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Mato Grosso apresenta manejo florestal sustentável no Rio Grande do Sul

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O potencial mato-grossense para produção de madeira nativa dentro dos preceitos da legalidade e valorizando a floresta em pé foi apresentado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) aos empreendedores do setor moveleiro. A exposição foi feita pela secretária de Estado Mauren Lazzaretti na quinta-feira (28) em Workshop realizado na Feira Internacional de Máquinas, Matérias-Primas e Acessórios para a Indústria Moveleira (FIMMA Brasil) 2019.

O manejo florestal sustentável garante a floresta em pé por pelo menos 25 anos, uma vez que a exploração só pode ser realizada após autorização da Sema e com averbação do compromisso na matrícula do imóvel. Iniciada a retirada seletiva das árvores, que necessita de estudos técnicos para ocorrer, o empreendedor pode explorar a mesma área novamente após 25 anos ou caso comprove que o incremento da floresta foi igual ou superior ao volume retirado. Mato Grosso possui 3,7 milhões de hectares de floresta nativa sob manejo florestal sustentável e a meta é atingir 6 milhões de hectares até 2030 por meio de ações de fomento do Instituto Produzir, Conservar e Incluir (PCI).

“Além de mostrar que o manejo florestal sustentável é uma estratégia de Mato Grosso para manter e valorizar a floresta amazônica, apresentamos toda a cadeia necessária de licenças para comercialização de produtos florestais. Esse trabalho de disseminação dessas informações está sendo realizado dentro da estratégia de desmistificar o risco associado à madeira nativa, resgatar a credibilidade da Sema e melhorar a visão do Brasil e do mundo em relação ao nosso Estado”, pontuou Mauren.

O fluxo da legalidade da madeira inicia pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR), e passa pela emissão de títulos de licença florestal, autorização florestal (Autex, AEF e AD) para que o manejo florestal sustentável posa ser feito. Na fase de beneficiamento, as indústrias devem passar pelo licenciamento trifásico (LP, LI e LO) e os consumidores da madeira devem estar regularizados junto ao CC-Sema (Sistema de Cadastro de Consumidores de Produtos Florestais). Atualmente, existem 801 empreendimentos que realizam beneficiamento, desdobro e industrialização da madeira cadastrados no CC-Sema. Entre as espécies mais comercializadas em 2018, estão o Cambará, Cedrinho e Cupiúba.

Os procedimentos são feitos no Sisflora, que ganhará uma nova versão, e estão integrados ao Sistema Nacional de Controle de Origem de Produtos Florestais (Sinaflor) permitindo o acompanhamento e monitoramento da cadeia de custódia da madeira tanto pelo mercado consumidor, quanto pelos órgãos de controle e fiscalização. A autenticidade dos documentos emitidos pela Sema pode ser verificada no Portal Transparência da Secretaria (http://transparencia.sema.mt.gov.br).

O Workshop FIMMA Florestal foi realizado com apoio da Associação Gaúcha de Empresas Florestais (Ageflor), Sindimadeira e o patrocínio do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Matogrosso (Cipem). Os empreendedores também tiveram a oportunidade de ouvir o arquiteto José Afonso Botura Portocarrero, que tratou do tema ‘A madeira e o mundo’. Conceituado em seu segmento de trabalho e premiado em 2018 com o Breeam Awards, da Building Research Establishment BRE, a mais antiga e conceituada certificadora em sustentabilidade da Europa, o matogrossense é um entusiasta no uso da madeira como matéria-prima em edificações. “Ela (a madeira) é um produto mais sustentável, um dos mais recicláveis que existe. Então, inovar com madeira dá possibilidades imensas”, argumentou.

Fonte: GOV MT
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Seduc vai entregar kits para reforçar escolas indígenas estaduais

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As 71 escolas indígenas da rede estadual de ensino serão contempladas com um “kit utensílio” com 27 itens para a cozinha das unidades escolares, passando por materiais para os alunos E para o imóvel. Serão 99 kits que atenderão também as salas anexas das escolas indígenas. O anúncio foi feito durante o Encontro de Diretores das Escolas Estaduais Indígenas, realizado no Hotel Fazenda em Cuiabá, pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Segundo o secretário Adjunto Executivo Alan Porto, a aquisição está na fase de formação de preços na Superintendência de Aquisições (Suaq) da Seduc e o prazo para a entrega, sem intercorrências, é de 100 dias.

