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Mãe usa vibrador para aliviar congestão no peito de bebê

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Uma mãe está fazendo sucesso nas redes sociais por ter usado um vibrador para aliviar a congestão no peito da sua filha. A página “Melons and Cuties”
compartilhou uma foto onde a criança aparece deitada de costa no colo da sua mãe enquanto ela segura um brinquedo sexual vibrando nas costas da garotinha.

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Mãe usa vibrador para aliviar congestão no peito do bebê e método viraliza nas redes sociais
Reprodução/Instagram
Mãe usa vibrador para aliviar congestão no peito do bebê e método viraliza nas redes sociais

“Uma mãe compartilhou sua receita para a gestão no peito. Use um vibrador
nas costas do bebê!! Brilhante!!!”, diz a legenda da foto. O uso do brinquedo sexual para aliviar o desconforto da criança foi tão inusitado que mais de 10 mil pessoas comentaram na publicação, além das outras 7,6 mil que compartilharam a dica.

Nos comentários, muitas mães acharam a dica engraçada e acharam que ela foi esperta em usar o brinquedo sexual
para este fim. “Hilário! Uma representação brilhante de como a maternidade requer que você seja engenhosa!”, escreveu uma usuária.

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“Só porque um objeto é usado com um propósito sexual na maior parte do tempo, não significa que essa seja a única coisa que você pode fazer com ele”, disse outra. “Eu me lembro da primeiro que meu filho encontrou o meu vibrador. Não sei por que, mas pensei em dizer a ele que era para congestão no peito
”, brincou uma mãe.

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Diante dos comentários, a página acrescentou: “Obrigada a todos pelos comentários de apoio. É bom ver as mães encorajadas a usar o que está ao alcance delas para ajudar no bem-estar dos filhos sem se envergonhar disso”.

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Outras dicas além do vibrador


O movimento do vibrador ajuda a limpar as vias respiratórias; além disso, outros métodos ajudam a aliviar o incômodo
shutterstock
O movimento do vibrador ajuda a limpar as vias respiratórias; além disso, outros métodos ajudam a aliviar o incômodo

Usar um brinquedo sexual para aliviar a dor do bebê pode parecer algo estranho a princípio. No entanto, o método não é tão incomum assim. De acordo com a página que fez a publicação, médicos costumam recorrer às vibrações para limpar as vias respiratórias, mas, claro, sem usar produtos eróticos.

Além do vibrador
, é possível usar outros métodos para aliviar a congestão no peito do bebê. Como fazer infusões com ervas ou óleos essenciais, compressas quentes, ou usar um umidificador à noite no quarto da criança.

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Mãe se recusa a dar fórmula, consegue leite materno no Facebook e ignora riscos

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A dona de casa Joanne Campbell, de 32 anos, ficou arrasada quando percebeu que não poderia amamentar seu filho, Hayden, que agora tem seis meses. O menino nasceu com a língua presa e, nesse caso, é difícil para o bebê conseguir sugar o leite materno, pois existe uma pele que conecta a língua ao fundo da boca.

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Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook
shutterstock
Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook


A mãe, que vive em Sydney, na Austrália, não queria dar fórmula para o seu bebê, pois percebeu que ele estava tendo muitas cólicas. Foi então que ela resolveu procurar no Facebook mães que estivessem dispostas a doar leite materno
, já que o dela havia secado.

Depois de encontrar diversos grupos de apoio online, Joanne passou a pegar doações de leite para dar ao filho, ignorando todos os riscos que isso pode trazer para ele, já que ela não sabe o leite está propício para o bebê e se foi armazenado de forma correta.

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A australiana passou a receber cerca de um litro de leite por dia que é doado gratuitamente por mães que ela encontrou em grupos do Facebook
. Ela pega os sacos de leite congelados e afirma que não poderia estar mais feliz com a experiência.

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“Eu descobri esses grupos do Facebook em que mães doam leite antes de dar à luz. Eu estava esperando para doar meu próprio leite para ajudar os outros, mas eu não tinha ideia de que eu mesma precisaria”, relata.

Doação de leite materno


A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho
shutterstock
A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho


Depois de escrever meu primeiro post sobre a necessidade de leite para o filho, a mãe passou a receber inúmeras mensagens de muitas mulheres que estavam dispostas a ajudar. “Fui à casa de uma mulher para pegar meu primeiro lote de leite congelado e, desde então, usei o leite de outras sete doadoras, tudo para não dar lei em pó para Hayden”, afirma.

Joanne guarda o leite que recebe no freezer e descongela diariamente, pois o filho
precisa de cerca de um litro por dia. “Algumas pessoas acham que é nojento e não entendem por que compartilhamos fluido corporal humano com outra pessoa, mas acho isso normal agora”, garante.

