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Mensagens que se autodestroem estão chegando ao WhatsApp; confira

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Em breve, novos recursos chegam ao WhatsApp.


Mensagens que se  autodestroem devem chegar em breve ao  WhatsApp . O  aplicativo de mensagens vem trabalhando no novo recurso, segundo o site especializado WABetaInfo . De acordo com análises feitas em versões  beta do aplicativo – aquelas que ainda não estão disponíveis para o público geral -, a empresa já vem testando as mensagens que se autodestroem. 

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Quando disponível, o recurso vai funcionar para qualquer usuário, que poderá definir o tempo em que a mensagem fica no ar – depois disso, ela é  automaticamente destruída . Em  conversas privadas , qualquer pessoa poderá fazer uso da função. Em  grupos , porém, o recurso só estará disponível para asministradores.

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Reprodução/WABetaInfo

O site WABetaInfo encontrou o recursos em versões teste do WhatsApp.





Além das  mensagens que se autodestroem , o  WhatsApp também vem trabalhando no queridinho da internet: o  modo escuro . Disponível em diversas redes sociais e recentemente inaugurado no  Instagram , o recurso também já está sendo testado no mensageiro. 

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modo escuro apareceu em uma atualização recém-enviada pelo  WhatsApp para a versão beta do aplicativo. Quando em funcionamento, a tela fica em um tom “noite azulada”, e funciona em todas as abas do app. Vale lembrar que os recursos estão em teste e ainda não têm data para chegarem a todos os usuários. 

Fonte: IG Tecnologia
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Mesmo sem horário de verão, relógio de celulares atrasam neste domingo

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Mesmo com a extinção do horário de verão por meio de decreto assinado por Jair Bolsonaro no ano de 2019, alguns celulares do sistema Android atualizaram automaticamente e “voltaram” uma hora no tempo na madrugada deste domingo (16).


Problema semelhante ao relatado nas redes sociais neste domingo ocorreu no período em que começava o horário de verão, geralmente na terceira semana de outubro, com aparelhos também do sistema operacional Android. Na ocasião, alguns celulares adiantaram uma hora automaticamente.

Leia também: Guerra no streaming: qual serviço assinar diante de tantas opções?

A extinção do horário de verão, instituído de forma definitiva em parte do Brasil desde 2008, foi determinada por meio de decreto presidencial. Para desfazer as mudanças nos celulares , o usuário deve ir até as configurações do aparelho e desativar a data e hora automática.

Fonte: IG Tecnologia
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Guerra no streaming: qual serviço assinar diante de tantas opções?

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A Netflix já deixou de ser a única opção no mercado brasileiro

Netflix é o nome que vem à cabeça de três quartos dos brasileiros quando o assunto é streaming de vídeo. Mas, além da dona do tu-dum, diversas outras plataformas já estão disponíveis no mercado brasileiro. 

HBO Go, Amazon Prime Video, Apple TV+, Globoplay, YouTube Premium e Telecine Play são algumas das possibilidades mais conhecidas. E diante de tantas opções, decidir qual serviço de streaming assinar pode ser bastante difícil, principalmente porque todos eles possuem conteúdos exclusivos, sejam eles licenciados ou próprios. 

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De acordo com uma pesquisa feita pelo Opinion Box em agosto passado, o principal fator que influencia na escolha da plataforma é o preço, apontado por 60% dos entrevistados. 57% deles também disseram que catálogos com seus filmes e séries preferidos é um motivo crucial na decisão, e 38% disseram levar em consideração as atualizações e novidades nas plataformas. 


A guerra do conteúdo exclusivo

O conteúdo influencia muito na hora de escolher qual serviço de streaming assinar, e as empresas sabem bem disso. Por isso, elas têm apostado cada vez mais em conteúdos originais que, portanto, só estarão disponíveis em seus próprios catálogos. 

A estratégia é boa para fidelizar os clientes. Se você quer assistir a La Casa de Papel , por exemplo, a única opção que não envolve pirataria é assinar a Netflix . Mas a jogada não é feita pensando só no consumidor final, mas também na independência em relação a grandes estúdios. 

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“É uma boa estratégia, porque as empresas não ficam tão reféns de grandes estúdios e de licenciamentos. Assim, a empresa consegue ter o controle total”, afirma Alan Oliveira, mestre em assessoria de administração que pesquisou o comportamento de usuários da Netflix no Brasil e em Portugal. 

Ficar refém de grandes estúdios, aliás, sequer parece ser mais uma opção. Isso porque os próprios grandes estúdios estão apostando em serviços de streaming , a fim de entregar seus conteúdos diretamente aos consumidores. Isso, é claro, tiraria esses títulos das demais plataformas, deixando as pessoas diante de mais opções e mais segmentação. 

É o caso, por exemplo, da Disney que, em novembro passado, lançou o Disney+ em alguns países como EUA e Canadá. O serviço de streaming inclui títulos de casas da empresa como Marvel, Star Wars, Pixar, National Geographic e a própria Disney. A novidade desembarca aqui no Brasil em novembro de 2020, e ainda não teve seu preço revelado. 

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De um lado, as empresas de streaming estão passando a produzir conteúdo. Do outro, as produtoras de conteúdo estão criando seus próprios serviços de streaming. Esses dois movimentos geraram o que ficou conhecido como guerra do streaming , que transformou o mercado e deixou os conteúdos cada vez mais segmentados entre as plataformas, fazendo com que clientes assinem mais de um serviço ou recorram à pirataria. 

Liderança da Netflix

Ainda de acordo com a pesquisa Do Opinion Box, 75% dos brasileiros que assinam serviços de streaming gastam menos de R$50 por mês. Isso significa que a maioria das pessoas tem contas em, no máximo, duas plataformas diferentes. E a Netflix , é claro, tende a ser uma delas. 

O relatório apontou que 84% dos consumidores consideram comprar uma assinatura da Netflix. Dentre aqueles que já são clientes de algum serviço de streaming, 72% tem conta na Netflix.

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Mas Felipe Schepers, COO do Opinion Box, acredita que este cenário pode mudar em breve. Com a inserção de novas plataforma no mercado, a tendência é que a Netflix perca espaço. “Com certeza o cenário está mais competitivo e agressivo do que há 12 meses”, diz. “Com tudo isso, a Netflix deve, sim, perder espaço, e a empresa já percebeu isso, tanto que vem investindo cada vez mais em campanhas offline. Seus últimos lançamentos originais, como O Irlandês e Dois Papas, tiveram muita mídia em aeroportos, pontos de ônibus, jornais e revistas”, acrescenta. 

Já Alan acredita que, em um futuro próximo, a Netflix continue sendo a campeã de mercado no Brasil. Para ele, as demais plataformas deveriam focar no ponto fraco da Netflix. Em sua pesquisa de mestrado, a maior parte dos entrevistados apontou como um problema a baixa variedade de conteúdos que não sejam originais no catálogo da Netflix.

Streaming ameaça a TV por assinatura?

Hoje, a Netflix já beira os 15 milhões de assinantes no Brasil. O número quase encosta na quantidade de assinantes de TV paga no país, que é de pouco mais de 17 milhões. E essa ascensão dos serviços de streaming levanta um questionamento: a TV por assinatura está ameaçada?

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Para Alan e Felipe, não. De acordo com a pesquisa realizada por Alan, a maioria dos entrevistados não cancelaram seus pacotes de TV por assinatura depois de assinarem a Netflix. “Eu sou um caso, migrei para o streaming e deixei a TV por assinatura . Mas não é uma tendência real”, afirma o pesquisador. 

Na visão de Felipe, as empresas de TV paga precisam se adaptar ao novo mercado, mas há espaço para todos. “Assim como há espaço para mais de um serviço de streaming, há espaço para TV por assinatura. Os serviços precisam se reinventar e atender as demandas do novo consumidor, mas tem espaço para todos pois são públicos diferentes, com necessidades diferentes”, explica.

Fonte: IG Tecnologia
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