“Esse prazo de 100 dias se encerra no início de junho. É o tempo de estar chegando nas escolas indígenas. E se a escola tiver salas anexas, vai receber mais de um kit”, destaca.

Além do kit, Alan Porto anunciou o repasse do recurso complementar de cerca de R$ 6.100 para cada escola. Esse montante não impede a unidade escolar solicitar também a verba emergencial.

“Apesar de nossas escolas indígenas serem um desafio de logística, vamos entregar no prazo. Para chegar em algumas unidades escolares, além do asfalto, utilizamos estrada de chão e também navegação fluvial”, assinala.

O anúncio foi bem recebido pelos diretores. É o caso do diretor Nilson do Carmo Kayabi, da EEI Juporijup, no município de Juara (a 709 quilômetros a médio-norte da Capital), que ficou satisfeito ao saber que está na lista dos contemplados.

“Esse kit será de suma importância para nossa escola, pois teremos um atendimento melhor para nossos alunos. Agora já temos onde servir a alimentação escolar”, comemora.

O assessor pedagógico Vanderlei Carvalho, do município de Juara (a 709 quilômetros a médio-norte da Capital) acredita que os kits vão refletir no trabalho dos professores e no aprendizado dos alunos. “A alimentação escolar flui para o aprendizado. Com os kits, o resultado será o melhor possível”, frisa.

Vanderlei lembra que as escolas colocam esse material no plano de ação, mas nunca chegam às escolas. “Com a garantia da entrega, vai dar uma alavancada no trabalho, desde o administrativo ao pedagógico, um reforço no aprendizado”, explica.

Kit completo

Para o kit utensílio, as escolas indígenas receberão bacia, caldeirão, canecões, assadeiras, canecas, panelas, colheres entre outros.

Dentro desse kit, haverá também conjuntos da alimentação escolar para os alunos: garfo, cumbuca e caneca, todos em polipropileno. Algumas escolas receberão também bebedouro e ventiladores.

Fonte: GOV MT
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Mais de 15 mil pessoas são atendidas pelo projeto ‘Bairro Integrado’

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Em nove edições do projeto “Bairro Integrado”, realizadas em 2019 nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Sinop, mais de 15 mil pessoas foram atendidas com prestação de serviços gratuitos, palestras educativas e entretenimento. Promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, e demais parceiros, a ação contempla crianças e adolescentes da rede pública de ensino regular de Mato Grosso.

Ainda no período de janeiro a dezembro, mais de 1.400 atendimentos foram feitos em prol da população. Dentre os serviços prestados estão: atendimento com a Defensoria Pública (230), Assistência Social e Cidadania (381), orientação jurídica (08), Boletins de Ocorrência (42), confecção de Cadastro de Pessoa Física (87), segunda via de documentos – nascimento, casamento e óbito (72), confecção de Registro Geral (100), atendimentos diversos na área de saúde (210) e fisioterapia (93) e de corte de cabelo (131).

Em 2020, a primeira edição do projeto será realizada em maio, no município de Mirassol D’Oeste (295 km ao Oeste de Cuiabá). Além dos serviços, os profissionais da segurança pública realizam palestras sobre cidadania, prevenção às drogas, bullying, educação no trânsito e meio ambiente. Aos estudantes também estão disponíveis estandes com exposições de equipamentos de uso da polícia.

O coordenador da Polícia Comunitária, tenente-coronel PM Sebastião Carlos Rodrigues da Silva, destaca que neste ano o projeto será ampliado. “Nosso trabalho está focado na prestação de serviço para a população, mas também queremos discutir a segurança pública com as lideranças dos Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança Pública). Este fortalecimento vai permitir ainda mais avanços para o projeto”, ressalta.

Além das forças de segurança – Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Politec, Detran, Gefron e Ciopaer – outros órgãos e secretarias também são parceiros, a exemplo da Secretaria de Trabalho Assistência Social e Cidadania (Setasc), Defensoria Pública, Assembleia Legislativa (ALMT) e Secretaria Municipal de Saúde.

Dentre as unidades de educação que já receberam o projeto “Bairro Integrado” estão as escolas estaduais Mário de Castro (Pedra 90), Malik Didier (Pedra 90), Ana Maria do Couto (CPA II), Nadir de Oliveira (Várzea Grande), Leovergildo de Melo (CPA III), 09 de Julho (Água Boa), Armando Dias (Sinop), Dejani Ribeiro (Jardim Vitória) e Ubaldo Monteiro da Silva (Várzea Grande).

Fonte: GOV MT
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