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Polícia

Mato Grosso registra 2.313 casos de estelionato entre janeiro e abril

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Hérica Teixeira e Luciene Oliveira | Sesp-MT e PJC-MT 

Foto por: Gabriel Aguiar/Sesp-MT

Mato Grosso registrou 2.312 casos de estelionato no primeiro quadrimestre deste ano. O dado se manteve quase igual no mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 2.311 registros. Os dados são da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceac) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e abrange todas as modalidades praticadas do crime, dentre elas, internet e telefone.

O Código Penal Brasileiro define estelionato como crime contra o patrimônio com o objetivo de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio. Em 2018 foram registrados em Mato Grosso 6.578 casos de estelionato. Já no mesmo período de 2017 foram 6.390 ocorrências.

Uma prática que tem lesado algumas pessoas é a fraude mediante clonagem do aplicativo de mensagens WhatsApp. Neste modelo, o suspeito se utiliza da rede de contatos da vítima e pede que quantias em dinheiro sejam transferidas na conta de uma terceira pessoa. Por se tratar de um contato conhecido da vítima, a mesma repassa valor e só depois descobre que caiu em um golpe.

O analista de tecnologia da Sesp, Manoel Amorim, explica que a clonagem não é uma prática nova, mas tem vitimado muitas pessoas por falta de adoção de medidas primárias. “Uma saída para evitar cair no golpe é ao quando receber este tipo de pedido, ligar para o solicitante e confirmar a veracidade da história. Porque muitas vezes o suspeito pede para transferir na conta de outra pessoa que não está na rede de contatos”, destaca.

Ainda segundo o analista, outras práticas podem ser adotadas, por exemplo, a de realizar a verificação em duas etapas do celular. Para isso, basta entrar em configurações do aparelho e habilitar um e-mail de uso pessoal. Com esta medida, será pedida uma senha e toda vez que houver perigo na rede, um e-mail será enviado como sinal de alerta. Tal ação garante também ao usuário trocar a senha e realizar autenticação.

Orientações

O delegado chefe da Gerência de Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), Eduardo Botelho, orienta que em caso de clonagem do cartão Simcard, a vítima deve imediatamente registrar um boletim de ocorrência e na sequência avisar seus contatos e familiares sobre a fraude, e bloquear o cartão junto à operadora de telefonia.

Conforme o delegado, se o criminoso tiver conseguido habilitar a verificação em duas etapas, reinstale novamente o aplicativo e digite erroneamente códigos sucessivos até bloquear a conta.

Outro passo importante, após ter a conta do aplicativo WhatsApp invadida por um criminoso, é encaminhar um email para [email protected], em português mesmo, solicitando  o bloqueio da conta. No corpo da mensagem, o usuário deve colocar o código do país, ex: +55 9999-9999. A empresa vai desativar a conta do aplicativo, que somente poderá ser utilizada em sete dias.

 “É sempre importante, ao iniciar uma conta no whatsapp, fazer a verificação de segunda etapa do aplicativo. Não repassar nenhum código fornecido por SMS, ficar atendo a dados conflitantes na mensagem recebida”, orienta o delegado.

Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com os clientes via aplicativo de mensagem. Os golpes mais comuns, geralmente iniciam após a vítima confirmar dados cadastrais via mensagem recebida pelo aplicativo, e induzida a fornecer o código de seis dígitos, repassados por SMS, e a partir daí ocorre a clonagem do número no aplicativo. 

A Gecat é ligada à Coordenadoria de Inteligência Tecnológica, da Diretoria de Inteligência, que atua no assessoramento às delegacias da Polícia Judiciária Civil, e trabalha com investigações complexas que envolvem o uso da tecnologia de ponta ou a utilização de recursos tecnológicos, mais especificadamente, a internet.

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Em Denise, PM desmonta grupo suspeito de praticar estelionato com venda de filtros de água

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Policiais do Núcleo de Polícia Militar de Denise (a 211 km de Cuiabá) prenderam na tarde desta quinta-feira (30.07) seis suspeitos, todos do sexo masculino, pela prática de estelionato, usando como atrativo a venda de filtros de água.

