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Nacional

MBL representa criminalmente contra Gleisi Hoffmann por viagem à posse de Maduro

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Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é presidente nacional do Partido dos Trabalhadores
Paulo Pinto/AGPT – 21.10.17
Senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) é presidente nacional do Partido dos Trabalhadores

O Movimento Brasil Livre (MBL) representou criminalmente na Justiça contra a presidente nacional do PT, a deputa eleita Gleisi Hoffmann, em razão da viagem da petista a Caracas para  acompanhar a posse de Nicolás Maduro para seu segundo mandato
como presidente da Venezuela.

A ação é de autoria do advogado do MBL, Rubinho Nunes, que apontou infração de Gleisi Hoffmann
ao artigo 8º da Lei de Segurança Nacional, que dispõe sobre “entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil”.

“Ao descumprir a política externa brasileira e instigar o ditador venezuelano contra o Brasil, Gleisi cometeu o crime do Art. 8° da Lei de Segurança Nacional. Representamos a senadora para que seja criminalmente punida por sua conduta”, escreveu o advogado do MBL
em rede social.

Gleisi justificou sua viagem a Caracas nessa sexta-feira (11) e alegou que deixar de ir à posse de Maduro “seria covardia”
. “Nenhuma surpresa às críticas dos que ignoram as razões por eu ter aceitado o convite pra posse na Venezuela
. Deixar de ir seria covardia, concessão à direita. A esquerda pode ter críticas ao governo Maduro, mas o destino da Venezuela está nas mãos do seu povo e de mais ninguém”, disse a petista. 

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Em nota, o Partido dos Trabalhadores também explicou o gesto de sua presidente
, afirmando que a legenda “reconhece o voto popular” que reelegeu Maduro “conforme as regras constitucionais vigentes, enfrentando candidaturas legítimas da oposição democrática”.

O entendimento do PT contraria o de oposicionistas do governo Maduro na Venezuela e de grande parte da comunidade internacional. Os dois principais adversários do chavista foram impedidos de participar das eleições, que tiveram abstenção superior a 50% da população. Os opositores remanescentes na disputa alegaram ter havido fraude e uso do aparato do Estado por parte de Maduro para se garantir no poder por mais um mandato, que vai até 2025.

A reeleição do presidente não foi reconhecida por diversos países, dentre eles os Estados Unidos, o Canadá e os 13 integrantes do Grupo Lima, que inclui o Brasil.


Segundo o PT, a viagem de Gleisi visava “deixar claro” que o partido discorda do que chamou de “política intervencionista e golpista incentivada pelos Estados Unidos, com a adesão do atual governo brasileiro e outros governos reacionários”. “É inaceitável que se vire as costas ou se tente tirar proveito político quando uma nação enfrenta dificuldades. […] Impor castigos ideológicos aos venezuelanos também resultará em graves problemas imigratórios, comerciais e financeiros para os brasileiros”, explicou Gleisi Hoffmann
em nota divulgada ao longo da semana.

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Flordelis é ouvida pela polícia sobre o assassinato do marido

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Flordelis
Estefan Radovicz/Agência O Dia
Flordelis presta depoimento em delegacia no Rio de Janeiro

A deputada federal Flordelis (PSD) chegou às 12h30 desta segunda-feira na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI). A missionária e cantora irá prestar esclarecimentos sobre a morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, na condição de investigada, apesar da defesa dizer que ela é ouvida como testemunha.

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Flordelis  chegou de carro acompanhada de advogados e não falou com a imprensa, que foi colocada para o lado de fora da especializada. Pelo menos 10 filhos do casal já estão na especializada e serão ouvidos hoje, de um total de 20 convocados pela DHNSGI. Vários profissionais que defendem a família estão na delegacia.

O promotor Sérgio Lopes Pereira, do Ministério Público do Rio (MPRJ), acompanha os depoimentos. De acordo com os advogados que acompanham Flordelis e os filhos, a parlamentar será a última a falar com os policiais.

Antes de Flordelis chegar ao local, um dos filhos entregou um telefone à polícia durante o depoimento. Não se sabe se o aparelho é do pastor Anderson, do filho Flávio, que confessou o assassinato, ou do próprio depoente.

A advogada Luciene Diniz Suzuki, que defendia Flávio e Lucas dos Santos, principais suspeitos da morte do pastor Anderson do Carmo , marido da deputada Flordelis, deixou o caso. Segundo ela, após a confissão de Flávio, que falou ter dado seis tiros no pai adotivo, não havia mais motivo de ficar na defesa. Dois filhos do casal chegaram por volta das 8h na Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI).

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Entretanto, Suzuki segue acompanhando os depoimentos de membros da família investigados, a pedido deles, já que ela acompanha juridicamente Flordelis há mais de 10 anos. As 8h10 a delegada Bárbara Lomba, titular da DHNSGI, chegou à sede da especializada, mas não quis falar com os jornalistas.

O promotor Sérgio Lopes Pereira, do Ministério Público do Rio (MPRJ), disse que Flordelis e sua família não estão colaborando com as investigações sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo. A deputada federal é esperada na manhã desta segunda-feira para prestar depoimento sobre o caso.

“Se mata um ente querido, você quer saber quem matou esse ente e a forma de saber é colaborando com as investigações. Nós não estamos vendo isso por parte da família, infelizmente”, disse o promotor, em entrevista ao Fantástico , da TV Globo Ele também reforçou, conforme já dito pela delegada Bárbara Lomba, que todos que estavam na casa são suspeitos.

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Na reportagem, o advogado Fabiano Leitão Migueis, que representa Flordelis , rebateu a afirmação do promotor. “Ela quer colaborar. Ela está ansiosa que esse resultado venha logo, que isso seja esclarecido. E ela foi clara para mim: doa a quem doer, mesmo que o responsável ou os responsáveis seja um ente querido dela”, falou.

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Fonte: IG Política
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Nacional

Sérgio Cabral está apto a receber visitas íntimas de Adriana Ancelmo na cadeia

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Sergio Cabral e Adriana Ancelmo
Paulo Araújo/Agência O Dia
Sérgio Cabral e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo poderão ter encontros íntimos em Bangu 8

ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) foi classificado pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) como apto a receber visita íntima da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo em Bangu 8, na zona oeste do Rio.

Mas apesar de ter tido o direito concedido há aproximadamente dois meses,  Sérgio Cabral ainda não está autorizado a exercê-lo porque tem um processo administrativo em curso.

Adriana Ancelmo
Fernando Frazão/Agência Brasil – 10.5.17
Esposa do ex-governador Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo

Para o preso exercer o direito à visita íntima, ele solicita à assistência social do presídio. Assim, o trâmite é iniciado na cadeia para, posteriormente, ser chancelado pela Seap. No entanto, esse direito não pode ser exercido enquanto há contra o preso algum procedimento administrativo em tramitação.

No caso de Cabral, ele respondia a um por ter sido flagrado na cadeia com mais dinheiro do que o permitido , que foi arquivado posteriormente.

Mas, como o ex-governador foi punido pela Seap em outro caso, o da videoteca, ele continua sem poder receber a visita íntima .

Quando a punição for encerrada, ele poderá entrar na escala da secretaria para passar a exercer efetivamente o direito e reencontrar Adriana Ancelmo em encontros íntimos.


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Relembre as joias de Adriana Ancelmo apreendidas pela PF:


Fonte: IG Política
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