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May The 4th: Disney+ lança união entre ‘Star Wars’ e ‘Os Simpsons’

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Disney+ celebra “May The 4th” com crossover entre ‘Star Wars’ e ‘Os Simpsons’
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Disney+ celebra “May The 4th” com crossover entre ‘Star Wars’ e ‘Os Simpsons’

Nesta terça-feira (4), os fãs da saga criada por George Lucas se unem para celebrar o “ May the 4th [be with you]”, homenagem à famosa expressão dos filmes do universo de ‘Guerra nas Estrelas’. E para comemorar, a Disney+ resolveu fazer projeto audacioso: um crossover entre ‘ Os Simpsons ’ e os personagens de ‘ Star Wars ‘.

O novo curta-metragem, intitulado ‘Maggie Simpson in: The Force Awakens From Its Nap’ (na tradução livre, “Maggie Simpson em: O despertar da força de sua soneca”), vai levar figuras e referências da saga até à cidade de Springfield . E agora isso é mais do que possível, visto que as duas marcas pertencem à Disney .

A sinopse oficial disponibilizada no serviço de streaming Disney+ diz: “Numa creche muito, muito, distante… mas ainda em Springfield, Maggie se vê numa missão épica em busca de sua chupeta, que foi roubada. A sua aventura leva ela a cruzar caminhos com jovens Padawans, Lordes Sith, dróides familiares, membros da Aliança Rebelde, além de uma batalha final contra o lado negro, neste curta original que celebra a galáxia Star Wars”.

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O título do curta faz referência à mais recente trilogia de ‘ Star Wars ’, mas o crossover se inspira em diferentes momentos da franquia. O pôster já confirma a presença de um Darth Maul em Springfield, com uma Estrela da Morte ao fundo e BB-8 ao lado de Maggie, provando que todas as três gerações de filmes estão presentes. E de acordo com a Disney , este é apenas o primeiro “encontro” entre ‘ Os Simpsons ’ com outros títulos da empresa.

E não é só isso que a casa do Mickey Mouse’ tem preparado para o “ Star Wars Day ”. ‘The Bad Batch’, nova série de animação e produção derivada do desenho ‘A Guerra dos Clones’, também irá estrear no dia 4 de maio. A empresa ainda promete outras novidades em forma de celebrar a data .

‘Maggie Simpson in The Force Awakens From Its Nap’, ‘The Bad Batch’ e os outros especiais de ‘ Star Wars ‘ estão disponíveis no Disney+ , claro, a partir de 4 de maio.

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YouTube vai pagar R$ 500 milhões para TikTokers migrarem para a plataforma

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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo
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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo

Focado em alavancar a novidade da plataforma, o YouTube irá pagar cerca de US$ 100 milhões (mais de R$ 520 milhões) para as pessoas e criadores de conteúdo – que já fazem vídeos para o TikTok – aderirem ao seu novo recurso, o Shorts . A ideia é começar a testar anúncios nesses clipes curtos e verticais em loop, tornando assim algo mais competitivo em relação ao rival chinês.

A verba será lançado dentre os próximos meses e será pago ainda este ano, de acordo com o comunicado que o YouTube fez em seu blog, nesta terça-feira (11). A plataforma disse que o Shorts está se tornando mais amplo em seu serviço, lançando assim a capacidade de remixar áudio de vídeos em breve.

Antes disso, o rival da área – TikToklançou um fundo de criadores em 2020 , para pagar mais de US$ 1 bilhão para os influenciadores digitais investissem e enchessem a rede social de conteúdo.

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Para fazer isso acontecer, o YouTube arrecadou dinheiro pelos anúncios que geram cerca de US$ 100 milhões em receita durante um dia e meio. No período de um pouco mais de um ano, a plataforma vai investir US$ 100 milhões no Shorts e paga cerca de US$ 15 bilhões para quem se qualificar para adquirir dinheiro com o novo recurso.

De acordo com a marca, o plano é recompensar também “milhares de criadores cujos Shorts receberam mais engajamento e visualizações” a cada mês. O YouTube dará mais detalhes sobre essa distribuição de pagamentos nos próximos meses. 

