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Mapa trabalha para implementar medidas da adesão ao Esquema de Frutas e Hortaliças da OCDE

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Impactos no comércio nacional e internacional da adesão do Brasil ao Esquema de Frutas e Hortaliças da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), como abertura de novos mercados e melhoria do controles de qualidade desses produtos foram discutidos em seminário internacional, realizado nos últimos dias 6 e 7, em São Paulo.

As ações de responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) relacionadas à participação no grupo da OCDE, visam o alinhamento das normas nacionais às regulamentações internacionalmente reconhecidas. Sempre, observadas as características de perecibilidade e de diversidade dos produtos hortícolas, cujos desafios são históricos e requerem a ação coordenada entre os setores envolvidos, desde o produtor até o consumidor final, explica Fatima Parizzi, coordenadora geral de qualidade vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do ministério.

O status do país, como membro do Esquema de Frutas e Hortaliças, viabiliza a adoção de procedimentos de certificação preconizados pela OCDE, favorecendo o disciplinamento do mercado interno e a abertura de novos mercados.

O Seminário Internacional “Esquema de frutas e hortaliças da OCDE, perspectivas e oportunidades para o comércio internacional” foi realizado pelo Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal. O objetivo foi promover e esclarecer a adesão do Brasil ao Esquema OCDE de frutas e hortaliças, tanto para agentes públicos quanto privados, atendendo recomendações do relatório de avaliação de especialistas da OCDE, após visita técnica ao Brasil, no ano passado, em cumprimento aos protocolos de adesão.

Participaram do evento representantes dos setores público e privado, do Brasil e de outros países, como Bélgica, França, Espanha e África do Sul.

A OCDE é uma organização internacional de países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de mercado. Busca fornecer uma plataforma para comparar políticas econômicas, solucionar problemas comuns e coordenar políticas domésticas e internacionais. A maioria dos membros é composta por economias com  elevados PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano, considerados países desenvolvidos.

Apesar do Brasil não ser um país membro, pode fazer parte de projetos individuais, como por exemplo, o Eesquema de Frutas e Hortaliças.

Guy Lambrechts, especialista sênior em Mercado e Cadeia de Abastecimento Agroalimentar do Ministério da Agricultura em Flandres, na Bélgica, ressaltou que o processo de importação de países membros do esquema de frutas e hortaliças OCDE é mais ágil e envolve menores custos de inspeção.

Mais informações à Imprensa
Coordenação Geral de Imprensa
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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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