No carro em que os homens estavam, um Corsa branco com placa de Tangará da Serra, foram apreendidos 11 purificadores de água de dois modelos, além de sete torneiras. A abordagem do veículo ocorreu na Avenida São Paulo, uma das principais vias da cidade, logo após a comunicação da denúncia via telefone.

A unidade policial foi informada da presença de suspeitos em residências vendendo filtros de água e fazendo questionamentos que preocupavam os moradores. Além de fotografar documentos pessoais e endereços, os “vendedores” faziam visitas longas e queriam saber se o morador estava sozinho em casa, se era aposentado ou pensionista, valor da renda, entre outras informações pessoais e financeiras.

De acordo com comandante local da PM, subtenente Idoardo do Carmo Pereira, após a prisão dos suspeitos as vítimas relataram que não era um único vendedor a fazer a visita. E que enquanto um continuava conversava com o morador, “com um papo agradável e cativante”, o outro saia da casa, já levando consigo as fotos da documentação.

Esse vendedor que saia da casa estaria usando a documentação de vítima para gerar boletos e até fazer empréstimos bancários no valor de R$ 3 mil, segundo comandante do Núcleo da PM. Esse seria o valor da dívida supostamente contraída com a compra do filtro.

O subtenente Do Carmo disse que ao serem abordados pelos policiais os “vendedores” não conseguiram explicar qual era o valor do filtro e porque estavam cobrando R$ 3 mil.

No Boletim de Ocorrência das prisões foram listadas quatro vítimas, porém mais de 20 compareceram a delegacia denunciando os falsos vendedores. O subtenente explicou que decidiu levar a publico a venda suspeita de filtros usando uma emissora de rádio local e isso fez com que dezenas de pessoas fossem até a delegacia.

Os seis suspeitos e todo o material apreendido ficaram à disposição da Delegacia de Polícia de Barra do Bugres, a 44 quilômetros de Denise.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

Fonte: PM MT

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Ação da Polícia Civil em parceria com PRF resulta na apreensão de 186 quilos de pasta base

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio de investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso apreenderam um carregamento de 180 tabletes de pasta base de cocaína e prenderam uma pessoa em flagrante no município de Ipiranga do Norte.

O carregamento, que totalizou 186,36 quilos do entorpecente, foi apreendido na manhã desta quinta-feira (30) após os policiais abordarem um veículo Ford F350 que seguia de Ipiranga do Norte para Sorriso.

No momento da abordagem, o veículo trafegava sem a placa dianteira e o condutor, de 31 anos, informou que havia saído de Juara e seguiria para a cidade de Itaberaí, no interior de Goiás. Contudo, o homem estava bastante nervoso ao ser abordado e os policiais iniciaram os procedimentos de busca no veículo e identificaram um fundo falso preparado sob a carroceria do compartimento de carga, onde estavam os tabletes da droga.

Após receber voz de prisão, o suspeito relatou aos policiais que fez o transporte de drogas em duas ocasiões anteriores e que em cada uma das viagens recebeu o valor de R$ 15 mil.

 

O delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, explica que a apreensão é fruto de uma  investigação que já vinha em andamento na unidade policial e contou com a parceria da PRF para que fosse possível abordar e prender o condutor do veículo e a droga. “Essa parceria que estamos firmando com a PRF para que possamos reforçar a atuação em prol da segurança pública de nosso estado e no combate ao tráfico de entorpecentes”.

Após a abordagem, o veículo com a droga e o traficante preso foram encaminhados em escolta até a sede da DRE em Cuiabá.

 

 

O diretor de Atividades Especiais da Polícia Civil, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, destaca a interação da DRE com as instituições, que tem resultado em apreensões constantes e trabalho investigativo de repressão ao crime de tráfico de entorpecentes. “A repressão qualificada ao tráfico de drogas no estado é constante, inclusive no tráfico doméstico, e a integração com as forças de segurança vem dando a resposta esperada pela sociedade”, destaca o diretor.

 

Fonte: PJC MT

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