadação contabilizada no período, de R$ 637,649 bilhões, foi 5,68% superior à registrada no período de janeiro a maio do ano passado.

O crescimento do montante de maio foi puxado, principalmente, pela expansão de 19,56% das receitas não administradas pelo Fisco, principalmente royalties de petróleo . Já os recursos administrados pelo Fisco, ou seja, impostos e contribuições, aumentaram 0,58% em relação ao mesmo mês do ano passado. Nesse ponto, destacou-se um crescimento de 23,47% da arrecadação do Imposto de Renda Retido na Fonte sobre rendimentos de capital.

Leia também: Joice diz que governo busca margem de votos e vai alterar parecer da reforma


Entre os indicadores levados em conta pela Receita Federal para calcular o total da arrecadação , a produção industrial sofreu uma queda de 1,05% ante maio do ano passado, enquanto as vendas de bens subiram 3,1% e de serviços, 1,7% no período. A massa salarial aumentou 5,21% e o valor em dólar das importações, 14,09% – o que levou a uma expansão de 9,61% no total recolhido com o Imposto de Importação e no IPI vinculado às importações.

Leia mais:  Concessionária Hyundai: grupo cometa prevê gerar mais de 30 empregos diretos em Tangará da Serra

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Quanto tempo se deve guardar um comprovante? Veja dicas do Procon-SP

Publicado

por

Nota fiscal
Reprodução
Você sabe por quanto tempo deve guardar a nota fiscal de um produto? Veja as dicas do Procon-SP

Guardar os mais diversos papeis é quase que uma regra da vida adulta. Documentos, notas fiscais e comprovantes de pagamento são alguns dos itens que mais aparecem nas pastas armazenadas nos armários dos brasileiros. Porém, quando o acúmulo se torna um problema e é preciso fazer uma limpeza, sempre surge a dúvida: por quanto tempo é necessário manter essa papelada em casa? Há diferenças, e quem explica é a Fundação Procon-SP.

Antes de jogar qualquer documento fora, é preciso garantir que eles não serão importantes no futuro e podem ser descartados. Para evitar problemas, o  Procon traz dicas e sugestões do que se deve fazer com cada tipo de documento, desde as notas fiscais dos produtos até os comprovantes de pagamento das contas do dia a dia.

Leia também: Participação da Avianca no mercado brasileiro caiu mais de 90% em maio, diz Anac

Serviços contínuos

Neste item, aparecem as contas que são cobradas mensalmente, como água, luz, telefone e outras. Para estas, é preciso guardar a quitação de débitos por um ano, uma vez que a Lei Federal estabelece que cada cidadão envie a declaração de quitação anual, que substitui os recibos mensais emitidos ao longo do ano.

Assim, caso algum débito seja objeto de contestação judicial, o direito à declaração de quitação será apenas dos meses não questionados. Quem não tiver qualquer contestação, recebe o documento de quitação, que deve ser guardado por cinco anos.

Leia mais:  Tabela do frete elevou inflação e reduziu PIB em R$ 7 bilhões, diz CNI

Condomínio

As declarações de quitação de pagamento devem ser guardadas durante todo o período em que o morador permanecer no imóvel. Após a saída, a sugestão é que os documentos sejam conservador por cinco anos.

Consórcio

Os Comprovantes de pagamento e os recibos devem ser guardados até o encerramento das operações financeiras do grupo.

Seguro

Para todo e qualquer tipo de seguro, é sugerido que as proposta, apólices e as declarações de pagamento das mensalidades sejam guardadas até um ano depois do término da vigência do contrato.

Convênio médico

Assim como no caso do condomínio, o Procon sugere que a proposta e o contrato sejam guardados por todo o período em que a pessoa estiver como conveniado. Já os recibos dos 12 meses anteriores ao último reajuste também devem ser guardados por todo o período de contratação .

Vale ressaltar que o contrato de seguro saúde segue as regras dos seguros em geral. Qualquer reclamação ou ação judicialdeve ser feita no prazo de um ano. Para plano de saúde, o prazo é de cinco anos.

Mensalidade escolar e cursos

Declarações e contrato devem ser guardados pelo período de cinco anos.

Aluguel

O locatário deve guardar o contrato e as declarações de quitação de débito durante todo o tempo em que estiver no imóvel até sua desocupação, e consequente recebimento do termo de entrega de chaves, por três anos, desde que não haja qualquer pendência. Vale ressaltar que os contratos entre particulares são de natureza jurídica diferente e não constituem relação de consumo.

Leia mais:  Peso dos impostos sobe para 33,58% do PIB e é o maior desde 2010

Compra de imóvel (terreno, casa, apartamento)

A proposta, o contrato e todos os comprovantes de pagamento devem ser conservados pelo comprador até a lavratura e registro imobiliário da escritura (somente para casos onde haja uma efetiva relação de consumo – negociação que envolva construtora, imobiliária ou incorporadora).

Notas fiscais e certificados de garantia

As notas fiscais de compra de produtos e serviços duráveis devem ser guardadas pelo prazo da vida útil do produto/serviço, a contar da aquisição do bem. Assim, mesmo que vícios ocutos apareçam após o término da garantia contratual, o consumidor estará protegido.

Leia também: Governo quer privatizar todos os aeroportos da Infraero, anuncia ministro

Contratos

Por fim, contratos em geral precisam ser conservados até que o vínculo entre as partes seja desfeito. No caso dos financiamentos, até que todas as parcelas estejam quitadas. É importante ressaltar que os prazos informados são somente para documentos que envolvem relações de consumo. Outras situações e/ou entidades (Receita Federal, Detran, Prefeitura, Cartórios, Fóruns, Juizados Especiais Cíveis etc) podem ter regras próprias.


* Com informações do Portal do Governo SP

Fonte: IG Economia
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana