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Política Nacional

Médicos reduzem dieta endovenosa de Bolsonaro

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O presidente Jair Bolsonaro começou hoje (10) a redução gradativa da nutrição parenteral (endovenosa), mantendo uma dieta cremosa associada ao suplemento nutricional por via oral, segundo informou boletim médico divulgado na tarde deste domingo pelo Hospital Albert Einstein, onde passou por cirurgia, no último dia 28, para retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal.


Bolsonaro almoçou creme de mandioca com carne e ingeriu gelatina, além de um suplemento nutricional.

Ele permanece internado na Unidade Semi-Intensiva do Albert Einstein, apresenta boa evolução clínica e está sem febre. De acordo com o hospital, o quadro pulmonar apresenta melhora significativa, e o presidente continua sendo tratado com os mesmos antibióticos. 

Bolsonaro faz exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular, alternados com períodos de caminhada.

Por ordem médica, as visitas continuam restritas. Hoje ele não recebeu visitas, nem houve ato administrativo. A esposa Michelle e o filho Carlos Bolsonaro permanecem acompanhando o presidente no hospital.

Twitter

Hoje o presidente publicou no Twitter o primeiro vídeo após a cirurgia em que aparece falando. No vídeo, ele agradece aos profissionais que o atendem no Albert Einstein e aos que o atenderam em setembro, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), logo após a facada que sofreu durante ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Na gravação, Bolsonaro pede à Polícia Federal solução para o ataque a faca. Ele já havia publicado outros vídeos, nos quais não falava.

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Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC
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Política Nacional

CCJ se reúne hoje para debater parecer da Previdência

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A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara se reúne hoje (15), a partir das 14h, para debater o parecer da reforma da Previdência (PEC 6/19). O presidente do colegiado, Felipe Francischini (PSL-PR), disse que até amanhã (16) haverá um “mapeamento das intenções de votos”.

Em entrevista coletiva em Curitiba, Francischini demonstrou otimismo com a votação. “[Integrantes da base aliada do governo] estão fazendo trabalho de corpo a corpo, conversando individualmente com cada deputado, começando pelos integrantes da CCJ”, disse. “Acredito que já há condições para superar obstáculos.”

Sessão

Segundo o presidente da CCJ, o esforço é para agilizar o processo de discussão e votação na comissão e, assim, enviar para a comissão especial. “Minha intenção é que o trâmite seja o mais ágil possível”, afirmou.

Francischini estima uma longa discussão em torno da proposta, já que 85 deputados estão inscritos para o debate. “Após dez oradores, pode ser apresentado pedido de encerramento de discussão, mas acredito que está caminhando para todos falarem, o que pode significar mais de 20 horas de debate”,

Orçamento impositivo

O presidente da CCJ afirmou que a proposta que amplia o orçamento impositivo (PEC 34/19) pode ser votada na comissão nesta semana. Lembrou, entretanto, que a reforma da Previdência é prioridade no colegiado.

Francischini disse que se um requerimento de inversão de pauta for apresentado, será colocado em votação. “O plenário da CCJ é soberano. Se aprovar [o requerimento de inversão de pauta], o primeiro item será o orçamento impositivo”.

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*Com informações da Agência Câmara

Fonte: EBC
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Política Nacional

Ministros discutem no Planalto política de preços de combustíveis

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O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, coordena hoje (15), uma reunião para discutir a política de preços de combustíveis e o tabelamento do frete para caminhoneiros. O encontro está marcado para as 14h30.


São esperados no Palácio do Planalto os ministros de Minas e Energia, Bento Albuquerque; da Infraestrutura, Tarcísio Freitas; da Economia, Paulo Guedes; da Secretaria de Governo, Alberto Santos Cruz, e da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto. Os presidentes do BNDES, Joaquim Levy, e da Petrobras, Roberto Castello, também deverão participar da reunião.

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, fala à imprensa após reunião sobre a reforma da Previdência, no Palácio do Planalto.

Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, coordenará reunião no Palácio do Planalto – Arquivo/Agência Brasil

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,7% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro quer entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras e negou que haja interferência do governo na política de preços da estatal.

O presidente disse que há preocupação com o reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros. Em maio do ano passado, a alta no preço do combustível levou à paralisação da categoria, e que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos, causando prejuízos a diversos setores produtivos.

Após a decisão de suspender o reajuste do diesel na sexta-feira (12), houve queda na bolsa de valores e desvalorização de 8,54% das ações da Petrobras. Apesar de negar que está intervindo nos preços, o mercado costuma reagir mal quando o governo interfere diretamente em uma estatal competitiva como a Petrobras.

Amanhã (16), outra reunião está agendada para tratar do assunto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC
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