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Mãe perde barriga 10 semanas após parto e mostra reais transformações no corpo

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Uma gravidez costuma gerar notáveis transformações no corpo de uma mulher e é justamente isso o que uma jovem mãe de dois filhos quis mostrar a seus seguidores no Instagram. A australina Nicole Knight, de 25 anos, deu à luz há 10 semanas e já conseguiu voltar a ter uma barriga chapada, mas resolveu gravar um vídeo para expor aquilo que as fotos não mostram.


Nicole Knight mostrou no Instagram como ficou sua barriga 10 semanas após da sua segunda gravidez
Reprodução/Instagram
Nicole Knight mostrou no Instagram como ficou sua barriga 10 semanas após da sua segunda gravidez

A australiana sabe que olhar uma foto e ver a barriga
 dela já chapada em tão pouco tempo depois do nascimento do segundo filho é algo impressionante, mas ela mostra que ficou com um excesso de pele e, como não dá para ver isso na foto, ela resolveu gravar um vídeo para revelar como a barriga realmente está.


Nicole Knight estica a pele da barriga para mostrar que, apesar dos músculos aparentes, a gravidez deixou marcas em seu corpo
Reprodução/Instagram/@nicoleknightt
Nicole Knight estica a pele da barriga para mostrar que, apesar dos músculos aparentes, a gravidez deixou marcas em seu corpo

“Ainda tenho muito excesso de pele e é bem provável que ele fique aqui para sempre. Mas ganhar um pouco de excesso de pele depois de ter dois lindos bebês é uma troca bastante justa. Este post é para mostrar o meu progresso, mas também para mostrar uma pequena consequência [da gestação]. Estou tentando ser o mais real possível”, explica Nicole na legenda da publicação.

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A intenção da australiana é mostrar que é possível voltar a um corpo parecido com o de antes, mas sempre existirão marcas e isso não deve ser um problema. “Estou orgulhosa das mudanças que meu corpo passou. Eu compartilhei a foto e o vídeo para inspirar outras mães, e mostro que não há problema em se colocar em primeiro lugar e cuidar do corpo durante e após a gestação.”

Rotina antes, durantes e após a gravidez para ter a barriga chapada


A rotina de Nicole antes, durante e após a gravidez foi muito regrada e ela sempre buscou se exercitar para manter a barriga
Reprodução/Instagram
A rotina de Nicole antes, durante e após a gravidez foi muito regrada e ela sempre buscou se exercitar para manter a barriga

O excesso de pele
existe, mas Nicole tem consciência de sua  recuperação pós-parto
foi muito rápida. Para ela, isso aconteceu por causa do estilo de vida saudável que optou seguir há um tempo. Antes de engravidar, ela treinava de três a cinco vezes por semana apostando no HIIT (treinamento intervalado de alta intensidade).

Durante a gestação, a mãe continuou ativa e se exercitando de três a cinco vezes por semana, mas fazendo atividades mais leves como uma caminhada ou treino simples na academia. No pós-parto, ela esperou seis semanas antes de voltar a se exercitar de novo e, nesse período, tentava fazer caminhadas algumas vezes por semana.

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“O exercício físico pode fazer maravilhas para sua saúde física e sua saúde mental. Até mesmo uma rápida caminhada de 10 minutos ao redor do quarteirão pode iluminar seu dia. Estou me sentindo muito bem desde que voltei a treinar, recuperando lentamente minha forma física e força”, diz Nicole.  


O conselho que Nicole dá é para que as mulheres aceitem seus corpos e a barriga depois de passar por uma gravidez
Reprodução/Instagram
O conselho que Nicole dá é para que as mulheres aceitem seus corpos e a barriga depois de passar por uma gravidez

O conselho que a australiana dá para outras mães que estão lutando para  aceitar seus novos corpos
é deixar de lado os pensamentos de que precisam voltar a ter um corpo exatamente igual ao de antes da gravidez
. “Tente admirar seu corpo por sua capacidade de passar por essas mudanças e criar uma nova vida”, aconselha.

Ela continua: “Nós, como mulheres, somos tão incrivelmente sortudas que temos a experiência de cultivar nossos bebês e experimentar trazê-los ao mundo. Infelizmente, após a gravidez, nossos corpos mudam para sempre, seja com quadris mais largos, cicatriz de cesariana, estrias ou muita pele solta na barriga
como eu. Mas é muito importante se orgulhar dessas mudanças e ter orgulho de que seu corpo tenha criado essa nova e bela vida”.

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Mãe se recusa a dar fórmula, consegue leite materno no Facebook e ignora riscos

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A dona de casa Joanne Campbell, de 32 anos, ficou arrasada quando percebeu que não poderia amamentar seu filho, Hayden, que agora tem seis meses. O menino nasceu com a língua presa e, nesse caso, é difícil para o bebê conseguir sugar o leite materno, pois existe uma pele que conecta a língua ao fundo da boca.

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Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook
shutterstock
Joanne Campbell não queria dar fórmula para o filho e resolveu buscar leite materno em grupos no Facebook


A mãe, que vive em Sydney, na Austrália, não queria dar fórmula para o seu bebê, pois percebeu que ele estava tendo muitas cólicas. Foi então que ela resolveu procurar no Facebook mães que estivessem dispostas a doar leite materno
, já que o dela havia secado.

Depois de encontrar diversos grupos de apoio online, Joanne passou a pegar doações de leite para dar ao filho, ignorando todos os riscos que isso pode trazer para ele, já que ela não sabe o leite está propício para o bebê e se foi armazenado de forma correta.

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A australiana passou a receber cerca de um litro de leite por dia que é doado gratuitamente por mães que ela encontrou em grupos do Facebook
. Ela pega os sacos de leite congelados e afirma que não poderia estar mais feliz com a experiência.