A mãe sabe que existem riscos, mas tem confiança nas mulheres que conhece pela rede social. “Há algumas doenças bacterianas que o bebê pode pegar com o leite materno, mas não acredito que nenhuma das mães dos grupos do Facebook doaria seu leite se tivessem algo que pudesse prejudicar outro bebê. Hayden se beneficiou muito com o leite de outras mulheres”.

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A atitude de doar leite materno
é muito nobre, mas buscar por isso nas redes sociais pode ser algo arriscado e perigoso para o bebê. Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde realiza uma campanha que incentiva a doação e, segundo informações do portal oficial do governo, todo leite é analisado, pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade. Esse leite é destinado apenas a hospitais e maternidades, a distribuição pessoal vai conta à legislação.

Fonte: IG Delas
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Mãe de cinco faz transplante de útero para ajudar desconhecida a engravidar

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Uma mãe de cinco filhos, que sofreu durante anos por não conseguir engravidar, decidiu oferecer à outra mulher a chance de ser mãe por meio de um transplante de útero. Aprill Lane passou por um difícil processo para conseguir ficar grávida. Tudo porque, anos atrás, ela e seu marido Brian foram diagnosticados com uma “infertilidade inexplicável”.

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Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher
shutterstock
Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher


Receber esse diagnóstico foi extremamente frustrante e, infelizmente, ainda é comum casais sem nenhum problema de saúde aparente não conseguirem ter filhos. O casal tentou engravidar por meio da fertilização in vitro e como o procedimento não foi bem sucedido, ele adotaram uma criança. Nessa época, eles não conheciam o transplante de útero
.

Pouco tempo depois, Aprill ficou grávida de duas meninas por meio de outra fertilização in vitro
. Depois, ela conseguiu ficar grávida mais duas vezes. “A infertilidade, além dos efeitos físicos, afeta seu emocional e sua vida social de uma forte maneira”, diz a mãe em entrevista a “ABC News”.

Após passar por tudo isso, a mãe só pensava que se eu pudesse fazer algo para ajudar outra pessoa a aliviar um pouco dessa agonia, ela faria. Foi então que ela resolveu colaborar na administração de um grupo de apoio à infertilidade e iniciou estudos para ajudar as mulheres a pagar por tratamentos caros para engravidar.

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Com os estudos, a mãe descobriu que a Baylor University Medical Center, no Texas, Estados Unidos, estava realizando ensaios clínicos para fazer transplantes de útero. Aprill e o marido sabiam que construção familiar deles tinha sido resolvida, mas eles ainda sentiam a necessidade de ajudar efetivamente outra pessoa a construir uma família.

A mãe resolveu entrar em contato com a universidade e logo foi selecionada para fazer a cirurgia. Nos Estados Unidos, só pode fazer esse tipo de transplante as mulheres que nasceram sem o útero ou que tiveram câncer ou outras malformações causadas por alguma infecção ou danos causados ​​por abortos.

Curiosamente, após o transplante, o útero não fica com a mulher receptora durante toda a vida. Depois que ela dá a luz a um ou dois filhos, o útero é removido para que ela não precise passar a vida inteira tomando medicamentos fortes contra a rejeição.

Como foi o transplante de útero?


O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família
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O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família


Aprill pagou por sua própria viagem, pegou folga no trabalho e fez todo o processo pré-operatório para realizar a cirurgia. Ela foi a 15º pessoa a realizar o transplante na universidade. A cirurgia, que durou nove horas, foi bem sucedida. Uma vez que seu útero foi removido, ele foi inspecionado para garantir que fosse uma combinação perfeita para a receptora antes de ser implantado.

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“A história dela é incrível por si só, porque ela era uma dessas mulheres quando ela não podia ter filhos. Ela conhece a luta muito de perto, sabe o que essas mulheres passam”, diz a cirurgiã Liza Johannesson, que foi responsável pelo transplante.

Para Aprill, essa cirurgia tem um grande significado porque ela está muito envolvida com as questões de infertilidade
. “Por mais de uma década, meu objetivo tem sido ser um sistema de apoio para uma comunidade muitas vezes incompreendida. Ver a minha mensagem de esperança tendo uma resposta foi incrível.”

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A mulher que recebeu o transplante de útero
permanece em anonimato. Normalmente, os doadores e receptores não se conhecem até a cirurgia acontecer e é precisso esperar um tempo para isso. Outro detalhe é que esse encontro só acontece se quem doou e quem recebeu o útero realmente quiser se conhecer.

Fonte: IG Delas
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