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Mapa faz estudos para normatização de derivados de coco

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Durante reunião nesta quinta-feira (14) com dirigentes da Associação Nacional de Produtores de Coco (Abracoco) e representantes do setor, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que já estão sendo feitos estudos para atender demanda relacionada à normatização de medidas para a produção de derivados do produto.

A ministra recebeu pedido para que seja padronizada a industrialização garantindo, assim, maior qualidade. Uma das alegações é de prejuízo que seria causado principalmente pela entrada de produtos importados da Ásia no país. E, em razão disso, áreas de plantação do fruto estariam diminuindo.

Dados do IBGE mostram redução de 38 mil hectares na área de plantio entre 2012 e 2018. Tereza Cristina se mostrou solidária com as reivindicações. Disse que tem ouvido as “agruras” enfrentadas e explicou que um trabalho minucioso tem sido desenvolvido no ministério na modernização de normas. “Aqui nós estamos fazendo pequenas coisas que geram grandes resultados. A gente vem trabalhando diuturnamente mudando, modernizando regras, acabando com coisas que estão muito antigas e defasadas”.

De acordo com projeções do mercado mundial, a expectativa é de que o mercado internacional de derivados de coco movimente US$ 11,5 bilhões. O presidente da Abracoco, Reinaldo Ribeiro, disse ter esperança de que o setor se organize para que o Brasil faça parte desse mercado.

O Brasil está entre um dos maiores produtores do mundo, sendo a maior parte oriunda do Nordeste (80%). Todos os anos, 1,6 bilhão de frutos do coco chegam ao mercado em forma de água.

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Acesse a matéria da Rádio Mapa

 

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Fonte: MAPA GOV
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Mapa recebe a ministra da Indústria, Comércio e Investimento da Nigéria

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O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Orlando Leite Ribeiro, recebeu, na manhã desta terça-feira (26), a ministra da Indústria, Comércio e Investimento da Nigéria, Hajiya Aisha Abubakar. No encontro, foram apresentadas formas de intensificar a cooperação bilateral, com foco na internacionalização de empresas brasileiras e na integração de cadeias produtivas de valor. Foram discutidas possíveis aberturas de mercado para produtos que poderão ser usados como insumos na Nigéria.

A ministra Abubakar estava acompanhada do embaixador de seu país, além de outras autoridades que vieram do país africano a fim de se encontrar com representantes do Governo Federal. Do lado brasileiro, também estavam presentes os secretários adjuntos de Comércio e Relações Internacionais, Flávio Bettarello, e de Agricultura Familiar e Cooperativismo, e Sérgio Benevides, Chefe da Divisão da África Central e Ocidental do Ministério das Relações Exteriores, entre outras autoridades.

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Fonte: MAPA GOV
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Evento internacional sobre seguro agropecuário vai tratar da fruticultura

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O diretor de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Loyola, estará nos dia 3 e 4 de abril, em Curitiba (PR), para o seminário técnico e internacional da Associação Latino Americana para o Desenvolvimento do Seguro Agropecuário (Alasa), focado em seguro rural para frutas.

No dia 3 (quarta-feira), Loyola participa da abertura do evento e do painel “Políticas Públicas de Subsídio ao Seguro Agrícola no Brasil”. “O Ministério da Agricultura tem interesse em disseminar a cultura da gestão de riscos agropecuários no país e o seminário técnico da Alasa é uma oportunidade para que os participantes adquiram conhecimento dos modelos e experiências internacionais em relação ao seguro agrícola de frutas, que tem condições especiais de cobertura e na avaliação de perdas dessas atividades”, salienta o diretor.

No Brasil, as apólices de seguro rural contratadas para as frutas no último ano totalizaram R$ 66,84 milhões, correspondendo a 18% do valor total subvencionado pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). As frutas representaram 18% das apólices contratadas (11,6 mil, no total de 63,5 mil apólices), 1% da área segurada (48,9 mil ha, no total de 4,7 milhões de ha) e 11% do valor segurado pelo PSR (R$ 1,43 bilhão, no total de R$ 12,59 milhões).

As frutas que mais demandaram subvenção de apólices de seguro rural foram maçã (R$ 33,39 milhões ou 50%) e uva (R$ 25,54 milhões ou 38%), principalmente nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

O evento, além de servir de encontro para empresas de seguros e resseguros, é uma importante ferramenta para promover o seguro agrícola como um insumo básico para o produtor rural, que permite proteger e tem apoio financeiro contra as diversas contingências que podem ameaçar a lavoura.

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Mais informações à Imprensa
Coordenação-geral de Comunicação Social
Inez De Podestà
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Fonte: MAPA GOV
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