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Saúde

Mais de 20 Polos de Curativos para lesões serão implantados em São Paulo

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Reprodução/ Bionext

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Em uma ação dedicada à saúde dos paulistanos, a Prefeitura de São Paulo vai implantar 26 Polos de Curativos para lesões de maior complexidade nesta quinta-feira (14). As unidades serão dedicadas a casos de úlceras, lesões vasculogênicas e as causadas por doenças raras e pés diabéticos. No evento de lançamento, a gestão também vai apresentar o Manual de Padronização de Curativos e o Protocolo de Feridas.

Os 26 polos abrangem as seis Coordenadorias Regionais de Saúde (Centro, Leste, Norte, Oeste, Sudeste e Sul) e os atendimentos vão acontecer em 13 Hospitais Dia (HDs), seis Assistências Médicas Ambulatoriais de Especialidades (AMAs-Es), três Ambulatórios de Especialidades (AEs) e quatro Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A gestão ressalta que desde 20 de setembro, seis polos-pilotos estão em atividades nos HDs M’Boi Mirim I, Lapa, São Mateus e Brasilândia, no AE Ceci e na UBS Santa Cecília.

Cada uma dessas unidades conta com um enfermeiro estomaterapeuta, área de especialização em feridas, e materiais com tecnologias regeneradoras. “Saímos de dez para 23 tecnologias”, destaca a analista de saúde-enfermeira Christini Aparecida Pernela Di Onofre, que integra a Comissão Especial de Análise e Padronização de Curativos Médicos em Geral da SMS. De acordo com ela, as novas tecnologias utilizadas nos polos aceleram processos de cicatrização e hidratação da pele. 


Através da Secretaria Municipal de Saúde, a prefeitura da cidade investiu cerca de R$ 18,8 milhões em recursos materiais, como curativo carboximetilcelulose com prata (age contra os micro-organismos e absorve secreções), curativo membrana de celulose porosa (indicada para o tratamento de queimaduras) e malha tubular rede têxtil para fixação de curativos. A contratação dos profissionais de saúde ficou a cargo dos parceiros que administram as unidades.

Confira abaixo onde será oferecido o atendimento especializado:

– Coordenadoria Regional Sul:

HD Cidade Ademar

HD M´Boi Mirim I

HD Capela do Socorro

AMA-E Capão Redondo

AMA-E Parque Santo Amaro

UBS Parelheiros

UBS Paraisópolis III

– Coordenadoria Regional Oeste

HD Lapa

HD Butantã

– Coordenadoria Regional Centro

UBS Santa Cecília

UBS Cambuci

– Coordenadoria Regional Sudeste

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HD Vila Prudente

HD Penha

HD Mooca

AMA-E Vila Mercês

AE Ceci

– Coordenadoria Regional Norte

AE Peruche

HD Freguesia do Ó/Brasilândia

AMA-E Perus

AMA-E Vila Zatti

HD Vila Guilherme

AE Tucuruvi

– Coordenadoria Regional Leste

HD da Rede Hora Certa – São Mateus

HD São Miguel

AMA-E Itaquera

HD Itaim

Serviço:

Lançamento dos Polos de Curativos, Manual de Padronização de Curativos e Protocolo de Feridas 

Data: 14 de outubro

Horário: 9h

Local: Auditório do 1° andar da Uninove Vergueiro (Rua Vergueiro, 235)

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pandemia afetou ciclo menstrual de 77% das mulheres

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Pesquisa sobre ciclo menstrual na pandemia foi feito pela UFLA
Pixabay

Pesquisa sobre ciclo menstrual na pandemia foi feito pela UFLA

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostrou como a pandemia influenciou no ciclo menstrual das mulheres brasileiras. Entre as entrevistadas, 77% relataram alterações no ciclo menstrual desde março do ano passada.

Para a análise dos sintomas, as mulheres foram divididas em dois grupos: quem já foi infectada pela covid-19, e quem não pegou a doença.

Entre as que não tiveram covid-19, 98% relataram as alterações no ciclo, aumento de estresse, ansiedade, nervosismo e insônia. A maioria esmagadora das mulheres que apresentaram reflexos na saúde mental (90%) apresentaram alterações no ciclo, o que pode indicar relação entre os fatores. Já no grupo das mulheres que teve a doença, 80% tiveram alterações na menstruação.

O efeito, segundo o professor Bruno Del Bianco, que coordena o estudo, foi maior em mulheres de 18 a 24 anos. “É possível que isso se deva ao fato de elas não terem ainda ingressado ou se estabilizado na carreira, nem consolidado outros aspectos da vida, o que traz maior insegurança e incertezas sobre o futuro e o que poderá acontecer após a pandemia”, analisa.

Borges, que também coordena o Programa de Pós-Graduaçãoe m Ciências da Saúde, os dados são preocupantes, pois podem, em um cenário pós-pandemia, interferir na saúde reprodutiva das mulheres.

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“Os efeitos da pandemia sobre a saúde mental, ciclo menstrual e libido sugerem um possível efeito negativo sobre a função reprodutiva da mulher, o que pode interferir na fertilidade, mesmo que em caráter momentâneo. Estudos demonstram que pandemias e epidemias anteriores causaram efeitos adversos sobre o organismo feminino por até dois anos após a crise sanitária”, explica.

“A avaliação mais profunda dos nossos resultados depende de outras investigações, já que várias perguntas surgem a partir desses dados. Estaria havendo um real impacto sobre a fertilidade das mulheres neste momento? É preciso seguir com novos estudos”.

Outro aspecto que chamou atenção do grupo de estudos foi o pouco conhecimento das entrevistadas sobre o próprio ciclo menstrual.

“Percebemos, pelas respostas, que muitas mulheres não conheciam suficientemente seu próprio ciclo. Esse também é um indicador que merece atenção de outras pesquisas e dos programas de saúde da mulher, já que a mulher precisa ter um conhecimento básico de seu corpo para identificar situações anormais que podem afetar sua saúde reprodutiva.”

O estudo é o ponto de partida para investigações que podem subsidiar políticas públicas de saúde para mulheres.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Pfizer: Vacina é 91% eficaz em crianças de 5 a 11 anos

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Eficácia da Pfizer está sendo testada em crianças nos EUA
Reprodução: ACidade ON

Eficácia da Pfizer está sendo testada em crianças nos EUA

Um estudo publicado hoje pela Pfizer aponta que a vacina contra covid-19 da farmacêutica é segura em crianças de 5 a 11 anos, e apresentam cerca de 91% de eficácia nessa faixa etária.

Os Estados Unidos estão avaliando abrir a vacinação para esse público, e segundo a Associated Press, a aplicação pode começar já no próximo mês se o imunizante for aprovado pelas autoridades sanitárias.

O FDA, uma espécie de Anvisa do país, vai publicar seu parecer independente sobre os dados de segurança e eficácia da empresa no final do dia.

As evidências apresentadas pela Pfizer serão debatidos publicamente pelos consultores do FDA na próxima semana. Para manter as crianças na escola, a expectativa é de que a faixa etária de vacinação possa ser estendida – atualmente, maiores de 12 anos já podem se vacinar.

Fonte: IG SAÚDE

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