Portanto, qualquer usuário que poste vídeos no Shorts pode ganhar dinheiro com esta iniciativa, porém, é preciso seguir com as diretrizes da comunidade do YouTube .

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Apple oferece tratamento preferencial para Zoom e mais apps de iOS

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Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail
Unsplash/Mihai Moisa

Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail


No ano passado, Tim Cook , CEO da Apple , afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual. Ainda assim, segundo um desenvolvedor, o Zoom recebeu acesso especial a uma API que permite utilizar a multitarefa do iPad em chamadas de vídeo. E-mails anexados no processo com a Epic Games também revelaram um tratamento preferencial oferecido pela fabricante do iPhone ao Hulu .

O caso do Zoom foi apresentado pelo desenvolvedor Jeremy Provost no fim de abril. Em um blog, ele relatou que o aplicativo recebeu acesso a uma API privada para utilizar a câmera do iPad em multitarefa. Dessa forma, os usuários conseguem fazer chamadas de vídeo enquanto dividem a tela com outros apps (Split View).

Na publicação, Provost afirma que entrou em contato com o Zoom , que revelou a ele um processo aparentemente privado, “disponível apenas para aqueles considerados dignos pela Apple”. Depois, o desenvolvedor explica que a habilitação é feita através de um “entitlement” (“direito”, em tradução livre). Ou seja, um “direito ou privilégio que concede capacidades particulares a um executável [aplicativo]”, nas palavras da Apple .

Os entitlements podem ser públicos ou privados. No primeiro caso, trata-se de funções abertas, como as notificações push. No segundo, os direitos são destinados a recursos que dependem de autorização, como a integração de um app com o CarPlay . Para isto, é preciso fazer uma solicitação à Apple e aguardar a aprovação.

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A autorização depende de alguns pré-requisitos da empresa. No caso da integração do CarPlay, por exemplo, o aplicativo precisa ser de categorias como áudio, comunicações, navegação, estacionamento, entre outras. Se o pedido for aprovado, a Apple disponibiliza o recurso na conta do desenvolvedor para que seja utilizado no app.

A permissão para utilizar a câmera em multitarefa no iPad , porém, acontece de forma diferente. Segundo Provost, não existe um processo público para solicitar a autorização. O desenvolvedor também relata que não encontrou documentos públicos sobre o recurso. No Google , ele só se deparou com informações em fóruns do Zoom .

Hulu também recebeu acesso especial da Apple

Além do Zoom, outros aplicativos receberam tratamento preferencial pela Apple . É o que mostra alguns e-mails revelados no processo entre a companhia e a Epic Games em relação ao Hulu . Em uma das mensagens trocadas por funcionários da empresa, há o tweet do desenvolvedor David Barnard que questiona sobre o cancelamento automático de assinaturas da App Store.

“Eu não sabia que as assinaturas da App Store poderiam ser canceladas automaticamente por meio da API StoreKit”, publicou Barnard no Twitter, em 2018. “Estou surpreso por não ter visto mais ofertas para mudar o faturamento da App Store”.

O tweet foi enviado por Matt Fischer, vice-presidente da App Store , para Cindy Lin. Em resposta, Lin disse que o Hulu faz parte de um “conjunto de desenvolvedores com acesso permitido à API de cancelamento/reembolso de assinatura”. Ela ainda explicou que o recurso era utilizado em 2015 para oferecer suporte à atualização instantânea usando uma configuração de duas famílias.

Na mesma conversa por e-mail, Carson Oliver, diretor de gestão de negócios da App Store , afirmou que era preciso “tomar medidas imediatas para nos proteger contra o uso indevido da API”. Atualmente, o Hulu não tem mais acesso ao recurso.

Estes episódios, no entanto, entram em contradição com o que foi dito por Tim Cook em julho do ano passado. Em depoimento durante a audiência do Subcomitê Antitruste da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o CEO da Apple afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual.

“Tratamos todos os desenvolvedores da mesma forma. Temos regras abertas e transparentes – é um processo rigoroso”, disse. “Como nos preocupamos profundamente com privacidade , segurança e qualidade, analisamos todos os aplicativos antes que eles fiquem disponíveis. Mas essas regras se aplicam igualmente a todos”.

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