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“Eu descobri esses grupos do Facebook em que mães doam leite antes de dar à luz. Eu estava esperando para doar meu próprio leite para ajudar os outros, mas eu não tinha ideia de que eu mesma precisaria”, relata.

Doação de leite materno


A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho
shutterstock
A mãe encontrou várias mulheres que se prontificaram a doar leite materno e usa um litro por dia para dar ao filho


Depois de escrever meu primeiro post sobre a necessidade de leite para o filho, a mãe passou a receber inúmeras mensagens de muitas mulheres que estavam dispostas a ajudar. “Fui à casa de uma mulher para pegar meu primeiro lote de leite congelado e, desde então, usei o leite de outras sete doadoras, tudo para não dar lei em pó para Hayden”, afirma.

Joanne guarda o leite que recebe no freezer e descongela diariamente, pois o filho
precisa de cerca de um litro por dia. “Algumas pessoas acham que é nojento e não entendem por que compartilhamos fluido corporal humano com outra pessoa, mas acho isso normal agora”, garante.

A mãe sabe que existem riscos, mas tem confiança nas mulheres que conhece pela rede social. “Há algumas doenças bacterianas que o bebê pode pegar com o leite materno, mas não acredito que nenhuma das mães dos grupos do Facebook doaria seu leite se tivessem algo que pudesse prejudicar outro bebê. Hayden se beneficiou muito com o leite de outras mulheres”.

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A atitude de doar leite materno
é muito nobre, mas buscar por isso nas redes sociais pode ser algo arriscado e perigoso para o bebê. Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde realiza uma campanha que incentiva a doação e, segundo informações do portal oficial do governo, todo leite é analisado, pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade. Esse leite é destinado apenas a hospitais e maternidades, a distribuição pessoal vai conta à legislação.

Fonte: IG Delas
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Mãe de cinco faz transplante de útero para ajudar desconhecida a engravidar

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Uma mãe de cinco filhos, que sofreu durante anos por não conseguir engravidar, decidiu oferecer à outra mulher a chance de ser mãe por meio de um transplante de útero. Aprill Lane passou por um difícil processo para conseguir ficar grávida. Tudo porque, anos atrás, ela e seu marido Brian foram diagnosticados com uma “infertilidade inexplicável”.

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Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher
shutterstock
Aprill Lane teve dificuldade para engravidar, por isso, decidiu fazer um transplante de útero para ajudar outra mulher


Receber esse diagnóstico foi extremamente frustrante e, infelizmente, ainda é comum casais sem nenhum problema de saúde aparente não conseguirem ter filhos. O casal tentou engravidar por meio da fertilização in vitro e como o procedimento não foi bem sucedido, ele adotaram uma criança. Nessa época, eles não conheciam o transplante de útero
.

Pouco tempo depois, Aprill ficou grávida de duas meninas por meio de outra fertilização in vitro
. Depois, ela conseguiu ficar grávida mais duas vezes. “A infertilidade, além dos efeitos físicos, afeta seu emocional e sua vida social de uma forte maneira”, diz a mãe em entrevista a “ABC News”.

Após passar por tudo isso, a mãe só pensava que se eu pudesse fazer algo para ajudar outra pessoa a aliviar um pouco dessa agonia, ela faria. Foi então que ela resolveu colaborar na administração de um grupo de apoio à infertilidade e iniciou estudos para ajudar as mulheres a pagar por tratamentos caros para engravidar.

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Com os estudos, a mãe descobriu que a Baylor University Medical Center, no Texas, Estados Unidos, estava realizando ensaios clínicos para fazer transplantes de útero. Aprill e o marido sabiam que construção familiar deles tinha sido resolvida, mas eles ainda sentiam a necessidade de ajudar efetivamente outra pessoa a construir uma família.

A mãe resolveu entrar em contato com a universidade e logo foi selecionada para fazer a cirurgia. Nos Estados Unidos, só pode fazer esse tipo de transplante as mulheres que nasceram sem o útero ou que tiveram câncer ou outras malformações causadas por alguma infecção ou danos causados ​​por abortos.

Curiosamente, após o transplante, o útero não fica com a mulher receptora durante toda a vida. Depois que ela dá a luz a um ou dois filhos, o útero é removido para que ela não precise passar a vida inteira tomando medicamentos fortes contra a rejeição.

Como foi o transplante de útero?


O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família
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O transplante de útero deu tudo certo e Aprill se sente feliz por saber que pode ajudar outra pessoa a formar uma família


Aprill pagou por sua própria viagem, pegou folga no trabalho e fez todo o processo pré-operatório para realizar a cirurgia. Ela foi a 15º pessoa a realizar o transplante na universidade. A cirurgia, que durou nove horas, foi bem sucedida. Uma vez que seu útero foi removido, ele foi inspecionado para garantir que fosse uma combinação perfeita para a receptora antes de ser implantado.

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“A história dela é incrível por si só, porque ela era uma dessas mulheres quando ela não podia ter filhos. Ela conhece a luta muito de perto, sabe o que essas mulheres passam”, diz a cirurgiã Liza Johannesson, que foi responsável pelo transplante.

Para Aprill, essa cirurgia tem um grande significado porque ela está muito envolvida com as questões de infertilidade
. “Por mais de uma década, meu objetivo tem sido ser um sistema de apoio para uma comunidade muitas vezes incompreendida. Ver a minha mensagem de esperança tendo uma resposta foi incrível.”

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A mulher que recebeu o transplante de útero
permanece em anonimato. Normalmente, os doadores e receptores não se conhecem até a cirurgia acontecer e é precisso esperar um tempo para isso. Outro detalhe é que esse encontro só acontece se quem doou e quem recebeu o útero realmente quiser se conhecer.

Fonte: IG Delas
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