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Política MT

Max Russi participa de mutirão da cidadania "VG + Ação" no Água Vermelha

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Foto: JOSÉ MARQUES / ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado Max Russi (PSB) participou da primeira edição do "VG + Ação", em parceira com a Rádio Estação VG, que promoveu um mutirão da cidadania no bairro Água Vermelha, em  Várzea Grande. O evento, que  aconteceu no último sábado (24) na escola municipal Honorato Pedroso de Barros, teve a articulação do parlamentar, junto ao governo do Estado, e levou 28 serviços gratuitos a famílias de baixa renda da região.

Conforme a gestora pública Marciane Bustamante, que também esteve a frente de toda a organização, mais de 1000 pessoas foram contempladas com os atendimentos oferecidos. "Essa idéia que surgiu a partir da união de um grupo de amigos e assim agregamos muitas parcerias. O deputado Max Russi foi um dos nossos grande parceiros", explicou.

Ainda de acordo com Marciane, foram ofertados gratuitamente: Confecção de certidões de casamento, nascimento e óbito; CPF; Plastificação de documentos; fotos 3×4; Corte de cabelo; Descontos em exames oftalmológicos; Agendamento para cadastro do EJA; Avaliação em Equoterapia para crianças; Orientações jurídicas; Limpeza de pele; Triagem auditiva; Atendimento médico adulto; aferição de pressão e glicose; Vacinação de animais; Despachante; Atividades infantis; Apresentações culturais; Maquilagem; Demonstração de produtos; Justiça comunitária; encaminhamento para o mercado de trabalho e para confecção de RG.

"O próximo está sendo organizado para ser realizado no dia do 8 de dezembro no Bairro Figueirinha. A nossa intenção é levar esses atendimentos a todos os bairros e famílias carentes de Várzea Grande", reforçou.

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O deputado Max Russi tem defendido a bandeira do social e parabenizou a todos os envolvidos na ação. "É uma grande satisfação poder colaborar com essas políticas públicas sociais. Sempre serei parceiro em tudo que trouxer oportunidade aos menos favorecidos", assegurou.

Também fizeram parte da parceria: Prefeitura de Várzea Grande; Seduc; Setas; Sine; Rede Orto; MT Consulta; Ótica Couto; Farma e Farma; Galvão Cabeleireiro; Akamos; Refrigerantes Marajá; Despachante Padilha; Associação dos Moradores do Bairro Água Vermelha, Associação de Manifestação Cultural de Mato Grosso; Ice Pop Eventos; Gico Doceria; Esmalteira Maria; Vereador Gordo Goiano; Karyn Gomes; Jota Jota MC Brinquedos; Gráfica Central; Crin Áudio; Equoterapia Centro Eqüestre; Tupperware; Natura e Posto de Saúde Familiar do Água Vermelha.

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Mato Grosso

ESCÂNDALO DA SAÚDE: Caso ainda tem desdobramentos e Justiça busca presidente de Oscip

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O Escândalo da Saúde, que lesou os cofres da saúde pública em Tangará da Serra entre os anos de 2010 e 2011, segue com seus desdobramentos.

Esta semana, a juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, tenta encontrar a presidente da Oscip Instituto de Desenvolvimento Humano, Econômico e Ação Social (Idheas), Maria Guimarães Bueno de Araújo, para intimar e citar tanto o instituto quanto sua fundadora.

Maria Guimarães Bueno de Araújo já foi condenada por fraudes em Tangará da Serra

Maria Guimarães é a peça central de supostos desvios de R$ 51 milhões via Programa Saúde da Família nas prefeituras de Tangará da Serra e Timóteo, em Minas Gerais.

A ação é um dos desdobramentos da Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal em 2010, e corre em segredo de justiça.

Conforme a ação federal, a finalidade da carta precatória é apenas a notificação dos requeridos. Na prefeitura de Tangará da Serra os esquemas causaram dano de R$ 4 milhões ao erário.

Em razão do escândalo, prefeito Júlio Cesar Ladeia foi cassado pela Câmara em 2011

Por esses crimes, em 2016 a juíza Eza Yara Ribeiro, da comarca daquele município, condenou Maria Guimarães Bueno de Araújo, o ex-prefeito Julio Cesar Davoli Ladeia, o ex-vice-prefeito José Jaconias da Silva, o ex-secretário municipal de Saúde Mario Lemos de Almeida e o empresário Abel Alves Saraiva.

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O caso, conhecido em Tangará da Serra como “Escândalo da Saúde”, também levou, no ano de 2011, à cassação de cinco vereadores. (Com ‘Notícias de Mato Grosso’)

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Deputados de MT têm maior verba indenizatória do Brasil

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Um deputado estadual de Mato Grosso pode custar R$ 94 mil por mês só de salário, verba indenizatória e ajuda de custo, além de ter direito a carros, combustível e passagens áreas e de ônibus.

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso tem 24 deputados. Cada um recebe um salário de R$ 25 mil e mais duas parcelas de R$ 25 mil por ano, a título de ajuda de custo, mas só recebe quem comparecer a 2/3 das sessões, uma espécie de prêmio para quem cumpre uma obrigação.

Além disso, os parlamentares recebem verbas complementares para custeio. A maior delas é a verba indenizatória. que subiu mais de 300% entre 2010 e 2015.A verba indenizatória dos deputados foi instituída pela Lei 9.493 de 2010, e fixada, à época, em R$ 15 mil. Em 2011, também por força de lei, o limite da verba subiu pela primeira vez, para R$ 20 mil . Em 2012, veio o primeiro grande salto, chegando a R$ 35 mil. Durante esses anos os gastos, não precisavam ser comprovados.

Em 2013, uma resolução tornou obrigatória a comprovação dos gastos, mas essa medida foi derrubada em menos de um ano. Em 2015, veio o maior dos aumentos. A verba indenizatória foi para R$ 65 mil, valor que permanece até hoje. É a maior verba indenizatória do país. Quase R$ 35 mil a mais que a média paga aos deputados em todas as assembleias legislativas do país, que t~em média de R$ 31 mil.

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Em delação premiada, no ano de 2017, o ex-governador Silval Barbosa chegou a afirmar que os sucessivos aumentos da verba indenizatória foram usados para institucionalizar uma espécie de mensalinho para deputados aprovarem pautas do governo. Hoje os deputados justificam que o estado é grande e que há necessidade do dinheiro para exercer a função parlamentar, visitando regiões.

Acontece que a verba indenizatória não é o único benefício para abater gastos. Com deslocamento, cada deputado tem direito a combustível, passagens de ônibus, passagens de avião, frete de jatinhos, aluguel de carros.A verba indenizatória, deveria ser usada apenas para despesas no exercício da função, como hospedagem e refeição durante as viagens. Mas, segundo organizações que acompanham e fiscalizam movimentações políticas no estado, esse dinheiro acaba desviado para outros fins.

Até março deste ano, o portal da transparência da Assembleia Legislativa trazia os nomes e quanto cada deputado gastava da verba indenizatória. Já em abril o sistema mudou e traz apenas números, sem identificar o deputado.

Fonte:G1

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